Os Miseráveis
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Priscila S.
Priscila S.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de março de 2013
Maravilhoso pra quem gosta de musicais! Se alguém tinha alguma dúvida do talento da Anne Hathaway, nesse filme ela se superou!
Matheus S.
Matheus S.

30 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de julho de 2013
Musicais tem o estranho dom de dividir completamente opiniões, tanto da crítica como do público. Foi assim lá atrás com Amor, Sublime Amor, há pouco tempo atrás o mesmo aconteceu com Moulin Rouge – Amor Em Vermelho, e pelo que tudo indica será assim também com Os Miseráveis.

A história clássica, baseada num famoso musical da Broadway, que por sua vez é baseada na obra literária de Victor Hugo, narra a trajetória de vida de Jean Valjean (Hugh Jackman) a partir do momento que ele foge da sua condicional. Ele estava preso por ter roubado um pedaço de pão uma irmã mais nova, mas o impiedoso inspetor Javert (Russel Crowe) não o perdoou, e então Jean foi preso. Depois de fugir da sua condicional, Jean decide viver sobre uma nova identidade, e então abriu uma costuraria. Lá trabalha Fantine (Anne Hathaway), uma mulher sofrida e que deixou sua filha com estaleiros de outra cidade, e todo o dinheiro que ganha ela manda para lá. Devido à um incidente, ela perde o seu emprego, e Jean Valjean não quis ajuda-la. Sem nenhuma esperança de vida, Fantine vai para um centro de prostituição da cidade, e lá passa momentos constrangedores e de grande sofrimento. Durante uma fuga do Javert, que continua na sua cola, Jean encontra Fantine e a reconhece do trabalho, e então decide ajuda-la agora. Passando por uma trama envolvente, Jean encontra a filha de Fantine, Cosette (Amanda Seyfried), e aparece outros personagens importantes na história, como o revolucionário Marius (Eddie Redmayne), a ex-irmã bastarda de Cosette, Eponine (Samantha Barks), entre outros. E enquanto Javert continua no encalço de Jean a qualquer custo, a revolução francesa explode em diversos lugares, inclusive onde Mario e Eponine iriam servir, criando um clima tenso em toda a França da época.

Como vocês devem ter percebido até mesmo o roteiro é teatral demais. E é esse um dos pontos que levaram mais críticas ao filme. Querendo diferenciar o diretor Tom Hooper (oscarizado pelo filme O Discurso do Rei) decidiu que todo o filme seria totalmente cantado, diferente de todos os outros musicais, onde falas normais se intercalavam com os números musicais. Há pouquíssimas falas normais no filme, e realmente isso as vezes fica cansativo, mostrando-nos um filme exageradamente teatral. Para diferenciar ainda mais o Tom decidiu que não seria usado playback em nenhuma parte do longa, sendo assim, todos os cantores tiveram que soltar a voz em frente a câmara. Esse ponto do filme gera um lado positivo, já que ele é totalmente cantado usar playback resultaria num filme inconvincente e sem tanta emoção. Mas há outro ponto negativo na direção do Tom Hooper: a fotografia. Eu sei que a fotografia do filme é responsabilidade de outro profissional, mais ainda assim o Tom tem uma ponta de culpa por mostrar o filme numa fotografia inconsistente, cheia de closes faciais desnecessários e descentralizados e movimentos de câmera ruins, cortando partes das faces dos atores entre outras coisas.
Um bom lado do Tom Hooper é o seu detalhismo e perfeccionismo. A caracterização dos personagens e o extremo realismo dos cenários e locações são fantásticos. Sem contar na maquiagem, marcante e de extrema importância para diversos personagens, como a Fantine. Devido ao seu perfeccionismo diversas cenas foram refilmadas diversas vezes, isso para que todos os atores parecessem o mais emocional e convincente perfeito.
Para muitos atores isso deu muito certo, mas já para outros... Russel Crowe é um dos poucos atores do filme que parece deslocado em relação aos demais, não dando a devida emoção ao Javert e também não nos emocionando com seus números musicais, que parecem supérfluos e nem tão maravilhosamente cantados. O Eddie Redmayne também não se sai muito bem na pele de Marius, tendo os mesmos problemas que o Russel. Mas por outro lado há atores que se saem mais que perfeitamente em seus papéis, alcançando um nível estratosférico de emoção e sentimentalismo convincente. Esse é o caso perfeito da Anne Hathaway, que mostra na tela um dos personagens mais emocionantes que apareceram nos cinemas nos últimos anos. Sua Fantine tem o nível de emoção perfeito para a personagem, sem contar que a sua voz é fantástica, alcançando altas notas facilmente e nos arrepiando em quase todos os seus números musicais. É impossível se esquecer da cena onde ela canta a antológica música “A Dream I Dreamed”, uma cena fantasticamente emocionante. O Hugh Jackman também está tão perfeito quanto a Anne no papel de Jean Valjean. Mas o problema é que o seu personagem não é tão carismático quanto tantos outros, o que faz com que ele fique ofuscado em diversas cenas.
Para quem assiste Os Miseráveis é bem visível um grande erro de “proporcionalidade emotiva”, isso porque enquanto há cenas altamente lacrimejantes no decorrer do filme, outras são dignas de tédio, não causando nem um pingo do impacto emocional causado em tantas outras cenas. Também dá pra perceber uma “escurecida” no filme depois que a Anne Hathaway sai de cena, deixando um buraco no filme. Esse “buraco” é preenchido por vários outros atores no decorrer de todo o filme (a Samantha Barks e a Helena Bonham Carter são alguns deles), mas ninguém conseguiu a perfeição da Anne.

Mesmo com tantos contras o filme se mostra fantástico para todo bom admirador de musicais ou apenas de cinema. Em diversos aspectos o filme alcança um nível de perfeição mágico, e ele se engrandece ainda mais com atuações bárbaras e vozes completamente fantásticas, vozes essas que saem de alguns atores que nós nunca sonharíamos em ver cantando tão perfeitamente.
Jonathan G
Jonathan G

50 seguidores 92 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de março de 2013
Um filme musical que emociona somente quem gosta, mais possui grandes caracteristicas de cinema do bons.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de julho de 2021
Não gosto de filmes musicais, mas esse me prendeu do inicio ao fim.
A atuação da Anne Hathaway foi o maior destaque.
Willian Lopes
Willian Lopes

27 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2013
Historia:

Les Misérables (Os Miseráveis) é uma das principais obras escritas pelo escritor francês Victor Hugo, publicada em 3 de abril de 1862 simultaneamente em Leipzig, Bruxelas, Budapeste, Milão, Roterdã, Varsóvia, Rio de Janeiro e Paris (nesta última cidade foram vendidos 7 mil exemplares em 24 horas).
A história passa-se na França do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo (1815) e os motins de junho de 1832. Daqui resultam, cinco volumes, que vão contar desde a vida de Jean Valjean, um condenado posto em liberdade, até sua morte. Em torno dele giram algumas pessoas que vão dar seus nomes para os diferentes volumes do romance, testemunhando a miséria deste século, a pobreza miserável de: Fantine, Cosette, Marius, mas também Thénardier (incluindo Éponine e Gavroche) e o inspetor Javert.

Filme:

Com a França do século XIX como pano de fundo, Os Miseráveis; conta uma apaixonante história de sonhos desfeitos, de um amor não correspondido, paixão, sacrifício e redenção, num testemunho intemporal da sobrevivência do espírito humano.

Jean Valjean (Hugh Jackman) consegue a liberdade condicional do seu guarda prisional, Javert (Russel Crowe), após dezenove anos de penitência pelo roubo de um pão. A miséria impele Valjean a cometer roubo numa igreja, onde um bispo lhe concede abrigo. Novamente capturado, Valjean é perdoado pelo bispo e decide mudar sua vida para sempre, abandonando seu nome verdadeiro e assim a historia que tal nome carrega. Anos mais tarde, sob outro nome, tendo fugido à sua obrigação de se apresentar periodicamente às autoridades, Valjean volta a confrontar-se com Javert, que continua à sua procura. Na sequência, Valjean sem intenção, causa o desligamento de uma funcionária da sua fábrica, a jovem Fantine (Anne Hathaway),mãe solteira que batalha na vida sozinha para conseguir dinheiro para mandar para um casal, chefiado pelo mau caráter Senhor Thénard (Sacha Baron Cohen), que cuida de sua pequena filha Cosette( na vida adulta interpretada por Amanda Seyfried).
Após Fantine cair em total desgraça, Valjean lhe faz uma promessa de cuidar de sua filha Cosette. Mas com isso o agora inspetor Javert aumenta o cerco a sua procura. Todas essas vidas durante duas gerações se cruzam.

Essa é a premissa de Os Miseráveis, adaptação do famoso musical baseado na obra de Victor Hugo, dirigido por Tom Hooper. O que poderia se tornar um verdadeiro épico eterno na historia cinematográfica, sai pela culatra, numa obra repleta de falhas narrativas que tenta carregar mais do que suporta, restando por fim apenas a beleza visual/técnica e as atuações memoráveis de atores competentes.

Primeiro é preciso entender que Os Miseráveis, possui uma das historias mais complexas, longas e grandiosas da literatura global. São tramas e subtramas únicas e que ao longo da história se intercalam, formando grandes núcleos independentes com estruturas especificas. O livro em si, em seus cinco grandes volumes já se mostra um desafio e tanto de estrutura e desenvolvimento para não se tornar uma bagunça completa. O musical encenado pela primeira vez em 1980 na em Paris, por sua vez em e=intermináveis atos, possuía a mesma responsabilidade de dar coesão à trama e ainda adapta-la visualmente, o que denotava planejamento em escalas tanto de narrativa quanto de desenvolvimento em conjunto com as musicas e sua encenação.

Se tudo isso já é um desafio e tanto, imagina trazer tudo isso para o cinema, em tela, para se enquadrar em pouco mais de 2 horas e 40 de projeção!? Tom Hooper quis testar e comprar o desafio. E o resultado foi um desastre de direção.

Os miseráveis talvez seja a historia mais adaptada do cinema, com incríveis quarenta e seis adaptações entre cinema e televisão.
Mas é a primeira vez que se tenta levar uma adaptação do musical de 1980 e não da obra em si para a tela dessa forma tão grandiosa visando o mainstream.

O que se vê em tela é uma espécie de filme hibrido entre musical/peça teatral filmado e os antigos musicais de Hollywood quanto as encenações. Por incontáveis vezes fica difícil acompanhar a mescla entre o que é teatro filmado e cinema de fato. Isso destoou totalmente na linguagem do longa, em sua narrativa e inclusive impiedosamente prejudicou o enredo, que surge corrido e repleto de furos de desenvolvimento.


O que se obtém é um filme corrido, com sensação de ter sido mau decupado, mal editado, sem introdução coerente ou delineamento das tramas e principalmente de estruturação de seus personagens. Não há arco que se sustente por muito tempo. Os personagens e suas tramas surgem de repente e partem da mesma maneira. Não se tem clareza dos fatos. São episódios atrás de episódios como se fosse realmente uma peça de teatro onde cada quinze minutos de filme ou cada musica encenada é um ato. Que ao seu fim dá lugar a outro quase que independente ao seu antecessor. Sem coesão nenhuma.

Isso alem de causar confusão e exigir um prévio conhecimento do publico há trama original a qual o filme se baseia, ainda compromete o tom emocional e dramático do enredo que em suma é a maior força de Os Miseráveis. A historia é lendariamente famosa e amada por inúmeras gerações justamente pelo seu cunho extremamente emocional, por levar o melodrama ao ápice. Tom Hooper não consegue chegar nem perto.

Cito insistentemente a falha de Tom Hooper, pois o problema não esta na historia e sim no roteiro formado para contar tal historia e mais ainda na direção que aparenta muitas vezes insegurança em adéqua-la a um formato viável. Talvez se ele dividisse o filme em partes, talvez se ele não se utilizasse de musicas demais e diálogos “normais” de menos, a coisa funcionaria razoavelmente bem. Sim, porque Os Miseráveis de Hooper tem incríveis e por vezes cansativos e desnecessários 98% de musicas executadas. Os diálogos podem ser contados nos dedos de uma mão. E mesmo esses são corridos e sem muita importância.

Mas Os Miseráveis não é um erro completo no entanto. Pois ele conta com uma força tremenda que tem de ser levado em conta.

Tecnicamente o filme é primoroso. Possui uma fotografia esplendida carregada de tons azuis, vermelhos e brancos – as cores da bandeira da frança – em saturações e granulações assertivas, da maneira correta, na hora e nos lugares corretos. Igualmente soberba é a direção de arte do filme, que conta com projeções de locações milimetricamente construídas e acabadas, um figurino marcante, uma sonoplastia clara e de timing certeiro.

Os planos são outro destaque. A maneira que Hooper escolheu filmar sua obra com lentes angulares, câmera na mão, planos longos que por vezes dão a ilusão de terem sido gravados em plano sequência, as panorâmicas gigantescas, e mesmo os repetitivos momentos de desnivelamento de câmera, conferem ao longa um tom épico e grandioso. Bonito de se ver e apreciar cada detalhe.

Mas se há algo que realmente vale o ingresso, a exibição e o aplauso aqui, é a atuação de Anne Hathaway e sua Fantini.

Mesmo que o longa conte com atores de peso como Hugh Jackman muito bem em seu papel, tendo a primeira sequencia e a ultima do longa, seus melhores desempenhos, Sacha Baron Cohen e Helena Bonham Carter, como os divertidos vilões pilantras e aproveitadores que tomam conta- abusam- de Cosette em sua infância, Amanda Seyfried e Eddie Redmayne como o principal par romântico, igualmente corretos em seus papeis, mas que sofrem também pelas falhas de construção de personagem que o roteiro possui, mas que brilham com suas vozes impecáveis; e ate mesmo Russell Crowe num dos seus papeis mais mornos, mas que consegue sustentar bem, apesar de apresentar falhas consideráveis na hora de executar as canções. Mesmo com todos esses talentos é impossível não se ater e aplaudir de pé ou mesmo se curvar pela atuação de total entrega de Anne Hathaway.


Sua personagem Fantini é de longe a personagem que mais sofre e tem o destino mais miserável da trama. E a atriz demonstrando uma total compreensão disso, se doa fisicamente e emocionalmente de tal maneira ao papel, que não seria exagero considerar sua atuação – infelizmente com pouco tempo de tela- a melhor de toda a sua carreira, de ficar marcado durante tempos e tempos.

Toda cena em que Anne Hathaway surge, ela se torna o centro das atenções. E ganha seu ápice total na já clássica instantânea cena em que ela interpreta a famosa e histórica musica “I Dreamed A Dream”. A cena é tão impressionante que é talvez o único momento do filme em que o espectador consegue- não se contem- ir as lagrimas, ou no mínimo se emocionar ou se abalar.
Ao final da projeção a musica fica gravada na mente igualmente com suas expressões de sofrimento e total desamparo de uma mulher que perdeu tudo e clama com uma voz belíssima e inflamada entre suspiros e um choro incontido por redenção.



É importante ressaltar também a atuação de Samantha Barks e sua Epónine; que alem de possuir a melhor voz de todo elenco, demonstra uma presença em tela que apaga em cena os próprios protagonistas em seus poucos minutos em tela também.

Alias outro aspecto que doa ao Os Miseráveis créditos foi a escolha de Tom Hooper, aqui sim acertando completamente, de filmar as canções ao vivo, durante as filmagens e não como é habitual se fazer, adquirir as musicas gravadas previamente em estúdio e depois dubladas pelos atores. Quando os atores e atrizes estão cantando, não é dublagem. Eles realmente estão executando as canções ali, como se estivessem num teatro. E o efeito que isso dá em tela inclusive sonoramente falando é impagável e brilhante de conferir. Para amantes de musical, é um deleite a parte.

A trilha sonora como não poderia deixar de ser é perfeita em cada detalhe, letras poderosas e universais, e os arranjos aqui ganham um tom ainda mais orquestral e dinâmico.

Por fim a sensação que fica e a conclusão que se tira de Os Miseráveis é que ele é um grande filme sim, que merece destaque e apreciação pela grandiosidade, ousadia e coragem de ter sido realizado, pela competência de seus atores, pela forma extrema de sua historia e principalmente pelo esmero visual que possui. Mas que peca imperdoavelmente ao tratar uma historia com tal nome como essa, de maneira leviana e sem um mínimo de preocupação com sua essência.

É o típico “enche os olhos mas não enche a barriga”.

Quando se espera diamantes e lhe entregam pepitas de ouro, a decepção é latente.

Mas nem mesmo Hooper consegue tirar o brilho dessa historia. Que trata da miséria humana de todas as formas possível.

E é de Anne Hathaway e seus Sonhos Sonhados a ultima nota cantada.
ClaraFreesky
ClaraFreesky

64 seguidores 93 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
Completamente diferente da versão de 1935, esse filme impressiona pelas lindas atuações, boa estruturação do enredo (bem fiel ao livro e suas personagens), perfeita ambientação, belo figurino e músicas com letras bem elaboradas e exploradas.
Os atores realmente dão tudo de si nas canções, e sentimento realmente torna a experiência bem mais bonita e proveitosa. Só lamento não poder acompanhar cantando junto (risos).
Realmente, às vezes pode ter um ritmo mais chatinho por canções mais longas que fazem parte do diálogo, mas isso só é um problema pra quem não simpatiza com musicais (o que não é meu caso; eu amo esse gênero).
Enfim, vale muito a pena ver esse filme maravilhoso (e recomendo ler o livro também, que é igualmente incrível)!
Eduardo B.
Eduardo B.

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4,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2013
Olha, o filme realmente é muito bom, pena que foi um musical, e não exatamente uma refilmagem do original de 1998... Mas se destaca pelas atuações e as belas trilhas sonoras que compõe esse grande vencedor do Globo de Ouro.
Bruno Maschi
Bruno Maschi

444 seguidores 215 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de março de 2015
Um Musical Bonito! Sim Bonito! É um drama emocionante com uma trilha sonora e um elenco de arrepiar. Em questões técnicas o filme realmente atinge 100%, em direção, roteiro adaptado,fotografia, edição de som. É exuberante. Em minha opinião o ponto mais forte de Os Miseráveis, foram as grandes atuaçoes! Foram incríveis! Russel Crowe brilhando, Hugh Jackman deixando de ser o Wolverine... Anne, Eddie! É um elenco de tirar o fólego. Infelizmente ele teve alguns aspectos que impediram o filme de receber mais que 4 estrelas. Como por exemplo seu longo tempo de duração.. Que é percebido e que torna o filme um pouco cansativo. Também não é um filme marcante, e em minha opinião exagera em quesitos de religião. Fora isso, o filme é uma bela obra cinematográfica.
Pati Lima
Pati Lima

43 seguidores 84 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2013
Gostei! Mto bom o filme, a Anne Hathaway dá um show! Filme inteligente. MAS pra quem gosta de musical, nem vá assistir. Quem gosta de "besteirol americano" tbm não vale a pena. Obs.: na sala tinha 3 adolescentes que ficaram rindo e reclamando do filme, até irem embora antes da metade. Todos agradecemos, pois era muita falta de educação e já estava atrapalhando. As pessoas podiam ler a sinopse ou pelo menos ver que se trata de um Musical antes de comprar os ingressos e incomodar os demais. Cinema lotado e muito feliz com brilhantes atuações!!!
José Aloísio
José Aloísio

12 seguidores 51 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de abril de 2015
Musical baseado na Revolução Francesa do século XIX. Estória comovedora. Fotografias medianas conforme exige a trama. Tem seus momentos enfadonhos. As músicas agradam. Ótimas para ouvi-las. Recomendável.
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