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Eduardo P.
85 seguidores
98 críticas
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2,5
Enviada em 14 de janeiro de 2013
Como habitual, o diretor abusa da extravagância, mas o excesso desse “universo infantil” deixa a direção de arte na corda bamba entre o rídiculo e o interessante. O melhor mesmo é o “casal de protagonistas”: Julia Roberts encarra o papel da rainha má com a simpática, o sarcasmo e o exagero que a nova versão pede, e Armie Hammer faz o princípe de forma engraçada e charmosa – graças ao roteiro que dá mais espaço ao princípe, o dando novas características e explorando seu porte físico sem medo. É interessante também notar que há até um pouco de tom crítico. O longa trabalha temas como diferenças sociais e excesso de operações estéticas. Claro, que não é nada de mais, mas dá para qualquer criança entender. Outro ponto positivo é que o filme dar mais força à princessa, tirando sua condição de passividade. Quem se prender na história original, vai se irritar com algumas mudanças sem grandes motivos aparentes, mas o problema não é esse, o que mais incomoda é a indecisão em refazer a história de forma convenvional ou dar ares de “chanchada infantil”, resultando num tom nitidamente indeciso. Outro problema é que a protagonista muda no meio do longa, trazendo o foco para a Branca de Neve (Lilly Collins). Nessa segunda metade, a pouca de comédia do roteiro e a falta de carisma de Lilly são notavéis e podem fazer muitas crianças e pais perderem o interesse pelo filme daí em diante. Pelo menos, nos créditos têm uma divertida paródia dos filmes bolywoodianos. É essa coragem em tirar sarro claramente de algo que o filme não tem. Além do mais, o longa não tenta minimizar acontecimentos mal desenvolvidos, piadas batidas e um amor idealizado forçado, típicas e preguiçosas falhas de um filme infantil que, até mesmo hoje em dia, todos parecem tolerar, sem reclamar.
Espelho, espelho meu é uma grata surpresa. O trailer o faz parecer um filme bobo. Seu principal rival, Branca de Neve e o Caçador, o faz parecer sem emoção. No entanto, basta assistí-lo para ficar encantado com a história, os efeitos especiais e a atuação de um elenco que superou as expectativas. Julia Roberts, é claro, protagoniza as melhores atuações. Mas a melhor supresa fica por conta dos sete anões que ganharam uma roupagem nota dez para o filme. A Branca de Neve, como era esperado, traz Lily Collins com as suas limitações de interpretação, mas nada que prejudique o resultado final. Espelho, espelho meu é o típico filme que em poucos anos se tornará figurinha fácil nas tardes da Sessão da Tarde. Tem um fotografia linda, carisma dos personagens e deixa aquela vontade de vê-lo novamente. Uma surpresa ótima para qualquer um que decide assistí-lo. Vale a pena repetir!
A Atuação da Julia Roberts é brilhante, a proposta em sí do filme é boa, de mostrar de um outro angulo a clássica história da branca de neve... mas não convenceu muito essa versão. Fraquinha!
Bom filme.Um conto bem moderno,com anões que são ladrões,uma bruxa linda,uma branca de neve que sabe brigar e por aí vai..rs,mas achei legal,ficou um filme interessante,uma boa história com algumas pitadas de humor,e uma ótima atuação de Roberts,o que não é novidade nenhuma(tirando comer,rezar e amar..rs..).Vale a pena ver.
"Espelho, espelho meu" faz jus a classificação do gênero comédia fantasia, o filme promete arrancar risadas do telespectador aqui, ali e outra acolá. O cenário e o figurino são ricos em cores e volumes, digam-se de passagem as cenas do baile, que mostra a realeza com roupas um tanto excêntricas e exageradas. O filme, mesmo baseado em uma das histórias mais famosas de conto fadas, traz consigo algumas surpresas e novidades sem perder a essência da versão contada pelos irmãos Grim. O lance dos sete anões, o espelho, a vaidade e a inveja da madrasta, a maçã envenenada, a ingenuidade, a esperança e o amor entre branca de neve e seu príncipe ainda são preservados. Porém, alguns novos elementos são incrementados nesta versão, assim como a aparição de um monstro, o espelho ser o próprio reflexo da malvada, os anões serem ladrões e outras coisitas mais. Vale registrar ainda que a rainha má, interpretada por Julia Roberts, rouba as cenas mais interessantes do longa. Sua excelente interpretação da graça e movimento ao filme. Já Branca de Neve interpretada por Lily Collins, mesmo com sua carinha fofa e angelical, deixa o filme um tanto insosso, só melhora quando ela vai em busca de justiça para os camponeses. No mais, o filme tem lá o seu encanto. Pra quem gosta de contos de fadas, Espelho, espelho Meu, é uma maçã envenenada, digo, encantada. Estão junte sua turma e corra logo enquanto o filme rola nas telonas e saia cantando: eu vou, eu vou pro cinema agora eu vou...
Concordo plenamente com a crítica de Adorocinema. O filme Espelho, Espelho meu passou não me agradou. Não houve quimica entre os atores principais. Quem diverte é Julia Roberts. Rosa
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