Não recomendado para menos de 12 anos
Marie tem 40 anos de idade, mas quando ela acorda, um dia, ela acredita ter apenas 25 anos. 15 anos de sua vida se apagaram de sua memória. Ela acorda no início de uma longa história de amor, que na verdade acaba de terminar. Entre os transtornos desta nova realidade, ela terá apenas quatro dias para reconquistar o homem de sua vida.
3,0
Legal
A Vida de Outra Mulher
Tempo perdido
por Lucas Salgado
Não existe nada pior do que generalizar ou reduzir determinadas características a uma só cinematografia. O cinema brasileiro é só favela. O americano são só explosões. E o francês é o cult. Nada disso é correto, mas é inegável que existem alguns elementos próprios de algumas cinematografias. A Vida de Outra Mulher, por exemplo, é uma produção bem francesa, sendo difícil imaginar algo parecido vindo de Hollywood.Marie é uma jovem de 26 anos que acaba de conhecer seu grande amor. Após uma noite de paixão, ela acorda feliz. Mas logo percebe que há algo de errado. Ela está em uma casa enorme, mais velha e de quebra tem um garoto em sua cozinha lhe chamando de mãe. Logo, percebe que de um dia pro outro envelheceu 15 anos e que agora é uma executiva de muito sucesso na vida profissional e fracasso na pessoal.Juliette Binoche vive Marie e o faz com o talento e a beleza de sempre. Em alguns mome
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A atriz Sylvie Testud dirige este longa com a sempre interessante Juliette Binoche no papel de Marie Speranski, uma mulher que após encontrar o amor de sua vida e dormir com ele acorda 15 anos depois, não se lembrando de nada que viveu por todo esse tempo. Apesar da maquiagem atrapalhar um pouco a transição, é a interpretação intensa de Binoche que nos faz acreditar nessa transição, em um filme que mescla comédia e drama de maneira um ...
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É mesmo difícil lembrar o que não se viveu de verdade... O resgate de si mesma, dos valores, pode ser doloroso... O quanto é fácil a gente se perder pelo caminho...
Em geral, filmes europeus sempre me ataiem por sair da mesmice dos filmes americanos. Sempre são diferenciados pelos diálogos, ação e desenvolvimento. É conhecer outra cultura. Para entender um filme europeu é necessário sair da própria cultura para conhecer outra. Mas A Vida de Outra Mulher é um daqueles filmes que jamais deveria ter saído do papel. Diálogos pobríssimos, seguidos de longos silêncios e interpretações fora de foco. ...
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Lindo filme, traz a tona a dificuldade das relações e como nos perdemos como quem queremos nos tornar ao lutar por algo tão veementemente! ótimo filme!
Primeiro longa-metragem
A Vida de uma Outra Mulher é o primeiro longa-metragem dirigido pela atriz Sylvie Testud, que já tinha realizado um curta-metragem em 1998, Je Veux Descendre.
Binoche exigente
O papel principal, de Marie, foi construído por Sylvie Testud já pensando na atriz Juliette Binoche. No entanto, quando Binoche leu o roteiro pela primeira vez, a atriz recusou o papel, alegando que sua personagem não era suficientemente complexa. Testud retrabalhou o roteiro durante meses até apresentar uma nova versão à atriz, que aceitou então participar do filme.
Faz o meu filme, eu faço o teu
Sylvie Testud e Mathieu Kassovitz são bons amigos. Ele, conhecido tanto como diretor quanto como ator, aceitou atuar no primeiro filme de Testud porque ela tinha acabado de atuar em seu próprio filme, A Rebelião.
Nacionalidades
França,
Bélgica,
Luxemburgo
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2012
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
5 000 000 EUR
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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