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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Pipoca Moderna
Assim como fez com a história de “Paranóia” (2007), [o diretor] não busca reinventar a roda, optando por criar a versão adolescente de uma trama conhecida, com personagens carismáticos , piadas escatológicas e muito gore para compor seu quadro de horrores.
A Tarde
O que dá a graça é principalmente a relação entre o trio de escoteiros formado por Tye Sheridan, Logan Miller e Joey Morgan. Eles lembram o trio de "SuperBad". [...] O longa é um filme descompromissado que cumpre bem o papel de divertir.
New York Times
Os protagonistas, todos relativamente desconhecidos, correspondem muito bem, ajudados por uns veteranos que geram boas risadas em pequenos papéis. [...] É tudo muito estúpido e irreverente em todos os sentidos, mas, se você gosta de todas as comédias de zumbis que vieram antes, bem, está é mais uma.
O Globo
O diretor faz referências a diversos longas com mortos-vivos [...] "Como Sobreviver a um Ataque Zumbi" não consegue atingir o patamar estabelecido pela comédia “Todo Mundo Quase Morto” (2004), mas diverte e ainda resgata a atriz Cloris Leachman, uma habitué dos filmes de Mel Brooks.
Screen International
Fãs do gênero de idade próxima às dos personagens na tela devem gostar da agradável e familiar mistura de momentos de comédia, confusões espertas, gags nojentas e nudez ofertadas. [...] A política sexual do filme já trafega numa zona mais questionável.
The Guardian
Não é "Todo Mundo Quase Morto" – apesar de copiar alguns truques dali –, mas essa boba ruptura aos filmes de ação com zumbis rende algumas boas risadas.
Cineweb
Com ritmo frenético, que se apóia em um roteiro bastante juvenil [...] a produção diverte pelas situações-limite impostas aos personagens, que beiram o ridículo. [...] Para efeito comparativo, é como fundissem os roteiros de "Todo Mundo Quase Morto" e "Superbad – é Hoje".
Omelete
E então falta a "Como Sobreviver a um Ataque Zumbi" a única coisa de que realmente precisava: pesquisa. Não há autenticidade possível num filme que faz um retrato de escoteiros (e mesmo de zumbis) a partir de lugares-comuns juntados em meia hora de brainstorming...
Screen Rant
"Como Sobreviver a um Ataque Zumbi" não se importa em usar cenas vulgares e cheias de carnificina, fazendo das más intenções uma medalha de honra. Mesmo assim, o filme inclui uma série de momentos genuinamente engraçados e criativos.
The Guardian
Bem a tempo do Dia das Bruxas nos Estados Undiso, surge um filme para compensar em seios esmagados e pênis dilacerados o que lhe falta em inteligência ou originalidade.
The Guardian
As gags são ultrapassadas (garotos virgens medrosos, dançarinas de pole dance velhas, cunilíngua como técnica de reanimação), o sangue é abundante, mas nada original (Fome Animal fez uso disso bem melhor nos anos 90), os sustos, inexistentes (não é Evil Dead).
Variety
Os escoteiros salvam o dia, mas não o filme, nessa estúpida recauchutagem de comédias zumbis. [...] A menos que tenham começado a distribuir medalhas de mérito por tatear peitos ou morder bundas, não espere muitos prêmios para "Como Sobreviver a um Ataque Zumbi".
Cinema com Rapadura
Mesmo bebendo de ótimas fontes e tendo a ideia bacana de confrontar zumbis e escoteiros, o filme acaba empacando na mediocridade criativa de seus realizadores.
Chicago Sun-Times
Uma comédia de horror irritante que poderia funcionar como um curta do "Funny or Die", mas, como um longa-metragem, é muito aborrecido e morre na praia.
Folha de São Paulo
O filme se afunda cada vez mais com o tipo de piada escatológica que parece regra no cinema americano atual, em que excreções ou partes íntimas invadem as cenas.
The Hollywood Reporter
Uma das tentativas mais estúpidas de explorar a onda zumbi até hoje. [...] Os zumbis atiram, andam de patins e cantam músicas de Britney Spears. Vai ser difícil vender isso aos aficionados do gênero, mas seu desprezo às regras estabelecidas por George Romero está longe de ser o único problema.
Rubens Ewald
Se os garotos se defendem como podem, as mulheres do filme têm papéis ingratos e infelizes. As piadas são poucas, sem graça e vulgares. Um verdadeiro horror no sentido literal da palavra.