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Mateus M
19 seguidores
20 críticas
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5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
José Padilha na direção e Wagner Moura atuando, excelente! Adorei a frase de inicio "Apesar das possíveis coincidências com a realidade, este filme é uma obra de ficção"
Ainda mais tenso e intrincado que o original, o roteiro nos mostra que o crime organizado no Brasil está mais organizado do que a gente pensa. Um filme campeão de bilheteria, e possivelmente o melhor exemplar de ação nacional desde sempre.
A sequência do filme que é sucesso nacional de bilheteria manteve sua qualidade, a obra fictícia que procura descrever e mostrar como é feita a corrupção policial e mostrar que essa série de trapassas é um sistema que passa pelos policiais, políticos, traficantes e até mesmo formadores de opinião presentes na mídia. Algumas coisas que estiveram presentes no filme 1 também estiveram presentes no segundo, como a forma de falar, narrar a história contada, além de sua estrutura. Com destaque para Wagner Moura (coronel Nascimento), André Ramiro (Matias) e Irandhir Santos (Fraga) e a direção de José Padilha o filme de 2010 incluiu drama, ação e assim como o primeiro bastante realismo. O filme começa com o motivo para que o coronel Nascimento perdesse seu título no Bope, uma missão mau sucedida na prisão de Bangu 1, que acabou com o assassinato dos líderes do tráfico de drogas depois que os mesmos se rebelassem e enfrentassem membros de outras facções. O incidente que repercutiu por todo o mundo depois do depoimento de Fraga, professor de história e juiz de esquerda que presenciou o acontecimento fez o Tenente-Coronel Nascimento perder sua vaga. Mesmo sem sua vaga no Bope, Nascimento também não foi muito prejudicado, se tornou membro da secretaria de segurança, aonde descobriu redes de trapaças e durante a trama iria descrevendo as novas fraudes que aconteciam enquanto o mesmo investigava os crimes. Fraga, que condenavam sempre que tinha oportunidade o coronel acabou se casando com a ex-mulher de Nascimento. Agora o ex-coronel tinha que seguir com a cabeça erguida mesmo distante da família, criticado por muitos e fora do emprego no qual ele realmente gostava. Essa obra que conta a realidade de nosso país pode ser caracterizado principalmente antes do começo do filme: "Apesar de possíveis coincidências com a realidade esse filme é uma obra de ficção". Esta nova trama contém "ingredientes" suficientes para um grande filme, entretanto se você procura um maior número de cenas de tiros e guerras, ao contrário do que mostrado em "Tropa de Elite" esse novo trabalho não tem muitas ocasiões do tipo.
Obra prima do ótimo José Padilha, único diretor Brasileiro ater um filme e sua sequencia como Obra primas. Aqui temos agora Coronel Nascimento ainda sem meios termos para bandido, agora exercendo a função de Secretário de segurança do Rio janeiro, depois de ser exonerado do cargo no BOPE. Temos um roteiro inteligente e mais que eficiente com cenas de ação pesadas e diálogos ótimos. Elenco de apoio muito bom que conta com a participação do ótimo cantor Seu Jorge. Filme merecia ter sido indicado a vários premios no óscar e inclusive ter ganho em algumas categorias como como melhor filme estrangeiro e Mixagem de som, mas... novamente o preconceito pelo cinema Brasileiro preponderou,já é tão difícil ter boas obras no cinema nacional e quando tem existe esse tipo de tratamento, como já houve com Cidade de Deus, Central do Brasil. Tropa de elite 2 consegue ser superior ao primeiro e é um marco do cinema nacional.
Tão bom quanto o primeiro! Se tiver o nono,acho que ainda sim não teremos cansado. O que demostra tamanha qualidade e profissionalismo do filme e de seu elenco. Minha crítica para o Tropa 1 fica valida para o segundo.
Menos ação que o “1”, mas o enredo na política brasileira deixou a continuação muito boa. Um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos; os dois melhores na categoria ação com certeza. Excelente crítica política e bom desenrolar da ação. E Wagner Moura está impecável. Se não gostou da minha crítica, “pede para sair”...
Este é um filme onde mostra-se a imprensa trabalhando para combater o crime organizado e a sua economia que gira num mundo paralelo à economia formal, no caso, crime de milícias + crime de corrupção política, além de mostrar um sistema com uma corrupção embutida em várias partes da sociedade até às esferas mais altas do poder, o governador do estado do Rio de Janeiro e Secretário de Segurança Pública. Parece que qualquer semelhança com o casal que comandou o referido estado por 8 anos, não será mera coincidência, porém vale ressaltar, por mais reflexiva que seja, ainda é uma obra de ficção.
E para quem ainda não assistiu, eu recomendo fortemente este filmaço, um campeão de bilheteria do cinema nacional e um dos melhores filmes nacionais que eu já assisti até hoje.
Um raríssimo exemplo de sequência dentro do cinema nacional que excede expectativas e supera o original em praticamente todos os sentidos. ''O Inimigo Agora é Outro'' ratifica e aprofunda todas as reflexões do filme anterior e apresenta um nuance das mazelas sociais antes pouco explorado : As consequências diretas da inação política na vida da população, e, em especial, no aspecto do combate ao crime causadas pela corrupção principalmente por meio do alinhamento de lideranças políticas com o crime organizado. Wagner Moura ainda mais brilhante como Capitão Nascimento.
Seguindo o mesmo caminho e sem deixar a dever e a desejar em nada ao seu antecessor - Tropa de Elite. Este filme vem mostrar e comprovar que o cinema nacional, pode e pode muito fazer bonito.
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