Nocaute
Média
4,3
639 notas

48 Críticas do usuário

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MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de março de 2023
[04/03/2017]

Gostei da atuação do 50 Cent no filme.
De modo geral o filme é bom, te entretém e é um bom passa tempo...
Edgard T.
Edgard T.

14 seguidores 63 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de outubro de 2015
Recomendo assistir. O filme te envolve de todas as maneiras possíveis com grandes reviravoltas e uma grande lição de vida. Você vai ficar com ódio de personagens que antes você ficava com pena, depois você fica agoniado por outras razões e depois você se envolve na torcida pelo protagonista de forma vibrante.
Jake Gyllenhaal demonstra uma excelente atuação com um personagem totalmente problemático e Forest Whitaker faz totalmente o que se espera dele.
Rodrigo M.
Rodrigo M.

11 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de dezembro de 2015
Um filme muito bom mais já vou logo avisando,seu gênero é drama pra quem não gosta de drama e assistir,quando for falar que é ruim não se esqueça que você por não gostar de drama não deveria ter assistido.
O filme passa uma realidade que pode acontecer com qualquer um famoso,ou até mesmo por pessoas normais sem fortuna alguma. Recomendo 100% para as pessoas que gostam de Drama e também para aquelas que adoram filmes inspirados em fatos reais,este filme não é inspirado em fatos reais mais como já disse nos passa uma realidade.
No final ele vai te passar morais super interessantes e uma delas é Tudo tem um preço,cada ação volta pra você.
Weber R.
Weber R.

8 seguidores 53 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de março de 2016
Filme assistido em 22/03/2016
"Nocaute" escapa de ser um filme abaixo da média graças às cenas de luta e o bom desempenho de Gyllenhaal
Bel M.
Bel M.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de janeiro de 2016
Adorei o filme , me lembrou mt Rocky em alguns momento.
Mostra como uma tragédia pode mudar nossas vidas , como agir por impulso pode nos trazer perdas irreparável .
As atuações estão ótimas .
Recomendo
Fabrício Madureira
Fabrício Madureira

6 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2018
Filme sobre um lutador que já esteve no topo, agora decadente e com um drama familiar. Já fizeram isso antes... Não traz nada de novo, e o final é previsível. Mas, é uma historinha clichê bem conduzida, que acaba prendendo a atenção. Não são duas horas desperdiçadas, mas não é filme para assistir duas vezes.
Marcio A.
Marcio A.

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2,5
Enviada em 16 de outubro de 2015
Roteiro recheado de clichês e previsível.
"50 Cent" como ator não vale nem isso, atuação digna de um filme dos Trapalhões.
Salvam-se a ótima atuação de Forest Whitaker e as excelentes cenas de luta que fazem do boxe a "Nobre Arte" e o esporte de maior plasticidade para o cinema.
Assista se você for muito fã de boxe, como eu sou.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Apesar do péssimo título nacional -­ southpaw, na linguagem do esporte, refere-­se à postura do lutador que posiciona sua mão direita à frente, geralmente um lutador canhoto -­ "Nocaute" conta o drama do lutador Billy Hope, invicto e atual campeão dos meio­-médios do boxe que sofre um grande revés na vida ao perder a esposa e a guarda da filha, e acaba entrando em depressão. E a missão de contar essa grande história ficou nas mãos de Antoine Fuqua, diretor mais conhecido por um prematuro grande sucesso (Dia de Treinamento, 2001), em parceria com o roteirista e criador da série popular "Sons of Anarchy" Kurt Sutter. Outros talentos como Jake Gyllenhaal, Forrest Whitaker e Rachel McAdams se uniram ao projeto, atraindo todos os olhos do mundo cinéfilo para esta grande produção.

Nocaute é um filme sobre "coração". O drama esportivo pode ser considerado um dos subgêneros mais emocionantes da sétima arte. São vários os filmes que fizeram, ao subir dos créditos, mais lágrimas caírem do que se alguém cortasse uma plantação inteira de cebola. Só no boxe há vários exemplos: os clássicos Rocky (1976) (chorar assistindo Rocky é obrigação sim!) e Touro Indomável (1980); O Campeão (1979), Menina de Ouro (2004), A Luta Pela Esperança (2005), O Vencedor (2010)... Algo comum no gênero, os elementos que nos causam tal sentimento quase sempre são os mesmos. Geralmente, um lutador não é um ser humano comum, costumam ser personagens notáveis por sua bravura dentro do ringue, bem como a superação, pois muitas vezes passam por situações extremamente adversas na vida e precisam "lutar" contra tudo e contra todos e o destino, sim, é bem comum o drama esportivo acreditar na fatalidade, na tragédia, no acaso, para que o protagonista possa cumprir uma missão predeterminada na vida.

É claro que todos esses elementos combinados podem nos dar a sensação de já termos visto algo bem parecido em outros filmes, o que popularmente chamamos de "clichê". Uma história totalmente original ou uma reversão dos elementos do gênero tem uma capacidade enorme de nos deixar boquiabertos e surpresos ­ o que é muito bom ­ mas nem todo clichê é ruim, se bem empregado ou combinado com outros elementos que façam o espectador "suspender a descrença" durante o filme. Há exemplos no esporte que poderiam facilmente ter virado filmes dinos de Oscar. Alguns deles, a revanche entre Frankie Edgar e Gray Maynard pelo UFC 125 em 2011, ou o combate entre Anderson
Silva e Chael Sonnen pelo UFC 117. Duas lutas épicas, com reviravoltas e desfechos tão espetaculares que, se houvessem acontecido em um filme, seriam consideradas improváveis e até clichês. Recomendo que assistam essas lutas para terem outra visão
sobre o assunto.

Falando agora do filme, não é novidade que os clichês do gênero estão muito presentes sim. De início, somos apresentados aos principais personagens. Billy Hope -­ confesso que acho muito brega esses nomes pouco sutis que os filmes norte-­americanos usam, como este, já que "hope" quer dizer esperança em inglês -­, sua esposa Maureen (Rachel McAdams) e seu agente Jordan (50 Cent). Não precisamos de muito tempo e explicação para perceber exatamente as principais características de cada personagem, seja por suas atitudes, por suas vestimentas ou por suas falas, e isso é muito bom. A direção de Fuqua nos coloca quase que imediatamente dentro da luta. Os closes e sincronismo da ação são obras de uma cinematografia impressionante, muito bem executados e detalhados com o auxílio do diretor de fotografia. Posteriormente, entram em cena sua filha Leila (Oona Laurence) e seu futuro treinador Tick Wills (interpretado muito bem pelo sempre competente Forrest Whitaker, embora "will" em inglês signifique força de vontade, lembram o que eu disse sobre nomes?).

Nocaute tem alguns problemas já no seu início, onde a mão pesada de Fuqua na direção deixa o filme exagerado e sempre um tom acima, seja na relação familiar de Billy com sua esposa e filha, as provocações do rival Miguel Escobar (Miguel Gomez), e algumas cenas soltas (toda a ostentação da familia Hope e o evento beneficente) que culminam no evento trágico conhecido como primeiro ponto de virada, a morte de sua esposa. Toda essa introdução bem exagerada soa um tanto artificial e bizarra -­ lembrando outro filme criticado pelo mesmo motivo, "Um Domingo Qualquer" (1999) - embora tais eventos fossem necessários para que a vida de Billy chegasse ao fundo do poço e Jake desse início a mais uma atuação monstruosa na carreira. A impressionante transformação física de Gyllenhaal e sua dedicada interpretação vêm para coroar a grande fase de um ator que eu defendo ser um dos melhores dos últimos 10, 15 anos. Embora ainda seja prematura qualquer especulação, imagino que uma indicação ao Oscar esteja ao seu alcance mais uma vez, pois o filme faz o suficiente para sustentar a indicação.

Apesar do roteiro, enquanto acompanhamos a degradação da vida de Billy, vale muito a pena reparar em outros aspectos do filme, que combinam muito bem. A trilha do recém falecido James Horner (Titanic, Coração Valente) consegue tocar a emoção do espectador com as melodias pontuando precisamente com as imagens e a fotografia de Mauro Fiore (Avatar) é uma das melhores do ano. As atuações do elenco, especialmente Jake e Forrest, são cheias de vigor e coração, características que todo grande lutador deve ter. O filme demora a engrenar, mas consegue. Poderia ter sido um filme muito melhor, é verdade e até usarei de um clichê para descrever o que poderia ter sido feito: menos é mais. Lição simples, mas que muitos cineastas ainda não aprenderam.

Portanto, o filme realmente funciona porque é um melodrama que não tem vergonha em se assumir como tal -­ a direção de Fuqua chega a surpreender de tão boa em relação aos seus últimos trabalhos, mas o roteiro é brega, impedindo que o filme se leve mais a sério. Partindo do princípio que o espectador se deixe envolver pela história, o filme prende a atenção e tem capacidade de emocionar a platéia. O resultado de tudo isso é um guilty pleasure fantástico, ou para que não conhece o termo, um maravilhoso filme ruim, que vale a pena ser visto.
@AssistaNetflix
@AssistaNetflix

5 seguidores 29 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de janeiro de 2019
Fugindo do clichê dos filmes de luta, esse excelente filme vai lhe emocionar e lhe dá uma lição de vida. A boa atuação de jake gyllenhaal da uma experiência empolgante ao filme, assista e nós conte o que achou. Super recomendo!!
Matheus A
Matheus A

3 seguidores 27 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de dezembro de 2018
Um filme legal com ótimo elenco, a história simples de alguém tentando dar a volta por cima, mas eu penso ele era o campeão mundial de tudo sem nunca ter perdido mais de 40 lutas e ele tinha mais o que aprender? Eu achei muito estranho, o filme é totalmente previsível e segue como o esperado.
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