Vício Inerente
Média
3,3
171 notas

20 Críticas do usuário

5
2 críticas
4
8 críticas
3
6 críticas
2
1 crítica
1
2 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de maio de 2015
Eu esperava muito mais deste filme, mas o ator Joaquim Phoenix acaba salvando com suas sempre ótimas atuações.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de junho de 2016
Alguns filmes não precisam explicar bem o porquê da trama, sub trama ou mesmo o material em que foi inspirado.
Esta produção independente foi baseada no livro de Thomas Pynchon, adaptado pelo cineasta Paul Thomas Anderson e reúne um elenco estelar entre protagonista, secundários e participações especiais.
Joaquim Phoenix vive o Doc, um hippie investigador particular que a pedido de sua ex namorada (Katherine Waterston), investiga o desaparecimento do multimilionário Michael Z. Wolfmann (Eric Roberts).
Não tente forçar os neurônios tentando entender as várias narrativas que surgem a partir desta investigação. Meu conselho é, entre na viagem e curta a jornada. Tem crime, humor, ironias.... No final, de alguma forma, fará sentido.
Desfilam pela tela Josh Brolin, Owen Wilson, Reese Witherspoon, Jena Malone, Benicio Del Toro, Martin Short, entre outros.
Curiosidade. Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Figurino.
Nota do público: 6.7 (IMDB)
Nota dos críticos: 74%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $8 milhões
Mundo - $14 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de junho de 2016
Adaptação do livro de Thomas Pynchon tem de tudo um pouco: hippies, sexo, drogas, rock n' roll, o groove na música da década de 1970, tramas policiais, exploitation e uma história de detetive típica do Cinema Noir.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de abril de 2015
O filme é legal, tem umas piadas e situações divertidas, mas é extremamente longo, isso acaba deixando o longa cansativo e deixando espaçado a trama, rodando em círculos, fora que é uma overdose de Joaquim Phoenix por quase 3 horas, ele esta em todas as cenas.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Gosto dos filmes de Paul Thomas Anderson pela sua novidade sempre presente no ar. Quando estamos falando de uma história com começo, meio e fim como Sangue Negro não há muito espaço para experimentalismos (embora visualmente eles existam aqui e ali), mas quando filmes como Magnólia decidem discutir a respeito da própria realidade que os cerca, é a ambição filosófica que permeia toda a película que faz valer cada minuto dessa experiência.
Julio Davila
Julio Davila

17 seguidores 64 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2015
Engraçado e estiloso, novo filme Paul Thomas Anderson diverte especialmente fãs do diretor

Mais novo filme de Paul Thomas Anderson, Vicio Inerente é uma obra irreverente mas carregada da clássica perfeição técnica de Paul Thomas Anderson, sendo indicada ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Fantasia.
O protagonista do filme é Larry “Doc” Sportello (excelente performance de Joaquin Phoenix, uma das melhores do ano que ridiculamente não foi indicada ao Oscar, que aparenta ser o novo Philip Seymour Hoffman de Paul Thomas Anderson e ao que tudo indica vai fazer muitos outros filmes com o diretor) um detetive privado que esta constantemente drogado e é encarregado a investigar uma série de casos que se conectam de maneira estranha e confusa (um dos charmes do filme). Doc vai encontrando diversos personagens curiosos como Bigfoot (surpreendentemente solida performance de Josh Brolin), Sortilege, uma espécie de cigana vidente (Joanna Newsom), Shasta Hepworth sua ex-namorada que o procura para salva-la da situação na qual ela se encontra (Katherine Waterston), Sauncho Smilax (Benicio Del Toro) o advogado de Doc, que por algum motivo defende Doc, apesar de ser especializado em Direito Marinho e Penny Kimball (Reese Witherspoon) que é a mais nova “namorada” de Larry “Doc” Sportello. Todos esses e mais alguns personagens memoráveis compõe esse filme que não pode ser definido. Será um aventura hippie? Uma comédia policial? Um filme histórico sobre os Anos 70? Pode ser tudo isso ao mesmo tempo mas a única certeza que se tem sobre esse filme é que ele é impressionantemente executado, reunindo performances excelentes (esse é um dos poucos filmes que vi que não tem absolutamente nenhuma atuação ruim. Todos os atores executam seu papel da forma ideal e utilizam seu tempo em cena para brilhar, cada um a sua maneira, cada um com seu talento), cinematografia belíssima (outra coisa comum em filmes de Anderson) que retrata detalhes dos Anos 70 e apresenta cenários incríveis que impressionam todo tipo de espectador e outro sensacional roteiro escrito pelo diretor, com tiradas cômicas e diálogos sensacionais principalmente aqueles que envolvem o eternamente confuso e doidão protagonista. O filme dividiu opiniões de críticos nos EUA que esperavam um filme intelectual e complexo, como outros filmes do diretor mas esse filme exala Paul Thomas Anderson e qualquer um que aprecie filmes do incrível diretor tem que assisti-lo assim que puder.
Definitivamente não é tão bom quanto Magnolia, Sangue Negro, Boogie Nights ou O Mestre. Mas isso seria pedir demais.

Nota: 8/10
alyssOnLine
alyssOnLine

7 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de abril de 2015
Muito louco! É confuso devido às várias tramas e subtramas e tem muitos personagens. Mas tem momentos surreais e bem divertidos.Ótimo elenco.
Lucas Augusto Campos
Lucas Augusto Campos

5 seguidores 38 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de abril de 2015
Leia a crítica do filme VÍCIO INERENTE no link do blog a seguir:
Romulo M
Romulo M

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de junho de 2020
Obra prima subestimada do sempre genial Paul Thomas Anderson, adaptado do livro homônimo do escritor americano Thomas Pynchon. Aparentemente não adaptável para o cinema devido as comumentes complexidades e peculiaridades das obras de Pynchon, Thomas Anderson faz um belo trabalho, com um roteiro impecável, excelente trilha sonora de Jonny Greenwood (guitarrista da banda britânica Radiohead, que colaborou em outros filmes de Thomas Anderson), fotografia belíssima, a cargo do sempre excelente Robert Elswit, um elenco de tirar o fôlego (Joaquim Phoenix, Josh Brolin, Benicio Del Toto, Katherine Waterston e Owen Wilson) com atuações pra lá de espetaculares, com destaque para uma das melhores atuações de Joaquim Phoenix (assim como em: o mestre, também de Thomas Anderson), que caiu como uma luva no papel de "DOC" Sportello, neste Thriller lisérgico numa Califórnia hippie do inicio dos anos 70. Josh Brolin também arrasa no papel "Bigfoot" Bjornsen, em uma das melhores atuações da carreira. Uma ode ao amor livre e ao fim da era hippie que perdia força no inicio dos anos 70 nos EUA. Cômico, insano e WTF. Recomendadíssimo, um dos melhores filmes da década.
Caio Z.
Caio Z.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de abril de 2015
O diretor de Magnolia, Boogie Nights e Sangue Negro, mais uma vez, não decepciona em sua produção. Paul Thomas Anderson em todas suas obras, desafia o espectador a cada cena, desafia o poder de compreensão de cada um e joga a vontade com nossa mente, e, em Vício Inerente, o jogo se repete. Baseado no livro de mesmo nome de Thomas Pynchon, o roteiro é absurdamente bem trabalhado, com diálogos profundos e desenvolvidos. O filme é cheio de figuras de linguagem, estilo que Anderson já nos acostumou a ve-lo produzir. Muitos podem achar o filme confuso, mas de maneira alguma ele é. Vício Inerente exige do espectador, e não só sua total atenção, mas sua inserção na atmosfera neblinosa e alucinógena desenvolvido por Anderson. É um daqueles filmes que precisamos assistir duas vezes para compreender minuciosamente cada passo dado pelos personagens, como seus objetivos e suas vidas se cruzam durante o longa, de forma bastante casual. É Joaquim Phoenix o responsável por transmitir toda essa essência. Ele vive Doc, um investigador particular hippie que parece ser o elo de todas as histórias. Phoenix passa bondade, calma e inteligência que chega a contagiar. Ótima atuação. Se destaca também fotografia estimulante e convidativa, trilha sonora pacífica e acolhedora. É frustrante ter de me conter com apenas uma "mini critica" para esse filme, pois poderia apontar ainda as atuações de Owen Wilson e Josh Brolin, o design de produção de David Crank, o figurino de Mark Brigdes, entre vários outros elementos, mas fica a mercê da curiosidade do leitor assistir. (Nota pessoal: um dos melhores filmes de 2014).

Para mais críticas, procure por Minicrit no Facebook.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa