The Normal Heart
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4,4
318 notas

29 Críticas do usuário

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Rafael Guerra
Rafael Guerra

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5,0
Enviada em 22 de julho de 2014
Filme espetacular com uma atuação de gala de Julia Roberts! O retrato o início da AIDS ou câncer gay (sim, a AIDS já teve esse nome) filme que mostram os gay aideticos que morriam com ataques epilépticos e eram jogados em sacos de lixo despejados em becos, tudo isso graças ao preconceito do povo e de um governo conservador que não autorizavam as pesquisas para o tratamento da doença.
Julio Davila
Julio Davila

17 seguidores 64 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de julho de 2015
Um filme feito para a TV que não parece de forma alguma um filme feito para a TV.

The Normal Heart é um filme de drama estadunidense de 2014 dirigido por Ryan Murphy e escrito por Larry Kramer, baseado em sua própria peça teatral de 1985 de mesmo nome. O filme tem um elenco fantástico com atores como Mark Ruffalo, Julia Roberts, Matt Bomer, Taylor Kitsch, Jim Parsons, Alfred Molina, Jonathan Groff, e Joe Mantello.
Depois de ver um amigo ser sucumbido por uma nova doença, a AIDS inicialmente chamada de "câncer gay", que estava matando pacientes gays consultados pela Dra. Emma Brookner (Julia Roberts), Ned Weeks (Mark Ruffalo) pretende organizar mais ação para combater essa doença, mesmo que sua personalidade possa ameaçar e afastar as pessoas ao seu redor, incluindo seu irmão Ben (Alfred Molina), seu amante Felix (Matt Bomer), e Bruce Niles (Taylor Kitsch), um banqueiro de investimento enrustido.
O filme traz muita emoção poderosa, combinada com impactante realismo que deixará o espectador impressionado. Fazer um filme com uma temática gay é sempre mais difícil que fazer um filme com uma temática heterossexual e isso tem seu lado bom e seu lado ruim. O lado ruim é que gays são menos mostrados em meios culturais mas o lado é que considerando que é mais difícil produzir um filme gay, um só será produzido se ele for realmente bom e The Normal Heart é um exemplo disso. O tema abordado pelo filme é muito importante e a história contada é uma que poucos conhecem. Nem todos sabem que os gays sofreram discriminação do governo americano. Que os gays foram xingados pela sociedade e mídia todos sabem mas o fato de que o tratamento para AIDS recebeu pouquíssimo investimento governamental e foi praticamente ignorado pelo governo, poucos sabem (talvez depois do lançamento do Clube de Compras de Dallas mais pessoas saibam). As cenas onde vitimas da doença são mostradas são especialmente fortes pois os criadores do show não pouparam detalhes, e ao mostrar a transformação de alguém saudável para alguém em estagio terminal os criadores conseguiram emocionar o público de maneira rara.
O filme é bem dirigido e o diretor não só faz cortes inteligentes, utilizando mecanismos originais mas também arranca performances fantásticas de Mark Ruffalo, Matt Bomer, Taylor Kitsch e Alfred Molina. Todos esses atores merecem uma menção aqui porque suas performances foram muito, muito convincentes. O roteiro do filme é bem feito e traz momentos engraçados, emocionantes e intensos, de maneira extremamente versátil. Talvez o único problema do filme seja que ele não traz nada extraordinário. Tudo é bom, mas nada é espetacular (talvez as performances possam ser consideradas como espetaculares, mas de resto o filme é perfeitamente descrito com a palavra bom).

Um emocionante e sério filme romântico, The Normal Heart merece ser assistido

Nota: 7,5/10
Andre Gama
Andre Gama

5 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de outubro de 2016
O filme é duro ao mostrar a falta de interesse do governo americano e o drama sofrido pelos gays que só querem ser reconhecidos em uma sociedade preconceituosa. Só uma produtora corajosa como a HBO pra fazer um filme tão verdadeiro.

Mas, o diretor Ryan Murthy mescla bem a crítica social e política da época com o drama sofrido pelos personagens. O romance de Ned e Felix é construído aos poucos e nos conquista logo de cara. Não tem como não ficar com o coração apertado e derramar algumas lágrimas por eles. Matt Bomer está excelente no papel de Felix Turner e venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante, entre outras premiações. Bommer emagreceu mais de 18 quilos para o papel.

O filme é baseado na peça de teatro The Normal Heart escrita por Larry Kramern e premiada com o Tony Awards, o maior prêmio do Teatro. Jim Parsons também participou da peça interpretando o mesmo papel que faz no filme.

A AIDS tem tido um grande impacto na sociedade, tanto como doença, como impacto econômico e fonte de discriminação. As religiões colaboraram muito para disseminar essa discriminação, mas essa é outra história.

The Normal Heart é um excelente filme que deve ser assistido por todo mundo pra conhecer um pouco mais sobre essa terrível doença.

Leia a crítica completa no blog Garotos Perdidos
Fabrício Madureira
Fabrício Madureira

6 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de abril de 2018
Interessante ver como a AIDS foi inicialmente tratada quando do seu surgimento nos Estados Unidos. Não é filme para ver duas vezes, mas compensa assistir.
Júlia S.
Júlia S.

12 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de agosto de 2014
Quando decidi escrever sobre The Normal Heart a primeira coisa que me passou pela cabeça foi que boa parte da população deste país nem deve ter conhecimento da existência do longa, aliás, eu nunca saberia da existência do filme se não por um artigo do blog que acompanho. Vale a pena dizer que o filme não é independente e muito menos “alternativo”, pelo contrário, protagonizado por atores famosos de Hollywood como por exemplo: Julia Roberts, Mark Ruffalo, Jim Parsons e outros; Sem contar que, pasmem, foi produzido pela HBO. Sua publicidade aqui no Brasil é quase inexistente, arrisco-me em dizer que isso se deve ao fato de serem muitos minutos apenas com gays, sem cortes e sem censura alguma. O filme retrata de maneira quase íntima o que todos os homossexuais passaram perante a sociedade onde uma doença não é importante quando compromete somente certa parte da população. Motivados pela religião e pelo próprio preconceito impregnado, a população assistiu à morte de homossexuais aos montes na década de 80, ambiente do drama.
A primeira impressão passada pelo filme é que o decorrer da estória será um imenso clichê, entretanto, nos 20 primeiros minutos, já é notável que não trata-se de romance ou de relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, e sim da busca por liberdade e, acima de tudo, o direito de ser tratado como cidadão comum. O protagonista do filme, um escritor de trinta e poucos anos, luta incansavelmente contra o descaso do governo americano para com os gays, luta essa que só se intensifica após o início da manifestação da AIDS. O que chama atenção é o fato da trama não ser feita em bases irreais ou em um mundo perfeito, ela é inserida no cotidiano que poderia ser de qualquer pessoa, uma situação que leva o espectador a colocar-se no lugar de cada personagem que praticamente definha até a morte, sem qualquer resquício de preocupação ou cuidado por parte do governo vigente. Um filme um tanto quanto forte, recheado de cenas dramáticas que chamam atenção não só pela qualidade das atuações, mas também pelo cuidado ao tratar dos relacionamentos homoafetivos, tornando a visão das pessoas de fora sobre o tema muito mais humana, pois ao mesmo tempo que mostra que o amor não acontece somente entre pessoas de sexo diverso, mostra o quanto uma doença pode ser destrutiva quando é tratada com descaso e preconceito, sem contar o esclarecimento ao longo do filme de que a doença não se manifesta apenas entre os homens que se relacionam com os outros e sim que se manifestou em maior escala nestas pessoas.
Olhando tecnicamente para The Normal Heart, afirmo que o cuidado com os detalhes foram impecáveis. Cenário bem composto, excelente roteiro e uma trilha sonora que complementava cada situação proposta de maneira que, em certos muitos momentos (muitos), fosse quase impossível não se emocionar. Apesar de possuir protagonistas, a estória é de cada personagem que a compõe, desde a médica que descobre o início da doença (Julia Roberts), até o primeiro homem a morrer com sintomas da doença que era denominada “câncer gay”, isso sem contar que mesmo se passando há muitas décadas atrás, o filme trás a tona um tema que ate hoje é tabu: A AIDS e o preconceito que gira em torno dela. Infelizmente, com todo o conhecimento já adquirido, boa parte da população ainda se considera imune a uma doença que, comprovadamente, não se manifesta apenas em gays. Sendo assim, indico o filme muito mais aos que possuem algum tipo de preconceito em relação aos gays, não como afronta ou chacota, mas para que o tema seja conhecido mais a fundo e que exista a consciência do fato da opção sexual não mudar caráter nem direitos e muito menos dar lugar para agressões.
Pierre B.
Pierre B.

50 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de agosto de 2015
"The Normal Heart"(EUA,dir.Ryan Murphy, 2014), que acabo de assistir,um filme sobre a gênese da AIDS/HIV na Nova Iorque dos anos 1980 é uma das experiências estéticas mais contundentes que tive em minha vida.
Baseado numa peça teatral escrita por Larry Kramer,1985 de mesmo nome nos narra as lutas políticas sobre o então "câncer gay". Os regimes de verdade produzidos sobre a epidemia; as dificuldades da comunidade gay em abdicar de sua liberdade sexual tão duramente construída, em prol da contenção da doença; a negligência do poder público diante da questão proposta pelas lideranças gays protagonistas do filme.

É preciso sublinhar que "naquele momento histórico, silêncio, armário e vergonha significavam morte", lembra o diretor, a partir das conversas que teve com o roteirista Larry Kramer, que fez a obra com tons assumidamente biográficos.A atuação do Comitê da Crise da Saúde dos Homens Gays, fruto dos movimentos sociais pelos direitos civis homossexuais estadunidenses na década de 1980.

"Os tempos mudaram, mas a discussão sobre a epidemia global da Aids é ainda tão importante e contemporânea quanto o debate sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a luta por termos, todos nós, o direito de sermos amados e aceitos como cidadãos, independentemente da afetividade sexual. A História provou que Larry estava certo. De herético, ele se transformou em um dos heróis do movimento pelos direitos civis dos gays nos EUA", nos diz Murphy."

"The Normal Heart" é uma sequência de imagens sobre a vida, a morte, a vulnerabilidade, o governo e os governamentos dos corpos, da saúde coletiva ... mas também dos silêncios, dos "armários" que sujeitam, das lutas dos movimentos sociais e as tensões dentro dos próprios grupos societários com "identidade" de gênero e de orientação sexual... não bastasse tudo isso, é uma bela narrativa sobre o amor que OUSA dizer seu nome, fazendo um trocadilho com a célebre citação de Oscar Wilde.
Fabiana S.
Fabiana S.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de junho de 2014
Um dos melhores filmes que eu já vi em toda minha vida super indico :-)
Reginaldo de Almeida
Reginaldo de Almeida

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5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2015
O Filme consegue transmitir todo os sentimentos de desespero, revolta, medo e dor que toda uma geração sofreu com o aparecimento da AIDS. Um filme que não nos deixa esquecer que a ignorância e o preconceito são "armas" fatais. Um grande filme!
Karina G.
Karina G.

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5,0
Enviada em 25 de agosto de 2014
Simplesmente perfeito! Desde a atuação ao contexto da história. são fatos reais que a humanidade deveria se unir mais em relação. Amei, indico a todos que gostam de uma boa história.
Rosélia B.
Rosélia B.

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3,0
Enviada em 3 de novembro de 2017
O relato da triste situação da época vivenciada pela comunidade gay nos anos 80, pode ser visto no filme através de atores maravilhosos. Quando ocorre a descoberta do Amor, vem a doença da ainda desconhecida AIDS, uma sentença de morte, o volume absurdo de mortes, a voz não ouvida, e revoltada, pedindo ajuda dos órgãos do governo, tudo isso acompanhado de muita tristeza, é como uma operação cirúrgica aberta, sem anestésicos, e sem uma continuidade ou possibilidade de esperança...
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