Embora Sacha Baron Cohen tenha uma timing bem peculiar para a comédia, não podemos falar o mesmo de Larry Charles, que tem como o seu maior pecador dirigir um filme de comédia anti-clímax, mesmo tendo um bom argumento nas mãos. E é exatamente por estes momentos que a película se salva e diverte, embora nem todas as piadas funcionem. É repleto de críticas sarcásticas a supremacia ditatorial de alguns líderes que abusavam do poder em suas posses. O exagero de algumas situações beiram o escatológico e pontuam o ofensivo para alguns mais fanáticos. Como o gênero comédia é um dos mais pessoais, irá variar de pessoa para pessoa.
Não é a melhor comédia de Sacha, mas dá pra dar umas boas risadas. Eu li algumas criticas negativas sobre o filme. Principalmente por ser uma comédia preconceituosa e com piadas de mau gosto. Eu discordo. Achei que as piadas levavam ao bom senso do protagonista a este nível. É quase uma busca da razão só que com humor. Também acho que o melhor jeito de levar as coisas agora é através de comédia. Eu estou um tanto quanto farto das histórias de espionagem, guerra e politicagem que há entre EUA e Oriente Médio. A missão de filme BESTEROL é cumprida com louvor. Daqueles exagerados. Por isso eu não aconselho para pessoas mais velhas ou pessoas muito sérias. Definitivamente, não assista com seu pais, avós, tias ou que seja. É um filme para você ver com amigos ou sozinho. Não é de chorar de ri, mas dei umas 3 ou 4 gargalhadas.
Muito engraçado. É sarcástico e tem altas doses de humor negro. Piada politicamente correta funciona? Não mesmo, por isso é um bom filme. As piadas são altamente críticas e tocam na ferida e mazelas da sociedade, principalmente nos problemas democráticos de governos com falsa democracia que condenam os governos totalitários. Ixpugante!!!
O ditador é um filme de comédia que contou com a direção de Larry Charles e roteiro de Sacha Baron Cohen, Alec Berg, David Mandel e Jeff Schaffer. O filme conta a história do general almirante que é o ditador da República da Wadiya (país fictício) Aladeen ( Sacha Baron Cohen). Ao ser ameaçado de morte, resolve ir a Nova York para uma reunião da ONU, onde se espera que faça um discurso em prol da democracia em seu país. Porém, o general sofre um atentado e colocam um sósia em seu lugar. Agora o verdadeiro general deve fazer o possível para reconquistar o seu poder. Não é nenhuma novidade em dizer que o filme tem muitas piadas de mal gosto e ofensivas, afinal Cohen está em seu melhor tipo de papel e em sua melhor forma. Ainda cabe uma passada de pano para o humor do filme, pois as piadas giram em torno da “inocência” do personagem dele. Daí é um humor que não se torna preconceito e sim demostra a hipocrisia. A inserção de personagem com a Zoey (Anna Faris) reforça o que eu acabei de falar: uma feminista natureba. A história funciona bem e o filme é curto. O filme poderia até funcionar melhor sendo um curta, retirando piadas mais nojentas (como o caso da masturbação) O lado interessante foi o discurso de Aladeen na ONU, na qual demostra o verdadeiro interesse dos EUA em “democratizar” países do Oriente Médio. Algo que ainda não mudou. Essa crítica do filme ainda está muito atual.
O Ditador é uma comédia completamente esdrúxula. Eu ri bastante, mas em vários momentos fiquei pensando “meu Deus, que horror” — e claramente essa é a proposta do filme. O humor é exagerado, politicamente incorreto e desconfortável de propósito, usando o absurdo pra criticar poder, ego e autoritarismo. Não é pra todo mundo, mas se você entra no clima do exagero, funciona.
A nova comedia estrelada eante escrita pelo comediante desta vez esta em sua mira judeus negros mulheres arabes o filme nao tem piadas emprovisiadas como borat e bruno é roterizado mas é u otimo e garante gargalhadas é uma historia atrevida logo na abertura surge a primeira piada vale a pena assistir é bom Sacha Baron Cohen vai ao ataque afiadisimo.negros defcientes e gays na verdade critica sobre a sociedade atual . o Comediante mostra -se uma metralhadora verbal capaz de bricar com assuntos serios sem poupar nada e nem niguem
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