Sob a Pele
Média
2,4
403 notas

72 Críticas do usuário

5
7 críticas
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10 críticas
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8 críticas
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14 críticas
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Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de setembro de 2015
Um alienígena (Scarlett Johansson) chega à Terra e começa a percorrer estradas desertas e paisagens vazias em busca de presas humanas. Sua principal arma é sua sexualidade voraz... Mas ao longo do processo, ela descobre uma inesperada porção de humanidade em si mesma. Sob a Pele tem uma Historia Interessante e so , filme meio Parado e Chato Mesmo com Uma Boa atuaço de Scarlett Johansson o filme deixa a deseja nota 4.5/10
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Sob a Pele é surreal, e dirigido de uma forma pouco convencional. Mas é ai, na maneira como é filmado que mais me incomodou.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
_Sob a Pele_ lembra um remake de um trash e obscuro dos anos 70 cujo estilo é mimetizado, o que tem tudo a ver com a história da alienígena que finge ser uma humana e seduz homens para "comê-los". Dentro desse aspecto do filme também há vários bons motivos para escolher __Scarlett Johansson__ nesse papel, e ser uma "musa corporal" é apenas um deles. Atraindo sempre homens solitários através da mesma técnica de se fingir de perdida, são unicamente eles os responsáveis por serem suas vítimas, tanto que ela apenas tem a missão de verbalizar, andar, tirar a roupa.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2024
O filme entrega uma grande metáfora sobre existencialismo e humanidade, representado por um ser alienígena que abusa de sua sexualidade para atrair as presas. Mesmo para quem não tenha entendido no começo, e de fato, sem informação preliminar do que se espera, o público poderá ficar perdido tentando entender, já que há poucos diálogos e cenas aparentemente desconexas. Mas o fechamento é conclusivo, sem pontas soltas e efetivo. Porém é um filme chato, cenas repetitivas que dão a impressão que estão em um looping.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de maio de 2014
Um filme muito estranho e louco. Não dá para dizer se é bom ou ruim. História maluca e enredo complicado e pouco ou nada explicativo. Embora a parte técnica tenha sido boa, você assiste o filme e sai sem saber sobre o que o Diretor queria dizer com ele. Dizer que ela é um alien é apenas uma maneira de tentar explicar. O filme nada diz sobre isso. Poderia ser uma pessoa mutante, da própria terra. A única coisa que salva o filme é a atriz Scarlett Johansson, não só pela interpretação, mas também por sua beleza e com um corpo invejável, com e sem roupa. Outro detalhe também estranho é a pouca quantidade de diálogos. O filme é quase todo mudo. Todas as falas dos atores e coadjuvantes caberiam em apenas 5 folhas de papel. Se você tem curiosidade por um filme diferente, assista.
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de janeiro de 2016
Comecei a assisti por acaso. Estava se iniciando na tv a cabo e vi a atriz, que, evidentemente, é sempre um deleite, razão pela qual abri a sinopse e resolvi assistir. Primeiramente, a sinopse poderia ser diferente, o filme ficaria mais interessante se eu não soubesse do principal detalhe do filme. É aquele tipo de filme que os "cultos" adoram rotular como filme culto e que o resto das pessoas do mundo não vão gostar, pois são "incultos". Realmente, o filme aborda a solidão, poderíamos refletir sobre o que somos debaixo da nossa pele, porém, vejo este filme de uma forma muito mais mundana e direta. Conseguiram convencer uma atriz de nível mundial, que atrai público por si só, ofereceram um excelente cachê e tentaram arrecadar em cima do roteiro, isto fica evidente em diversas partes e propagandas de produtos e serviços. O filme é sim monótono, chato e só melhora um pouco do meio para o fim.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de dezembro de 2024
Experiência artística e memorável, mas seu ritmo lento é um desafio.
Jonathan Glazer, conhecido por desconstruir ícones de Hollywood, transforma Scarlett Johansson em uma alienígena sexualizada em Sob a Pele. A nudez da atriz chamou atenção, mas o filme é uma obra experimental, perturbadora e lenta. Baseado no livro de Michel Faber, a trama segue uma alienígena que seduz e mata homens para se alimentar, mas começa a questionar sua identidade humana após libertar uma vítima com neurofibromatose.

Com uma fotografia escura e efeitos modestos, o filme cria uma atmosfera densa e surreal. Glazer oferece uma experiência artística e desafiadora, inesquecível para quem busca algo além de entretenimento.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 6 de outubro de 2014
É curioso,que chega a espantar.Sob a Pele,consegue dividir opiniões.O filme não é nenhuma super produção,que possa realmente impressionar.Mesmo com a talentosa,Scarlett Johansson sendo o grande centro das atenções,o filme não consegue engrenar.É até legal ver o início,as imagens escuras,com toques que causam algum tipo de arrepio desnecessário.Onde a cada momento,a personagem de Scalett se ver "abocanhando" alguns homens na redondeza.Isso é aceitável e muito curioso,como disse ali no início.Mas as cenas parecem que se repetem ao longo do filme.Não explorando mas a boa atuação de Scarlett.Forçando muita das vezes o ridículo por parte dela.Tem bons momentos,que poderiam ser melhor explorados,mas fica no quase.
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de junho de 2015
O filme tinha Scarlett Johansson e uma ideia excelente para desenvolver, porém tornou-se cansativo e poetizado demais. As cenas são longas, com takes artísticos e faz-nos pensar oque estará por vir, mas na cena seguinte nada de interessante acontece. Uma alienígena que atravessa sistemas solares, galáxias, mundos ocultos mas sem nave espacial, sem poder , enfraquecida , simplória e que é dizimada em fogo quando isto poderia ter acontecido todas as vezes que adentrasse uma atmosfera. Filme pobre que explora um campo e o desperdiça. Pra dormir é ótimo. Pra dormir...
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de junho de 2014
Acho que muitos filmes trazem em seu título a chave para sua compreensão. Sob a Pele é um deles. Afinal, o que nós humanos do planeta Terra somos embaixo de nossas peles, de nossa aparência física, de nossos corpos? A alienígena vivida por Scarlett Johansson vai descobrir isso, aos poucos. Vestindo uma roupagem humana, bela e atraente, ela seduz homens jovens, sedentos por sexo, para uma armadilha. São as vítimas do "quarto escuro" - cenas de construção visual indescritível e que só iremos compreender completamente lá pela metade do filme. Eles não serão mortos num primeiro momento, mas ficarão presos, como que congelados, até que suas entranhas, se decomponham, e reste de seus corpos somente suas peles. Que talvez sejam usadas para "vestir" outros alienígenas. Talvez. Porque Sob a Pele é um filme que dá pouca informação, muita sugestão, e deixa várias perguntas no ar.

Se você se incomoda com filmes pouco ortodoxos, tudo bem. Mas a proposta do filme de Jonathan Glazer, mais do que contar uma história é propor um experimento visual, sensorial e filosófico. A alienígena vivida por Scarlett Johansson é num primeiro momento como que uma vampira sem dó nem piedade, que não deseja o sangue de suas vítimas, mas seus corpos. Aos poucos ela irá observar e captar a riqueza e a variedade humana do planeta, e vivenciar os atos de bondade, solidariedade, compaixão e gentileza de que um humano é capaz, sem no princípio compreendê-los ou lhes dar valor.

"Vestida" num corpo humano, ela tentará compreender e experimentar o que é sorrir, chorar, se deliciar com uma fatia de bolo de chocolate. Quando ela encontra em seu caminho um jovem com uma doença degenerativa que lhe desfigura o rosto, um sentimento humano de compaixão a faz libertá-lo. Cansada de ser uma predadora de homens, ela foge, se escondendo na floresta, onde seu parceiro alienígena não poderá encontrá-la. Mas lá, agora frágil por esta porção humana que se apoderou dela, ela irá conhecer o outro lado do ser humano, o lado obscuro, egoísta, abusivo, violento, ignorante e intolerante, que irá cruzar o seu caminho na figura do último homem com quem ela fará contato neste planeta. Descobrindo agora o sofrimento pelo qual um humano pode passar, ela irá decidir se despir desta pele humana.
Sob a Pele é, sim, um filme de ficção científica. Mas menos interessado em nos bombardear com efeitos especiais mirabolantes, e mais interessado em descobrir a nós mesmos através do olhar do outro, no caso, uma alienígena de passagem pela Terra. O filme fez furor quando exibido no Festival de Cannes ano passado, por apresentar cenas de nudez da atriz Scarllett Johansson, razão pela qual ficou famoso e passou a atrair a atenção do público. Mas quem for assisti-lo por esta única razão ficará decepcionado. Este é um estranho filme onde há mortes, mas não há sangue - e pouca violência - e onde há muita nudez, mas nenhuma cena de sexo. Sob a Pele é um filme elegante, de belas imagens, quase de sonho, que comprovam o talento e bom gosto do diretor Jonathan Glazer. Além de uma convincente atuação de Scarlett Johansson, Sob a Pele tem em seus pontos altos a trilha sonora de Mica Levi , que ajuda em muito a criar o clima do filme.

Por sua proposta ousada e sua originalidade na linha narrativa e construção das cenas, o filme infelizmente irá agradar a poucos. Sob a Pele se enquadra na categoria de filmes cult, que uma pequena legião de fãs irá ver e rever, desconstruindo e decifrando seus significados visuais. Se você não estiver disposto a este tipo de interação com um filme, poderá de igual maneira apreciá-lo, porque além de sua aparente estranheza, Sob a Pele não é tão radical quanto o recente Upstream Color ou tão hermético quanto os filmes de David Lynch. Tudo pode ser dito a respeito desse filme, menos que seja comum. Sua bela e estranha atmosfera faz com que ele fique em nossa memória dias depois de o termos assistido, o que não deixa de ser um grande elogio em comparação com a maioria dos filmes banais que chegam às telas dos cinemas hoje em dia.
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