O Último Amor de Mr. Morgan
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2,9
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  • Preview
  • Almanaque Virtual
  • Cineweb
  • Papo de Cinema
  • Screen International
  • Folha de São Paulo
  • O Globo
  • Rubens Ewald
  • Variety

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Cinepop

por Raphael Camacho

O Último Amor de Mr. Morgan é um filme, vale dizer, sensível. O vulnerável protagonista, interpretado brilhantemente pelo britânico Michael Caine, guia o espectador pela força que as imaginárias lembranças de sua falecida esposa tem sobre ele. Assim, somos jogados em um mar dramático cheio de emoções a todo instante.

A crítica completa está disponível no site Cinepop

Cinema com Rapadura

por Diego Benevides

A experiência de Michael Caine eleva a trama para outro nível. Desde o primeiro frame, o ator mostra que essa é uma das atuações mais significativas da sua carreira. A segurança com que transita, no decorrer da projeção, de um homem em depressão a um pai pouco presente é assustadora, no melhor sentido da palavra.

A crítica completa está disponível no site Cinema com Rapadura

Preview

por Suzana Uchôa Itiberê

A diretora e roteirista Sandra Nettelbeck discute a relação paternal por diversos ângulos [...] Também mostra sensibilidade na abordagem de temas como suicídio, luto e solidão. O tom é excessivamente dramático, mas não compromete.

A crítica completa está disponível no site Preview

Almanaque Virtual

por Filippo Pitanga

A parte européia do espírito do filme funciona muito bem, começando com a boa premissa de um idoso (Michael Caine) sem mais elã de viver, que é defendido por jovem francesa (Clémence Poésy) num ônibus cheio. Daí nasce uma fagulha entre os dois, a partir deste tímido clamor por justiça social.

A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual

Cineweb

por Nayara Reynaud

Ao abrir mão da cartilha de Hollywood na primeira parte, "O Último Amor de Mr. Morgan" afasta os espectadores que preferem as fórmulas mais populares com o seu ritmo mais lento – mais europeu, genericamente falando –, mas condizente com a temática que propunha.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Papo de Cinema

por Matheus Bonez

"O Último Amor de Mr. Morgan" é um longa competente o bastante para prender a atenção do público. Capitaneado pela ótima atuação da dupla principal, o filme entrega lágrimas e diversão na mesma intensidade, ainda que tenha ficado um gostinho de quero mais.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Screen International

por Mark Adams

A bela combinação entre o elegante Michael Caine e a encantadora Clémence Poésy confere ao delicadamente dramático "O Último Amor de Mr. Morgan" a sofisticação de que ele necessita.

A crítica completa está disponível no site Screen International

Folha de São Paulo

por Alexandre Agabiti Fernandez

O que realmente incomoda é o desperdício da oportunidade de fazer uma reflexão sobre a solidão e a força da amizade. Como Nettelbeck prefere fisgar o espectador apenas pela emoção, tudo fica em um nível mais superficial.

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

O Globo

por Susana Schild

Michael Caine, em atuação impecável, consegue injetar, com pausas e nuances, um pouco de autenticidade a uma trama carregada de lugares-comuns. Outro ponto a favor está em belos cartões-postais da capital francesa e uma ponta de luxo de veterana atriz Jane Alexander. E pouco mais do que isso.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Rubens Ewald

por Rubens Ewald Filho

A situação piora ainda mais na segunda parte, ou Segundo ato, quando o filho decide ficar mais tempo em Paris, lavar a roupa suja com o pai e acaba se formando uma espécie de triangulo. Mas ai a maior parte da platéia já esta dormindo faz tempo...

A crítica completa está disponível no site Rubens Ewald

Variety

por Scott Foundas

Embora os elementos básicos da história possam sugerir algo de apelo geriátrico, como "O Quarteto" e "O Exótico Hotel Marigold", o ritmo funerário do filme e seu tom constantemente melancólico fazem dele algo mais próximo de uma versão pasteurizada e televisiva de "Amor".

A crítica completa está disponível no site Variety
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