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Davi Soares de arruda Duarte
1 seguidor
10 críticas
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5,0
Enviada em 3 de setembro de 2020
ALERTA SPOILER: O resgate do soldado ryan não é um filme mais ou menos nem ótimo é uma Obra-prima do cinema e de Steven Spielberg. O filme retrata os horrores da guerra mas não em que nem em "Corações de ferro" (FURY) (2014) é um filme muito violento e fraco. O resgate do soldado ryan consegue ser um filme não só sobre a guerra mas também a importância da perda de alguém querido ou um amigo e no filme Capitão Miller e sua equipe tentam entregar uma mensagem ao soldado Ryan e conseguem mesmo com muitas perdas de soldados. Bom esse filme é bom para ver com Adolescentes com +16 Anos.
Uma obra de arte dirigida por Steven Spielberg, com um filme de 3 horas que em raros momentos deixa a peteca cair. Sua construção é trabalhada em cima de dilemas e reviravoltas que se interligam... Um dos melhores filmes, senão o melhor, filme de guerra que já vi. Final excelente. Vale muito a pena assistir.
Com uma sequência visceral de abertura,onde temos uma bela edição de som,uma maravilhosa fotografia,um movimento de câmera muito ágil,mostra que Spielberg veio pra mostrar ainda mais sua competência,mesmo já tendo realizado muitos outros grandes clássicos de diferentes gêneros.E mesmo antes já tendo dirigido "A Lista de Schindler",consegue fazer outro filme de Guerra ainda mais perturbador."O Resgate do Soldado Ryan" é implacável.Os 27 minutos iniciais mostra que você não irá perder seu tempo,e os outros 30 minutos finais solidifica esse filme como o melhor filme já feito no gênero.
Esse filme é realmente uma verdadeira obra de arte, onde se protagonisa a história do resgate do soldado Ryan, e a perseverança e fidelidade de companheiros de farda, que é um elo efêmero como o sentimento de irmãos, mesmo com tantas dificuldades e ataques bélicos do inimigo, eles não desistiram de buscar lo, esse é um filme cheio de emoções e cenas de tirar o fôlego, super recomendo para assistir com seus familiares e amigos.
Poucas coisas são tão deslumbrantes do que os filmes de guerra. Participar de um ato de guerra proporciona mais adrenalina do que quase mais nada pode proporcionar. A guerra é simplesmente viciante. E os filmes artísticos conseguem retratá-la com ainda mais beleza. O remake de Nada de Novo no Front é impecável e cruelmente belo. 1917 é estética pura. The Hurt Locker, da Katherine Bigelow, é atroz e ao mesmo tempo lindo. Até o jogo de PlayStation 2 Medalha de Honra: Frontline consegue ser mais realista e mais justo do que o Resgate do Soldado Ryan. Frontline é um jogo de guerra honesto e viciante. No filme do Resgate, só o que vemos é ódio e sofrimento, o tempo inteiro. Uma angústia perdida e sem sentido. Guerra não é sentimento. Muito menos ódio. É estratégia bruta, um jogo mortal onde o melhor se sobrepõe, uma disputa cruel, mas guiada pela adrenalina esmagadora, que pesa em seu peito e que jorra em seu cérebro. The Hurt Locker mostra que até mesmo os piores aspectos da guerra podem servir como uma visão poética do viver humano. O desespero confunde-se facilmente com amor. A violência, com compaixão pelo existir da vida no planeta. Círculo de fogo, ambientado na Rússia, é quase orgástico. A guerra não deve ser retratada como algo ruim, do qual devemos fugir. Porque ela é como quase todas as demais invenções humanas: contraditória (razão e emoção lado a lado). E é nisso que reside sua beleza. E só o cinema pode englobar isso.
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