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Nathan S
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2,0
Enviada em 18 de março de 2019
A tensão do combate e do dia a dia estressante e a vida claustrofóbica dos militares em submarinos já foi romantizado inúmeras vezes no cinema ao longo dos anos. Temos Das Boot - um filme alemão de competência assustadora, Caçada Ao Outubro Vermelho - um dos maiores clássicos do gênero e do Sean Connery, K-19: The Widowmaker - o mais eletrizante de todos até então, U-571 (não bastava ter Matthew McConaughey e Bill Paxton, ainda tínhamos o Bon Jovi), alem de inúmeros outras produções com menor reconhecimento. O que havia de mais interessante nos filmes citados era o modo em como tantos membros de elenco em um espaço tão mínimo e angustiante formado por ferro, aço, sonares e sistemas de rádio conseguiam transpassar tanta atividade, tensão e ação ao mesmo tempo, alem é claro de diálogos convincentes e assuntos bem abordados e retratados ao espectador, como consciências políticas, espírito de liderança e o sentimento de que cada personagem era um ser humano único, com seus medos, ambições e angustias pessoais. O que Hunter Killer nos entrega é apenas mais um filme de ação, com roteiro pobre, direção preguiçosa e um elenco que - apesar de conter nomes de peso como Butler e Oldman - não conseguem convencer em momento algum - salvo alguns momentos de pico de performance da parte de Oldman, mas nada alem disso. A história é simples e possui duas vertentes: 1 - Localizar um submarino americano desaparecido em águas estrangeiras e desconhecidas. 2 - Resgatar o presidente Russo de um golpe de Estado e assim prevenir uma nova guerra entre potências, Seria uma boa ideia, não fosse a incoerência contextual. Num filme que aborda uma tensão pós guerra fria não conter referencias sobre o episódio da história foi no mínimo preguiçoso. As cenas de tensão são até bem executadas - destaque para o combate dos submarinos no terceiro ato do filme. - O problema é como essas tensões são resolvidas, parece que o roteiro foi argumentado pelo sobrinho adolescente do diretor, furos de roteiro não faltam e o filme acaba com aquele sentimento de "O que foi isso, meu Deus?" Em resumo: um filme tragável, porem logo esquecido. Não acrescenta muito mas rende alguns minutos de adrenalina e diversão. Uma boa pedida para o ultimo filme de um domingo a noite.
Gerard Butler não acerta um filme a tempos, e aqui é mais um filme fraco e esquecivel, as tensões não funcionam, o roteiro é simples mas com certas falas inteligentes. Os atores também não estão ruins, o que atrapalha Fúria em Alto Mar é toda a subtrama envolvendo uma nova terceira guerra mundial, que chega a dar sono todo o blá blá blá. Os efeitos visuais são fracos, vide as explosões, a fotografia é muito boa, usa interessantes técnicas de filmagens, e a trilha é normal. Mas o que mais me intriga é como Gary Oldman foi parar num longa como esse, um completo talento desperdiçado, assim como o filme todo praticamente, havia certo potencial ali, mas é desperdiçado em tela.
"Apesar do elenco e do tema, o filme não entrega tensão ou originalidade e é facilmente esquecível." Em um thriller submarino, Fúria em Alto Mar não consegue fugir do território do genérico. Embora tenha um elenco de peso, com Gary Oldman e Gerard Butler, a trama de resgate entre EUA e Rússia se arrasta sem tensão real, mergulhando em clichês e atuações pouco inspiradas. O conflito raso, as reações extremas e a falta de ação visualmente impactante tornam a experiência entediante. A falta de profundidade nas personagens e a previsibilidade do enredo contribuem para a sensação de desperdício, tornando o filme apenas mais uma mistura de clichês da guerra fria.
Filme é bem bonito, porém, roteiro é bem fraco! Mas tenho certeza que muitos vão gostar, porque estou dando minha visão, já que sou muito crítico em filmes!
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