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Nelson J
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1.972 críticas
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0,5
Enviada em 8 de maio de 2019
Estou mais decepcionado comigo mesmo, por ter visto até o final. Título adequado e Deborah Unger eram atrativos, mas o roteiro ridículo de um clichê ao quadrado, fazem com que seja uma péssima experiência. Polícia inútil, protagonista que nem lembra o que escreveu e o que roubou de outro autor. Uma sucessão, felizmente findável, de bobagens.
O filme é tão inteligente que o simples fato de criticá-lo já denota que o espectador não entendeu a mensagem. O roteiro é sensacional. O mais interessante é que baseia-se e apoia-se em cliches e isso é dito todo o tempo pelo protagonista que parece que realmente o roteirista do filme só queria seguir essa linha quando na verdade isso foi feito propositalmente para que o personagem principal (também roteirista) se apoiasse para descrever o seu filme. Esse filme é sensacional. Foi tão sensacional que o roteirista superestimou a inteligência perceptiva dos espectadores a ponto de colocar neles uma imagem de que o filme é ruim. O único e pequeno detalhe que não me agradou e deveria ter sido mais explícito pois deixa dúvida é se a detetive, a Milli e o roteirista morrem no final da história. spoiler: Aqui começam os spoilers
Para explicar esse filme temos que começar pelo final do mesmo. Na verdade o filme baseia-se num suposto assassino em série que está preso (não é mostrada a razão no filme), mas sabe-se que é um roteirista que escreve, como ele mesmo disse, sobre o que ele mais entende: matar. Ele explica isso ao seu empresário e não advogado como o filme faz parecer no final (até nisso pega o espectador). Acontece que a história que esse presidiário roteirista descreve é sobre um suposto roteirista também que vive todo o drama descrito. A particularidade não entendida é que o roteirista presidiário é o próprio protagonista (por que ele assim o descreve) do filme dele. O roteirista presidiário descreve um filme sobre puramente explorar cliches. A culpa de não se gostar do filme na realidade é do roteirista presidiário que escreveu o roteiro do seu filme. Agora, o roteirista do filme (o verdadeiro roteirista - vida real) quiz brincar com o espectador, mas foi tão inteligente que acabou sendo infeliz superestimando a inteligência dos espectadores que disseram que não gostaram. Não gostaram porque não entenderam a mensagem inteligentíssima do roteirista do filme.
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