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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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A Tarde
...é no charme desconcertante do cinema B, que se torna melhor com o passar do tempo, que o filme encontra sua grande ressonância. Não se engane: "No Limite do Amanhã" é uma fantasia sobre a bravura e o herói anônimo. Este é o seu maior mérito.
Cinema com Rapadura
O grande escorregão do filme jaz em seu artificial epílogo, que parece ter sido martelado no roteiro pela falta de coragem dos produtores em dar uma conclusão de peso à produção. Apesar do resultado final ser uma ficção cientifica mais que satisfatória, ainda saímos da sala com a impressão de que poderia ter sido melhor...
Cinema em Cena
É [...] um filme intrigante com boas sequências de ação e uma trama suficientemente interessante para justificar todas as explosões – até que, no terceiro ato, abandona o conceito que o tornava interessante e se transforma em um longa corriqueiro e decepcionante, tropeçando ainda por se acovardar em seu desfecho.
Critikat.com
A trama - e todo o projeto do filme, na verdade - poderia ser apenas a expressão de um grande orgulho se Tom Cruise não demonstrasse, mais uma vez, o seu carisma e graça física raros. O ator não perdeu nada de sua destreza nas cenas de ação...
Estado de São Paulo
É muito interessante ver como Liman resolve o problema da repetição. Como ele acelera o processo - caserna, preparação, lançamento na praia, morte, ressurreição - e queima etapas por meio de uma montagem que suprime a repetição sem alterar o entendimento global.
Omelete
Ao emular a dinâmica de checkpoints dos games de guerra e tiro, Liman aproveita para criticar o vazio desses jogos - em que morrer não significa nada além da contagem de cabeças. Se as guerras hoje se fazem no joystick, "No Limite do Amanhã" ajusta seu comentário aos novos tempos.
Preview
O longa passa longe da repetição enfrentada pelo protagonista, e prende a atenção do espectador do início ao fim graças a escolhas inteligentes na edição [...] Cruise está bem à vontade no papel, e Emily, mesmo tendo pouco com o que trabalhar, preenche a tela em suas cenas.
Rubens Ewald
"No Limite do Amanhã" é divertido, super bem produzido, interessante e mesmo um pouco difícil de seguir ao menos pelo espectador casual e desatento. [...] Não sei se as soluções chegam a fazer absoluto sentido mas é "Guerra dos Mundos" mais sofisticado e vitaminado.
Screen International
Tom Cruise está em ótima forma no filme futurista e divertido de Doug Liman, que é essencialmente uma combinação de "Feitiço do Tempo" e "Aliens". É uma diversão grande, ousada e despretensiosa...
Variety
"Feitiço do Tempo" e "Tropas Estelares" fazem uma parceria surpreendentemente bem-sucedida em "No Limite do Amanhã", uma ficção científica de ação feita de maneira inteligente e competente.
Cineplayers
"No Limite do Amanhã" é regido por pilares comuns de um tipo de cinema que passou por mutações e hoje desemboca na ficção. É o cinema do grande herói americano e que a serviço do roteiro clássico exige a presença de uma companheira e um vilão...
Gazeta do Povo
O diretor Doug Liman [...] conseguiu um equilíbrio, bem raro no atual cinema hollywoodiano, entre ação e enredo. A trama, aqui, não é apenas mero pretexto para uma sucessão de cenas com efeitos especiais, correria, tiros, explosões e pancadaria.
Almanaque Virtual
Exatamente como em um video game, a narrativa de "No Limite do Amanhã" se limita ao desenvolvimento do protagonista como soldado, auxiliado por uma coadjuvante que, por ter vivido a mesma experiência no passado, tem plena consciência do que é preciso fazer, além de funcionar como o elemento que explica a trama ao público.
CineClick
"No Limite do Amanhã" marca uma das melhores atuações de Tom Cruise nos últimos anos. [... O filme] está cheio de situações óbvias que poderiam ser evitadas, como boa parte da narrativa faz tão bem.
Cineweb
“No Limite do Amanhã” também ganha em efeitos especiais, que dão vigor às excepcionais cenas de batalha. Porém, chegando ao fim, a história corre, deixando perguntas no ar sobre o que se vê na tela, em buracos do roteiro.
Estado de Minas
O melhor modo de curtir 'No Limite do Amanhã' é ler pouco sobre a história, já que o saboroso é ficar, como os personagens, tentando entender o que está ocorrendo. [...] A surpresa, que faz do longa algo especial, é como brota de trama e cenário banais uma trama muito original, envolvente e absolutamente bem desenvolvida.
O Globo
A interessante proposta da possibilidade de se reviver infinitas vezes uma experiência sugere diversas camadas de reflexão. Mas, nas mãos de Liman, o aprendizado do personagem se restringe à capacidade de se tornar um soldado invencível em combate. Com claras referências de filmes como “Feitiço do Tempo” e “Tropas Estelares”, entre outros, “Edge of tomorrow” (no original) foi concebido no formato de game: mais diversão e menos neurônios.
Télérama
A narrativa consegue brincar habilmente com uma história que sempre termina, antes que a morte a recomece. Visualmente, é um pouco banal: todo mundo parece estar apostando tudo no roteiro - e com razão.
Zero Hora
..."No Limite do Amanhã" foge dos clichês narrativos dos filmes-catástrofe ao emular o longa de Duncan Jones ("Contra o Tempo") no qual um agente do governo tinha o poder de voltar ao passado para mudar o curso dos acontecimentos. Aqui, a coisa é ainda mais engenhosa [...]. Ação de qualidade, inventiva em sua construção narrativa e com uma pitada de humor que faz toda a diferença, você vai ver.
Cinepop
É um desafio para qualquer um tentar entender a trama, ou pior, se importar. O núcleo do filme é raso, guerra contra aliens, sem que exista algo para compensar (diálogos interessantes, personagens bem explorados ou momentos de ação memoráveis). Não existe subtexto aqui.
Cinepop
Mesmo exibindo e utilizando seu habitual carisma, Tom Cruise não consegue desenvolver bem seu personagem, parece uma cópia de outros personagens filmes do ator. A participação da coadjuvante Emily Blunt é muito mal aproveitada. Sua personagem não ganha contextos, nem passado, o que dificulta a interação com o público. Doug Liman parece se importar muito com as máquinas e os efeitos especiais, muitas vezes para se esquecer dos personagens (um erro muito comum em filmes hollywoodianos de ficção científica).
Papo de Cinema
Por mais dinâmico que o filme seja, as suas quase duas horas de duração parecem se estender por um período muito maior, uma vez que tantas sequências repetidas são de esgotar a paciência de qualquer um na audiência.