Os Miseráveis
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4,5
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Victor C.
Victor C.

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4,5
Enviada em 8 de abril de 2013
Ponto muito bonito do filme é como ele trata o sentimento. Retrata bem como é algo MUITO relativo. Como uma adolescente que o “amor da sua vida” gosta de outra pode ficar tão ou mais arrasada do que uma mulher que é obrigado a virar prostituta para sustentar a filha. Situações como essa, que realmente acontecem na vida real, fazem você ter uma grande imersão no filme.

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Rebeca S.
Rebeca S.

8 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de março de 2013
Os Miseráveis é uma história que se passa durante a revolução francesa e trás a história de Jean Valjean (Hugh Jackman), um homem condenado a 19 anos de prisão por furtar alguns pães. É baseado em um romance escrito por Victor Hugo, que descreve as desigualdade de classes, pobreza e toda a crise em que se encontrava a França no século XIX, claro que o livro foi um sucesso e que ganhou adaptações para cinema e teatro. Uma delas foi a adaptação musical - Que surgiu na França e popularizou-se na Inglaterra.

Jean Valjean é um "hater" que se redime com a vida após ser solto em condicional, resolve fugir - O que o faz ser perseguido pelo Inspetor Javert (Russell Crowe). Porém ele dá a volta por cima! E nesta volta, se depara com Fantine (Anne Hathaway) que após ser demitida, precisa ter que se render a uma vida miserável para sustentar sua filha. Neste momento, ela canta " I dreamed a dream" (música popularizada por Susan Boyle). Jean se compadece do sofrimento de Fantine e adota sua filha chamada Cossete (Amanda Seyfried) - Até então sendo criada por um casal de trambiqueiros.

Minha opinião não vai ser longa, não vai ser demorada, não vai ser triste. Eu simplesmente amo musicais - Mas esse em especial não foi tudo que eu esperava. Acho que pelo fato de ter concorrido ao Oscar (aumentou muito minha expectativa) e acabou que chegou na hora e não foi tudo aquilo. Mas enfim, tirando isso, vamos lá.

A ambientação é linda, perfeita. Claro, eu não tenho a mínima ideia de como seja a França no século XIX, mas pelo que eu imagino deveria ser mais ou menos aquele caos. Os cenários físicos creio que não são grandiosos. Grande parte foi feita por computação gráfica e QUE BAITA COMPUTAÇÃO GRÁFICA, mas é aquilo, deu pra ver que era computação. Isso por um lado é bom e isso por um lado é ruim. Enfim, eu gostei do cenário, gostei do figurino, gostei da maquiagem, tudo lindo. As cores, ai, as cores.

Hugh Jackman é um dos meus atores favoritos e só se confirma após esse filme. Apesar de ser um cantor bem meia boca, ele conseguiu até que levar o filme muito bem. Eu não gosto de Anne Hathaway (me julguem), não achei a atuação dela super impressionante Ó MEU DEUS VOU TER UM TROÇO COM ESSA CENA, não. Os demais atores, inclusive o Eddie Redmayne, que faz Marius, o apaixonado por Cossete (na opinião sobre o filme "7 dias com Marilyn" falei a respeito dele) fez um bom papel. Atores: *plac plac plac* de parabéns. Russell Crowe quase me fez chorar, judiaria.

E o filme não é só tristeza. Tem o lado bolachão a parte. O casal que cria Cossete nada mais é que Helena Bonham Carter (amadíssima, praticamente sendo as outras personagens de todos os outros filmes de novo) e Sacha Baron Cohen (O eterno Borat!). Eles cantam juntos “Dog Eats Dog” em uma das melhores partes do filme.

Eu não sou uma velha feia sem coração. Eu também não sou uma marxista feia que odeia Victor Hugo. Entendam, o filme é TODO cantado. Não é como na maioria dos musicais (tipo Glee mwhaha) que os caras cantam um pouco e falam um pouco. Não - Eles cantam o TEMPO TODO. E mais - As gravações não foram feitas em estúdio anteriormente, foi tudo AO VIVO. Ou seja, tem desafino e tem bagunças a parte.

Eu não vou falar sobre o diretor, sobre direção de arte, sobre roteiro adaptado, sobre isso e aquilo porque simplesmente não sei. Quem quiser falar manda para o e-mail que eu coloco aqui. Alias, Yuri, você está fazendo falta pra falar disso.

Enfim, eu não vibrei tanto como gostaria de ter vibrado no filme. Nem dei uma opinião babando tudo como todo mundo já fez (aham, procura aí.), então, assistam, tirem suas conclusões... Decidam se Anne Hathaway mereceu ou não o tal Oscar!

MAS LEMBRE-SE DELA como sendo a princesa Mia, do filme " O diário da princesa" e lembrem de todos os filmes românticos bobinhos e também lembrem dela depois de ter usado ecstasy e do James Franco depois de usar diazepan fazendo fiasco na apresentação do Oscar 2011.)
Priscila S.
Priscila S.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de março de 2013
Maravilhoso pra quem gosta de musicais! Se alguém tinha alguma dúvida do talento da Anne Hathaway, nesse filme ela se superou!
Daniel T.
Daniel T.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de março de 2013
Normalmente não tenho paciência para musicais e devo confessar que se não houvesse nenhuma indicação ao Oscar para este filme, eu dificilmente pararia para assisti-lo. Embora nem sempre certeira, as indicações ainda servem como parâmetro de qualidade.

As atuações são excelentes, principalmente do trio Jackman, Crowe e Hathaway, especialmente desta última que contagia com sua desesperança (a palavra desespero não soaria tão apropriada) ao cantar a linda canção "I Dreamed A Dream". Seus soluços fariam uma pedra chorar. Eu chorei. Mais de uma vez. Além dessa, há também uma outra música muito boa, cantada em duas versões como a primeira. Os versos de "Look Down" caberiam em uma boa canção de heavy metal (com adaptações, claro). Hugh Jackman também não decepciona como cantor, mas Russell Crowe não tem o alcance vocal necessário. Não chega a desafinar, mas penso se a escalação de outro ator não seria mais correta.

Além disso, vem a história. O romance de Victor Hugo é reflexivo, podre, miserável. Há sofrimento do início ao fim, mas também muita dúvida, questionamentos e atos altruístas de ambos os lados, perseguidor e perseguido, numa caçada de gato e rato que se prolonga por anos. Não há um vilão. O próprio vilão é a vida (e eu gosto de estórias assim). Não é a toa que um dos maiores (senão o maior) prêmios da literatura receba o nome de seu autor.

Apesar disso, é preciso lembrar que o filme é adaptado do musical da Broadway, não do livro original. Mas, como musical, tem um ponto positivo que normalmente outras adaptações de livros não tem. Ao ler um livro, temos plena ciência do pensamento das personagens, enquanto ao ver um filme isso é muito difícil. Com Javert e Valjean cantando o que sentem, essa aproximação entre cinema e literatura é bem mais eficiente.

No entanto, mesmo com uma estória tão boa por trás, ainda fica chato e moroso em algumas partes. A participação de Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen, como alívio cômico não encaixa muito bem e o personagem de Eponine, quando moça, não consegue cativar, apesar de tudo que a moça faz. A história de amor entre Cosette e Marius também é rápida demais. A premissa do amor à primeira vista pode até funcionar, mas é arriscada. E nesse caso, tira pontos do filme no geral.

Pra finalizar, temos a revolução como pano de fundo. Embora com cenas marcantes e inesperadas (não vou contar do que estou falando), o contexto histórico fica muito mal explicado para quem não conhece a fundo a história da França. Num veredicto geral, o filme fez jus a suas indicações e vale muito a pena ser assistido (mais de uma vez), mas algumas partes poderiam ser limadas, não em busca de dar mais agilidade à trama, mas, como num CD, para torná-lo ainda mais indispensável.
Phillipe  A.
Phillipe A.

4 seguidores 38 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de março de 2013
Não sou esses fã todo de musicais e filmes de drama, mas esse é uma exceção. Uma história excelente, tocante e comovente em vários momentos. Surpreende também a habilidade de canto de "Maximus" e "Wolverine", coisa antes nunca imaginável. De negativo, achei muito longo e cansativo em alguns momentos, dá até pra enjoar de tanta cantoria e sentir saudade de um diálogo não "cantado", porém o telespectador mais paciente é brindado por um final muito emocionante. Hathaway tem uma atuação magnífica, porém curta. Achei que ela não ganharia o Oscar justamente por esse detalhe. Imperdível.
Paula G.
Paula G.

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4,5
Enviada em 10 de março de 2013
Não sou uma grande fã de musicais, contudo aprecio o gênero. Na minha opinião Les Miserables é um filme tocante, no que diz respeito à atuação, história e cenário. Anne Hathaway, sem dúvida, mereceu o Oscar de atriz coadjuvante. Recomendo.
Déborah D.
Déborah D.

45 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de março de 2013
É um filme para verdadeiros fãs de musicais, pois são duas horas e meia de pura cantoria. Porém, os cenários e figurinos combinaram com a atmosfera do enredo (Revolução Francesa) e, apesar de alguns erros e partes confusas (Ainda tento entender porquê Helena Bonham Carter ficou tão "deslocada"), fazia um bom tempo que um filme não me envolvia e não me emocionava tanto.
Lucas G.
Lucas G.

7 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2013
" Os Miseráveis " de Tom Hooper, é uma adaptação do livro do escritor francês Vitor Hugo, que também virou musical na Broadway, e está em cartaz até hoje. Mas estamos para falar do filme, e em uma história forte e com muitos personagens importantes ( todos no fundo são protagonistas ), é preciso de um grande elenco. E nesse musical, é Hugh Jackman que faz o protagonista Jean Valjean, e nesse personagem, o eterno Wolverine, mostrou que sabe cantar, e cantar bem, principalmente no começo, onde se exige mais do ator. Mas quem chama a atenção é Anne Hathaway, no papel na prostituta Fantine; ela só aparece um pouco mais de 20 minutos, mas é na famosa canção I Dreamed a Dream que ela mostra uma mega talento, e se torna a melhor voz do elenco. A novata Samantha Barks ( quem também trabalha nos musicais teatrais de Os Miseráveis ) tem uma das melhores voz do elenco, e sendo uma " estreante " mostra muita habilidade para atuar ( era até que merecida uma indicação no Oscar para ela ). Russell Crowe foi muito criticado por sua voz, mas eu não o achei tão ruim assim. E Eddie Redmayne e Amanda Seyfried, mostraram que sabem cantar, mas só deixaram a trama um pouco chata. Mas para uma trama dramática, o diretor escolher Helena Boham Carter e Sacha Baron Cohen para fazer o alívio cômico, e deu muito certo. Esse foi um dos melhores elencos do cinema, mas a direção de Tom Hooper, cansou e fez o filme não ser chamado de perfeito. Tom Hooper e sua câmera que não para nunca, e quando está parada, ela treme; spoiler: e em uma cena em que Russell Crowe está em cima de um telhado nas ruas de Paris, enquanto o ator se esforça para cantar bem, aquela câmera filma o céu, e logo depois gira em torno do ator, e volta dando um close no seu rosto, e isso com um cenário computadorizado e sem emoção ( a pior cena do filme )
. Outro ponto negativo para o filme, é a produção ter um pouco menos de 3 horas de duração, e dar para contar nos dedos os diálogos normais, ou seja, o filme é inteiro cantado, e até frases comuns do dia a dia são cantadas, como " oi " ou " boa tarde ", tornando o filme, para quem não é muito chegado a musicais, é insuportável. Nas partes técnicas, o filme é um show, desde o ótimo figurino de época, até as maquiagens, passando pelo cenário montado, e uma mixagem de som estupenda. Mas no meio de tudo isso, Tom Hooper fez uma coisa unica, que entra na história do cinema: Um musical totalmente cantado ao vivo, ou seja, sem playback, os atores não vão antes, a um estúdio para gravar, e depois fazem as cenas na hora com playback. Isso nunca tinha acontecido antes em musicais. Final: Um ótimo filme, com um grande elenco, atuações soberbas, arte e músicas incríveis, mas peca na direção de Tom Hooper. O musical venceu 3 Globos de Ouro ( Melhor Filme: Comédia ou Musical, Ator em Comédia ou Musical para Hugh Jackman, e Atriz Coadjunvante para Anne Hathaway ), e venceu 3 Oscars ( Melhor Atriz Coadjunvante para Anne Hathaway, Maquiagem e Mixagem de Som ).
Caroline C.
Caroline C.

4 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2013
Filme maravilhoso, rico em detalhes. É diferente de todos os musicais que eu já vi e com certeza está entre os melhores. Porém, é cansativo para quem não gosta ou não está acostumado com musicais clássicos. Fui ao cinema com meu namorado, que disse ter a impressão de que foram 6 horas de filme!
OBS: Se for assistir, prepare os lencinhos!
Fernanda Gabriela Ferraz
Fernanda Gabriela Ferraz

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2013
É um musical, as falas são todas cantadas e é um drama longo (3 horas).
Pra quem curte musicais e não se cansa com longas de drama (como tem gente cansada hein, pior são aqueles roteiros apertados em cravados 120min) esse filme é um prato cheio, achei lindo e gostei muito das atuações .. até do Crowe que destoa de todos, parece de propósito kkkkkk
Não quer 3 horas sentado no cinema assistindo um drama? Ah pesquise antes!!
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