Doce Vingança
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3,9
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131 Críticas do usuário

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Yuri
Yuri

72 seguidores 524 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de setembro de 2024
Doce Vingança é um filme pesado e o telespectador tem que ter muito estômago para poder assisti-lo do começo ao fim. spoiler: É uma maldade muito grande e um abuso totalmente fora do normal que a protagonista Jennifer (Sarah Butler) sofre, sendo complicado de se assistir às cenas do início do filme, por serem muito pesadas as mesmas. Porém, a vingança feita pela Jennifer pelos abusos sofridos são ótimos de se assistir pela forma com que ela foi abusada, uma vingança merecida aos personagens que abusaram dela e fizeram ela sofrer muito.
Esse é um filme que mostra um pouco sobre a realidade e que não podemos aceitar de forma alguma a ideia de uma pessoa ser abusada sexualmente. Esse é um acontecimento muito triste e todas as pessoas que praticam esse ato devem morrer (na verdade, essas pessoas nem deveriam existir), por ser inaceitável isso acontecer na vida real.
Vanessa K.
Vanessa K.

11 seguidores 28 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de maio de 2013
Achei este filme bem legal porém não é excelente pois a vingança da mulher no final é rápida e ela sofre o filme todo demais demoradamente....tem algumas cenas super nojentas....mais vale a pena ver
Kai E
Kai E

1.057 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de março de 2015
Doce Vingança (2010) tem como tema inicial que é nós mostrar a crueldade humana e como um ser humano pode matar, roupar, estuprar e outras crueldades que a raça humana cometi –, Mesmo o filme não sendo inovador ou algo assim, que também aborda o tema de vingança, assim como o próprio título já diz ``doce vingança´´. O filme é uma refilmagem do clássico de terror A vingança de Jennifer, só com um pouco de alteração no gênero.

Não assisti a vingança de Jennifer, mas se for igualmente cruel como doce vingança eu gostaria de assistir. A trama acompanha uma escritora chamada Jennifer Hillis (Sarah Butler, a Eva de Vale dos mortos) que decide ir passar alguns dias em uma cabana isolada no meio da floresta, para terminar seu livro –, mas em uma noite, depois de um cochilo ela esculta um barulho estranho e ao ir ver, a cabana onde está é invadida por ladroes que a cruamente a torturam , a drogam e a estuaram, mas Jennifer consegui escapar e corri para a floresta. E assim que se recupera planeja uma vingança terrível para torturar e matar os que a mudaram para sempre.

Doce vingança sendo o primeiro filme do diretor Stevan R. Monroe (também diretor de Doce vingança 2 e The Demented) ele abuçou nas cenas de crueldade e morte (que acabaram dando certo) e fazendo com que doce vingança se tornasse um terror de sucesso. Doce vingança é um filme bom, mas que não é recomendado para quem não gosta de tortura extrema. O filme pode não ficar nas nossas cabeças – mas assim como A última casa a esquerda (2009) é um bom filme de suspense/terror para passar o tempo.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 27 de janeiro de 2013
-Esse filme é um daqueles que você assiste e já sabe o que vai acontecer no final.
-Méritos para a desconhecida atriz Sarah Butler que deu um show de interpretação.Com certeza a melhor no filme.
-Um filme bastante tenso e chocante,cenas de arrepiar mesmo,fortes cenas pra quem tem um coração fraco.
-Assista...
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de agosto de 2021
Um filme tenso, forte e violento, tem uma excelente história que te deixa aflito do começo ao final.
weslley.piress
weslley.piress

6 seguidores 23 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de novembro de 2020
Remake de A Vingança de Jeniffer de 1978, Doce Vinganca (I Spit In Your Grave) é mais sanguinário, brutal e violento que o original. Apesar de não ser tão sexualmente explícito quanto o clássico, ainda assim, as cenas de estrupo não são fáceis de ver.

Sendo sincero, não gosto de assistir filmes violentos, mas de tanto ouvir falar, acabei assistindo. Contudo, virei o rosto em muitas das cenas de tão pesadas que são.

A trama contém vários furos de roteiro, mas compensa nas cenas de morte no estilo do filme "O Albergue".

Bem, não defendo nenhuma bandeira política, mas esse filme me indignou muito na maneira com que certos homens veem a mulher, como um objeto. Você costuma ouvir muitas das falas dos caras desse filme em nosso dia a dia.

Achei o filme inteligente, pois ele critica esses discursos e outras hipocrisias por meio das falas dos próprios personagens, quando, por exemplo, um deles se diz "temente a Deus" mesmo tendo acabado de estuprar uma pessoa.

Uma crítica comum a esse filme é que a cena de estrupo ocupou boa parte do filme e pouco tempo foi dedicado à vingança.

Não sei como os diretores pensaram, porém, tenho a teoria que o desejo de vingança foi propositalmente acumulado em quem assistiu, para fazer com que cada morte seja comemorada com muita satisfação.

Gostei mais do segundo ato do filme. Aqui, Jeniffer cria um clima tenso entre os vilões antes de mata-los. Os assassinatos, por sinal, são criativas e bem pensados pela protagonista.

Resumindo, apesar de não curtir terror, achei o filme bastante inteligente, nas críticas implícitas, na atuação de Sarah Butler (Jeniffer), no clima construído no segundo ato e nas mortes variadas.
Franklin  S.
Franklin S.

68 seguidores 107 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de março de 2014
Eis um filme perturbado,com cenas e atuaçoes fortes.O Filme nao e movido sobre vingança uma boa parte vem da garota--Jhenifer--ser filme que mexe com quem assite.-Recomendo com uma observaçao tenha estomago forte para as cenas-.
Nelson J
Nelson J

51.030 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de julho de 2016
Vale uma visão geral para a Trilogia.
Na primeira, uma escritora se isola em uma casa em zona rural, para escrever tranquilamente, mas será observada e estuprada pelo xerife e colegas do posto de gasolina, a pretexto de que ela tem bebida alcoólica e fumou um baseado. Na segunda, uma jovem candidata a modelo, vai até um fotógrafo, mas se recusa a fazer fotos mais ousadas e um assistente invade seu apartamento a estupra e mata o zelador. A partir dai ela será levada para a Bulgária em um caixote e abusada até ser enterrada viva. Na terceira, uma jovem que sofreu estupro, faz terapia e participa de um grupo de apoio, onde um pai sofre pela filha estuprada que se suicidou, outra jovem é abusada pelo pai e outra é morta pelo namorado.
Em todos os casos, fica clara a potencial impunidade e na segunda, uma mulher apoia os estupradores. A dor da impotência e dor de quem é abusada é o foco central, mostrando que ela não tem culpa. A franquia investe no olho por olho e a abusada mata feroz e lentamente os estupradores.
Neto S.
Neto S.

30.586 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de março de 2014
Jennifer Hills (Sarah Butler) é uma jovem escritora, que resolveu ir para uma sossegada cabana na mata com o objetivo de escrever seu novo livro. Sua presença logo é notada em um pequeno vilarejo próximo, o que faz com que alguns moradoras resolvam lhe pregar um susto. A brincadeira vai mais longe do que deveria e faz com que Jennifer passe por atos de humilhação, incluindo tortura física e psicológica. Ela consegue escapar e, a partir de então, concentra todo seu tempo e forças para planejar sua vingança. Um Filme Bem Tenso é Bom Com Uma Historia Interessante e Com Otimas Atuaçoes Recomendo Nota 8.0
Tiago31
Tiago31

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de dezembro de 2013
Violência, muita violência. E quando digo violência não estou me referindo àquelas cenas de trocas de tiros ou de socos e pontapés num filme de James Bond. Os estúdios de cinema já sacaram faz tempo que as antigas cenas de violência velada não animam mais o espectador como antes. Parece que nossa tolerância ao visualmente grotesco e horripilante aumentou, então aquele pouquinho de sangue dos filmes da década de 90 não fazem mais tanto efeito.
O longa-metragem é uma versão mais sádica, visceral e repugnante de um filme do mesmo nome lançado em 1978. Uma jovem escritora americana, buscando inspiração para seu novo livro, aluga uma cabana numa floresta nos arredores de uma pequena cidade repleta de caipiras. Não que seja algo que qualquer um em sã consciência vá fazer, mas vá lá, o filme é um remake da década de 70, e naquela época não havia internet e nem computador para facilitar a vida dos autores.
Chegando à cidade a jovem atrai o olhar curioso de um grupo de arruaceiros que dias depois vai fazer uma visita à sua cabana. O que se segue daí em diante é um festival de horror despido de uma única gota de piedade, capaz de fazer quem assiste a se contorcer no sofá, a não ser que seja tão sádico quanto a protagonista do filme em sua vingança.
Não há como deixar de nutrir certa compaixão pela atriz principal, afinal, o desejo de vingança sempre vem à tona quando somos alvo de alguma injustiça. Mas a compaixão vai se esvaindo quanto mais se aproxima o desfecho do filme. Você se vê perguntando: peraí, isso aí não é um pouquinho demais?
As atuações não deixam a desejar, mas o enredo já é manjado. Apesar disso, o filme ganhou uma sequência que já estreou nos cinemas.
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