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Um visitante
0,5
Enviada em 24 de junho de 2021
É um humor cheio de piadas prontas,algumas gags bastante conhecida no gênero e muito exagero por parte de Sacha Cohen. Acredito que ele quis fazer algo parecido com o que Chaplin fez em "O Grande Ditador" e errou miseravelmente.
Este filme é só um besteirol que vai enjoando a medida que o filme avança. As piadas vão perdendo a graça e o que resta é só uma história bem chatinha!
Filme tem comedia escrachada com conteúdo inteligente,tem boas piadas com sequencias muito bem pensadas,tira sarro de ditadores,mas também não poupa os ocidentais.
O tema central do filme é apresentar uma crítica, usando o humor negro, como subterfúgio.
O filme como entretenimento é de péssima qualidade, usando e abusando de humor negro e utilizando excessivas cenas de nudez, como humor. Entre tanto, talvez, como crítica cumpriu o seu papel.
Sacha Baron Cohen possui o melhor de duas comédias que particularmente gosto muito: a com estilo pastelão e a com piadas ácidas, de um humor negro que só é permitido pelas cenas absurdas que sugerem que devemos suprimir nosso sistema moral por cerca de uma hora e meia.
Filme sensacional mostra realidades e trabalha o humor em cima disso, critica o sistema político e a escravidão, mostra o preconceito de forma humorada e a realidade de hoje em dia, e consegue ser tudo de bom em humor resumindo isso tudo .....excelente. muitos que não gostaram não entenderão bem o que o filme quis transmitir.
ATENÇÃO, A CRÍTICA CONTÉM SPOILERS SOBRE O ENREDO. SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AO FILME E PRETENDE ASSISTIR, CONSIDERE ISSO ANTES DE LER.
O filme é excelente e hilário. Contém profundas critícas políticas, que parecem ter passado despercebidas à maioria da crítica brasileira, rasa demais para perceber. Por exemplo, quando Aladeen toma o controle da Quitanda e pendura um quadro da Zoey, ilustrando o que se passa em grande parte das ditaduras: o "ditador" é um fantoche e quem comanda de fato são os artífices que estão por trás. O Ditador ri da Direita (o torturador americano estereotipado) e da Esquerda, (a Zoey dizendo que a porto-riquenha deficiente é muito útil para a quitanda), ri de ditaduras (o chinês) e de democracias (o discurso na ONU comparando os EUA a uma ditadura), ri da imprensa como na hilária cena em que o jornal noticia a prisão do "Said Ademergencia". Raríssimo exemplo de comédia escrachada com conteúdo. Filme para poucos.
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