Augustine
Média
3,6
publicações
  • Critikat.com
  • O Globo
  • Críticos.Com.Br
  • New York Times
  • The Hollywood Reporter
  • Variety
  • Cinema com Rapadura
  • Chicago Sun-Times
  • Estado de São Paulo
  • Télérama
  • Zero Hora
  • Chronic'art.com

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Critikat.com

por Matthieu Bareyre

O filme emociona tanto pela história que pela raridade do gesto que ele oferece ao olhar: a construção metódica de uma revolta artística. E como Winocour é uma cineasta de verdade, seu maior golpe é o olhar...

A crítica completa está disponível no site Critikat.com

O Globo

por Susana Schild

[...] em seu longa-metragem de estreia, a diretora Alice Winocour envereda por uma vertente mais visceral e conduz o espectador através de trilhas sinuosas que, tanto pelo que revelam como pelo que ocultam, conduzem à turbulência das paixões.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Críticos.Com.Br

por Luiz Fernando Gallego

O filme repete, em parte, o teatrinho show-off de Charcot, ao usar pacientes reais de hoje em dia, em roupas de época, descrevendo as vivências de suas crises [...] Edição, fotografia (um destaque), trilha musical e ambientação colaboram para o resultado atraente desta primeira obra de uma cineasta em quem se deve prestar atenção.

A crítica completa está disponível no site Críticos.Com.Br

New York Times

por A. O. Scott

Winocour evoca os terrores primários da catividade e da crueldade, além da fascinação erótica que circunda esses medos. [...] Este é essencialmente um romance sombrio sobre sexo e poder.

A crítica completa está disponível no site New York Times

The Hollywood Reporter

por Neil Young

O roteiro de "Augustine" é uma reinterpretação artística coerente e válida deste caso, contado com a atmosfera calma de Paris no século XIX. O filme é persuasivo, mesmo se o diálogo parece frequentemente antiquado demais.

A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

Variety

por Leslie Felperin

Apoiado em duas atuações intensas e cheias de nuances do veterano Vincent Lindon e da relativamente novata Soko, uma artista que também compôs a envolvente trilha sonora, este drama de época fornece um estudo febril sobre a loucura, a política sexual Vitoriana e o poder.

A crítica completa está disponível no site Variety

Cinema com Rapadura

por Mateus Almeida

Mesmo ao pecar em uma abordagem insuficientemente esclarecedora sobre a evolução e destino de suas principais personagens, “Augustine” ainda é um bom filme de estreia para a diretora Alice Winocour, que se mostra bastante equilibrada.

A crítica completa está disponível no site Cinema com Rapadura

Chicago Sun-Times

por Godfrey Cheshire

"Augustine" tem uma superfície muito atraente, especialmente nas ótimas atuações dos atores principais e nas belas imagens, mas o filme não é muito original em sua abordagem de um tema intrigante: o uso médico da "histeria" feminina em Paris, no século XIX.

A crítica completa está disponível no site Chicago Sun-Times

Estado de São Paulo

por Luiz Zanin

Alice Winocour dirige esse drama do sofrimento psíquico com sobriedade. Às vezes até com certo peso, mas é essa atmosfera mesmo que associamos à sociedade burguesa e repressiva da Europa do século 19...

A crítica completa está disponível no site Estado de São Paulo

Télérama

por Pierre Murat

"Augustine" é o filme de filme de estreia mais controlado que vimos em muito tempo. Cada plano é enquadrado com uma precisão meticulosa, cada cenário, cada figurino é escolhido com uma precisão maníaca. Tudo é calculado. Até demais.

A crítica completa está disponível no site Télérama

Zero Hora

por Marcelo Perrone

Na livre adaptação que faz em seu roteiro original, a partir dos arquivos deixados por Charcot, Alice Winocour constrói um registro bastante sóbrio especulando também o aspecto mais privado da conflituosa relação entre médico e paciente [...]

A crítica completa está disponível no site Zero Hora

Chronic'art.com

por Vincent Garreau

Neste filme morno, encontramos muito frequentemente situações superficiais, diálogos fracos, trocas de olhares que parecem falsas (especialmente a última, horrível), em outras palavras, uma falta de paixão, de possessão.

A crítica completa está disponível no site Chronic'art.com
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