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Pedro R.
32 seguidores
46 críticas
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3,5
Enviada em 15 de maio de 2013
Não é a melhor comédia de Sacha, mas dá pra dar umas boas risadas. Eu li algumas criticas negativas sobre o filme. Principalmente por ser uma comédia preconceituosa e com piadas de mau gosto. Eu discordo. Achei que as piadas levavam ao bom senso do protagonista a este nível. É quase uma busca da razão só que com humor. Também acho que o melhor jeito de levar as coisas agora é através de comédia. Eu estou um tanto quanto farto das histórias de espionagem, guerra e politicagem que há entre EUA e Oriente Médio. A missão de filme BESTEROL é cumprida com louvor. Daqueles exagerados. Por isso eu não aconselho para pessoas mais velhas ou pessoas muito sérias. Definitivamente, não assista com seu pais, avós, tias ou que seja. É um filme para você ver com amigos ou sozinho. Não é de chorar de ri, mas dei umas 3 ou 4 gargalhadas.
Muito engraçado. É sarcástico e tem altas doses de humor negro. Piada politicamente correta funciona? Não mesmo, por isso é um bom filme. As piadas são altamente críticas e tocam na ferida e mazelas da sociedade, principalmente nos problemas democráticos de governos com falsa democracia que condenam os governos totalitários. Ixpugante!!!
O ditador é um filme de comédia que contou com a direção de Larry Charles e roteiro de Sacha Baron Cohen, Alec Berg, David Mandel e Jeff Schaffer. O filme conta a história do general almirante que é o ditador da República da Wadiya (país fictício) Aladeen ( Sacha Baron Cohen). Ao ser ameaçado de morte, resolve ir a Nova York para uma reunião da ONU, onde se espera que faça um discurso em prol da democracia em seu país. Porém, o general sofre um atentado e colocam um sósia em seu lugar. Agora o verdadeiro general deve fazer o possível para reconquistar o seu poder. Não é nenhuma novidade em dizer que o filme tem muitas piadas de mal gosto e ofensivas, afinal Cohen está em seu melhor tipo de papel e em sua melhor forma. Ainda cabe uma passada de pano para o humor do filme, pois as piadas giram em torno da “inocência” do personagem dele. Daí é um humor que não se torna preconceito e sim demostra a hipocrisia. A inserção de personagem com a Zoey (Anna Faris) reforça o que eu acabei de falar: uma feminista natureba. A história funciona bem e o filme é curto. O filme poderia até funcionar melhor sendo um curta, retirando piadas mais nojentas (como o caso da masturbação) O lado interessante foi o discurso de Aladeen na ONU, na qual demostra o verdadeiro interesse dos EUA em “democratizar” países do Oriente Médio. Algo que ainda não mudou. Essa crítica do filme ainda está muito atual.
Como é bom assistir a um filme que debocha sem dó nem piedade do falso moralismo e da hipocrisia da sociedade norte americana, com sua democracia que na verdade faz 1% de sua população acumular quase tudo que o país produz... Sacha continua esculachando com os EUA e em O DITADOR ele joga uma isca para que o público pense que ele está mais contido, mas a última frase do filme revela que quem pensou assim fez papel de idiota. O cara continua tão politicamente incorreto como sempre foi...
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