Os Miseráveis
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4,5
2638 notas

325 Críticas do usuário

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Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de março de 2013
É um filme problemático e definitivamente não é pra quem não gosta de musicais. Eu, adoro. E mesmo assim, achei que o filme tem diversos equívocos. A direção de Tom Hooper tentando deixar tudo maio do que já é beira o risível (planos inclinados com a câmera tremendo... really?). É sim muito bom abraçar o fato de que a história é brega, enorme e épica, mas precisa acentuar isso em todos os momentos do filme? A montagem é caótica e algumas sequências têm problemas GRAVÍSSIMOS de continuidade.
Não sei também se essa história, principalmente da segunda parte em que o cunho político cresce com força, vá agradar a muitas pessoas. Acredito que só aos realmente fãs de Os Miseráveis. Os demais se emocionarão com o romance, as cenas bonitas, as emoções manipuladas... Coisa que não deu muito pra engolir, não nesse filme.

De bom, salva-se Hugh Jackman. Ele tá bem (mas não indicaria ao Oscar). Samantha Barks é outra grata surpresa. E claro, Anne Hathaway, que surge pra arrebatar. A sala de cinema inteira ficou sem palavras e emocionada, dá até pra notar. Sua performance de "I Dreamed a Dream" é, sem dúvida alguma, a melhor coisa do filme inteiro. Eu diria que poucas atrizes mereceram, instantaneamente, um Oscar só por uma cena - de absurda qualidade. A presença de Hathaway é tão forte e tão intensa que impressão que dá é que quando Fantine sai de cena, o filme perde o brilho que tinha. E a história de Jean Valjean torna-se desinteressante.

A impossibilidade de identificação com esses personagens é um dos piores erros. Tom Hooper ficou tão histérico na direção dessa vez, que não deixa o espectador sequer respirar. E podia ser tão melhor...
E pelo amor de Deus, Amanda Seyfried, pare de cantar!!!!!

Você também, Eddie Redmayne, única pessoa no mundo que eu vi DESTRUIR uma música tão autossuficiente quanto Empty Chairs at Empty Tables. :'(
Barboza Wagner
Barboza Wagner

47 seguidores 58 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de abril de 2013
Uma obra de arte, é o que define esse filme. Uma historia bem construída com atuações impecáveis.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 2 de novembro de 2014
Um dos filmes mas prestigiados,com suas refilmagens.Isso já vem de anos,e sempre cativa e o sucesso é certamente garantido.Pois bem,essa nova versão traz uma produção de luxo,destacando uma fotografia bela,figurino,efeitos visuais grandiosos,e por fim,atuações dignas de Oscar a cada personagem.Principalmente por ver Hugh Jackman,na sua melhor atuação já vista até o momento,conseguindo desbancar até mesmo Russel Crowe,que por sua vez,já está bem acostumado a viver personagens brilhantes.Mas dessa vez,Hugh realmente rouba a cena,e se mostra que consegue sim,fazer trabalhos mas sérios o que o deixa a uma disputa pela estatueta.Não fiquei triste por ele ter perdido,pois também o Oscar ficou em ótimas mãos.Já o caso de Anne Hathaway,eu fico sem nenhuma palavra a comentar sua atuação,até porque,não se dura em todo o filme,mas o pouco que apareceu conquistou merecidamente o prêmio.Um bom elenco,pra um bom filme musical...
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2013
BOM. Gosto de musicais, mas desde que os atores cantem realmente e que não sejam cansativos para o ouvido.
Mas é exatamente isso que acontece com "Os Miseráveis", os atores fazem "playback", fica explicito, principalmente quando Russel Crowe canta, até a voz é diferente da dele.
Claro que há Hugh Jackman e Amanda Seyfried que fazem a diferença, pois sabemos que eles já trabalharam em outras produções musicais.
O filme é 100% musical e chega um certo ponto que irrita nossos ouvidos, afinal são 2:37 minutos de cantoria.
Mas é uma super produção bem cuidada e sua história é emocionante.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de abril de 2021
Músicas boas e atuações ótimas, isso é um resumo do filme. Apesar de ser bastante longo (para quem não gosta de musicais pode ser cansativo), Hugh Jackman e Anne Hathaway conseguem manter o nível. Além disso, conta com dois ótimos coadjuvantes que roubaram a cena: Aaron Tveit e Samantha Barks.
Cipriano de Borba
Cipriano de Borba

34 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de março de 2013
Ainda bem que eu não sabia que seria um musical (geralmente prefiro nem assistir musicais). Com certeza a participação de Anne Hathaway fez a diferença. É muito longo mas não dá sono!
Excelentes lições para quem que gostam de julgar as pessoas sem conhecê-las.
Khemerson M.
Khemerson M.

61 seguidores 74 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Das várias obras-primas da literatura ocidental, Os Miseráveis, de Victor Hugo talvez seja aquela que mais releituras teve para o teatro, TV e o cinema. A história gira em torno de Jean Valjean, que encontra-se preso sob a acusação de roubo. Perseguido pelo temível inspetor Javert, Valjean enfrenta as piores condições possíveis executando trabalhos forçados sob a implacável vigilância do inspetor. Assim, ao receber de Javert a tão sonhada liberdade condicional, Valjean mesmo sofrendo com o escárnio das pessoas, tem a possibilidade de redenção ao conhecer um gentil Monsenhor que o acolhe dando-lhe abrigo e comida e perdoando-o depois que este rouba-lhe a preciosa prataria do lugar, salvando-o da prisão e ainda permitindo-o levá-los e refazendo sua vida com a venda dessas preciosas peças. Assim, abandonando sua antiga identidade e tornando-se um respeitável empresário e prefeito de uma cidadezinha nos arredores de Paris, onde conhece Fantine, sensibilizando-se com sua situação e comprometendo-se em criar sua filha. E tudo isso sob a sombra da perseguição de Javert... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO!)
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de agosto de 2013
A clássica história de Victor Hugo, foi adaptada na própria França para ser um musical, pela dupla Schönberg e Alain Boublil há 26 anos atrás. O sucesso aconteceu mesmo via Broadway, de onde foi exportada para o mundo todo. Les Misérables é na verdade uma ópera moderna, e não um musical, ao menos no conceito de cinema para musical, onde os atores cantam e dançam. Em Os Miseráveis os diálogos e pensamentos das personagens são todos cantados.
A montagem da Broadway é tão conhecida e famosa, que muitas de suas músicas são populares, mesmo entre aqueles que nunca assistiram à montagem teatral, ao vivo ou em alguma produção da TV. A dupla francesa Schönberg & Boublil inclusive criou uma composição original para o filme.
O diretor inglês Tom Hooper pareceu uma escolha estranha para dirigir esta versão para o cinema do sucesso da Broadway, mesmo com o sucesso que obteve com o recente O Discurso do Rei. Hooper se saiu bem, mas em nenhum momento seu talento limitado proporciona ao filme alçar voo próprio como filme, restando assim uma adaptação apenas correta da versão original do teatro. Fico imaginando que o resultado teria sido bem superior como cinema se houvessem entregue a tarefa à diretora americana Julie Taymor, sempre visionária criadora em filmes como Across the Universe e A Tempestade.
Acho que a sorte de Hooper foi ter contado com um número tão grande de atores talentosos. Hugh Jackman se sai muito bem como Valjean, tanto no canto como na interpretação, o mesmo podendo ser dito de Anne Hathaway, marcante em uma pequena participação. Hooper exigiu bastante dos atores, explorando o máximo os closes e planos fixos nos solos cantados. A cena mais marcante de Hathaway - quando ela canta a conhecidíssima I Dreamed A Dream - foi feita toda em uma única tomada, sem cortes, e em plano fechado. Embora até ridicularizado por alguns críticos, acho que Russel Crowe está bem no papel de Jovert. Sem esquecer a dupla deliciosamente divertida encarnada por Helena Bonham-Carter e Sacha Baron Cohen, como o casal Thénardier, responsáveis na minha opinião pela melhor sequência do filme, onde Hooper realmente se superou. Mas o grande trunfo do filme com relação ao elenco vem daqueles chamados de "elenco de apoio", atores desconhecidos com pequenos papéis na trama, com destaque para o muito jovem Daniel Huttlestone, interpretando (e cantando com desenvoltura) o menino Gavroche.
Os Miseráveis começa muito bem, e suas primeiras sequencias se desenvolvem com fluidez - chegamos até a nos acostumarmos com os diálogos todos cantados. Mas quando o filme dá um salto no tempo, e já encontramos Cosette adulta, parece que a trama começa a se arrastar, fazendo pesar suas quase 2h30min de duração. É claro que toda ópera clássica tem como história principal uma história de amor, sendo todo o resto apenas um pano de fundo. Os Miseráveis tem até a vantagem de apresentar mais de uma história de amor, na verdade - a de uma mãe por sua filha, a de um pai por sua filha adotiva, a de jovens por uma causa, e a de uma moça em seu amor não-correspondido. Mas aquela que deveria ser a história de amor principal, de Cosette e Marius, não nos desperta simpatia nem atenção, talvez porque no filme eles não enfrentem de verdade nenhuma grande dificuldade para viver sua paixão, ou talvez porque a esta dupla especificamente falte o carisma que encontramos de sobra no restante do elenco.
É claro que Os Miseráveis tem uma produção impecável, que nos transporta para a época retratada, mas tudo é muito "comme il faut" (adequado), como diriam os franceses, deixando aquela sensação de "esperava mais". Há poucas cenas de destaque, isoladas, que na verdade se destacam mais devido à qualidade das canções. Hooper se esforçou demais em fazer o público esquecer a origem teatral do material filmado, abusando dos closes, e angulações de câmera espetaculares, esquecendo que poderia ter tirado partido de uma fusão teatro-cinema para abordar a história. No geral, pode-se até dizer que ele não foi melhor sucedido que Carol Reed quando adaptou para o cinema o musical Oliver ! - baseado no clássico de Charles Dickens, com o qual Les Misérables guarda muitas semelhanças.
Wilken V
Wilken V

13 seguidores 46 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2013
Impecavelmente montado, mais ocasionalmente bombástico, Más a grande graça de Os Miseráveis vem de grandes performances de seu elenco distinto.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.287 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de julho de 2014
Um Grande elenco! sendo também uma começo e meio demorado e assim se torna um pouco chato,mas tendo um final brilhante! mas vale-se salientar as atuações incríveis! Destacando Anne que ganhou o óscar de melhor atriz cuadjuvante
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