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Um visitante
2,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2015
-É um filme sem nenhuma proporção.Lançado quase que simultaneamente ao Branca de Neve e o Caçador,esse consegui ser bem pior do que o outro título.História super forçada,sem originalidade em nada,exceto em algumas cenas que já são bem previsível na história. Lily Collins consegue se empenhar muito no filme,a única coisa mas legal foi ter visto ela em cena...
Como habitual, o diretor abusa da extravagância, mas o excesso desse “universo infantil” deixa a direção de arte na corda bamba entre o rídiculo e o interessante. O melhor mesmo é o “casal de protagonistas”: Julia Roberts encarra o papel da rainha má com a simpática, o sarcasmo e o exagero que a nova versão pede, e Armie Hammer faz o princípe de forma engraçada e charmosa – graças ao roteiro que dá mais espaço ao princípe, o dando novas características e explorando seu porte físico sem medo. É interessante também notar que há até um pouco de tom crítico. O longa trabalha temas como diferenças sociais e excesso de operações estéticas. Claro, que não é nada de mais, mas dá para qualquer criança entender. Outro ponto positivo é que o filme dar mais força à princessa, tirando sua condição de passividade. Quem se prender na história original, vai se irritar com algumas mudanças sem grandes motivos aparentes, mas o problema não é esse, o que mais incomoda é a indecisão em refazer a história de forma convenvional ou dar ares de “chanchada infantil”, resultando num tom nitidamente indeciso. Outro problema é que a protagonista muda no meio do longa, trazendo o foco para a Branca de Neve (Lilly Collins). Nessa segunda metade, a pouca de comédia do roteiro e a falta de carisma de Lilly são notavéis e podem fazer muitas crianças e pais perderem o interesse pelo filme daí em diante. Pelo menos, nos créditos têm uma divertida paródia dos filmes bolywoodianos. É essa coragem em tirar sarro claramente de algo que o filme não tem. Além do mais, o longa não tenta minimizar acontecimentos mal desenvolvidos, piadas batidas e um amor idealizado forçado, típicas e preguiçosas falhas de um filme infantil que, até mesmo hoje em dia, todos parecem tolerar, sem reclamar.
Concordo plenamente com a crítica de Adorocinema. O filme Espelho, Espelho meu passou não me agradou. Não houve quimica entre os atores principais. Quem diverte é Julia Roberts. Rosa
Após a morte do rei (Sean Bean), sua esposa (Julia Roberts) assume o comando do reino. Extremamente vaidosa, ela passa a cobrar cada vez mais impostos para sustentar uma vida de opulência. Ao mesmo tempo mantém presa em seu quarto a enteada, Branca de Neve (Lily Collins). Ao completar 18 anos, Branca de Neve resolve sair do castelo e conhecer a realidade do reino. Horrorizada com a situação de fome e miséria do povo, ela retorna decidida a derrubar a rainha. Nao Pretendia Assist Esse Filme Mais Como Passou Ontem Na Tela Quente Eu Resolvi Assist e Me Decepsonei Fraco Demais , Atuaçoes Boas de Julia Roberts e Lilly Collins e So Isso , Nota 4 de 10
A Atuação da Julia Roberts é brilhante, a proposta em sí do filme é boa, de mostrar de um outro angulo a clássica história da branca de neve... mas não convenceu muito essa versão. Fraquinha!
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