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Filme bem tolete, (aiiii ele não entende a mensagem do filme) FODA SE hahahha, se você gostou pega o feto alien do filme e enfia no cu
obra primaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
O filme pode ser perturbador para pessoas que puxam a interpretação para aspectos de sua vida. O cenário sombrio dá uma certa depressão. Impossível ficar de bom astral depois de assistir essa obra.
Ver mais de uma vez para entender? Tá louco!??? Chato, cansativo, sem pé nem cabeça, aliás, cabeça de borracha. Vade retro Satanás!!
O filme até que é bom.
Tentei por duas vezes assistir, e desisti.
Chato e cansativo.
(Pô, ainda tenho de escrever uma crítica com no mínimo 100 caracteres?)
Tentei por duas vezes assistir, e desisti.
Chato e cansativo.
(Pô, ainda tenho de escrever uma crítica com no mínimo 100 caracteres?)
Adooro a bizarrice desse filme, parece um pesadelo
Filme tem muitas qualidades, especialmente no aspecto técnico. A sensação de perturbação e incômodo é constante, e isso é bem interessante, pois essa sensação te faz imergir mais no filme.
Também se utiliza de muita simbologia e surrealismo, e quem viu outras obras do diretor sabe que é um padrão dos filmes dele. E justamente isso o torna muito confuso, meio sem pé nem cabeça, e bastante difícil de se assistir. Não entendi o final, e espero muito algum dia ler alguma critica que explique o final de uma forma condizente ao que as imagens retrataram, mas aparentemente o final não existe, cabendo a cada espectador estabelecer o final que deseja, e não simpatizo muito com esse tipo de trama.
É uma grande obra, mas bastante maçante e complexa (atribuo isso como críticas negativas, sob o olhar de quem vê o cinema como entretenimento também, e não somente arte).
Também se utiliza de muita simbologia e surrealismo, e quem viu outras obras do diretor sabe que é um padrão dos filmes dele. E justamente isso o torna muito confuso, meio sem pé nem cabeça, e bastante difícil de se assistir. Não entendi o final, e espero muito algum dia ler alguma critica que explique o final de uma forma condizente ao que as imagens retrataram, mas aparentemente o final não existe, cabendo a cada espectador estabelecer o final que deseja, e não simpatizo muito com esse tipo de trama.
É uma grande obra, mas bastante maçante e complexa (atribuo isso como críticas negativas, sob o olhar de quem vê o cinema como entretenimento também, e não somente arte).
Um dos filmes mais belos esteticamente de David Lynch, quase todos os takes formariam um exuberante quadro. Mas ao mesmo tempo, o filme que mais causa desconforto visual com as cenas mais grotescas possíveis.
Aliás, a obra é repugnante em diversos aspectos, menos tecnicamente, pois o cuidado que o diretor executa as cenas surrealistas, com muitos truques de câmera e efeitos práticos, somado com a irreverente trilha/efeitos sonoros, garante uma experiência memorável para quem assiste.
Seria perfeito se não fosse tão obscuro. Poucos conseguem extrair alguma mensagem, se é que o diretor quis passar alguma. Eu mesmo fiquei sem entender bulhufas quando o filme terminou. Somente após algumas pesquisas consegui estabelecer dois princípios:
1. A criatura humanóide das alavancas é Henry Spencer, como ele se vê. Dado o tom "surrealistic nightmare" que o filme tem, as feridas e bolhas que estampam a pele da criatura representam toda a carga negativa sobre o que personagem sobre si mesmo.
2. O mesmo se aplica ao bebê. O aspecto asqueroso da criatura são os sentimentos negativos que o Henry tem sobre o filho.
A partir daí, tudo o que acontece começa a fazer um pouco mais de sentido para mim.
Outra coisa que quando li, virou uma chave no meu entendimento, é uma entrevista em que David Lynch diz que sua filha Jennifer Lynch nasceu com os pés tortos e em Eraserhead ele tenta passar um pouco do medo da paternidade que sentiu. Novamente o exagero do mundo surrealístico macabro representando sentimentos negativos. É como se fosse um filtro, tudo que sentimentos que seja depreciativo ou degradante, se transforma em orgânismos pulsantes, com formas monstruosas e aterrorizantes.
Criar essa atmosfera onírica é de fato, um truque de mestre. Se arriscar em representar seus monstros internos através de uma câmera pode soar até pretensioso. Mas quando a capacidade técnica e a visão criativa trabalham em conjunto, não se pode esperar outro resultado além de uma obra inesquecível.
Aliás, a obra é repugnante em diversos aspectos, menos tecnicamente, pois o cuidado que o diretor executa as cenas surrealistas, com muitos truques de câmera e efeitos práticos, somado com a irreverente trilha/efeitos sonoros, garante uma experiência memorável para quem assiste.
Seria perfeito se não fosse tão obscuro. Poucos conseguem extrair alguma mensagem, se é que o diretor quis passar alguma. Eu mesmo fiquei sem entender bulhufas quando o filme terminou. Somente após algumas pesquisas consegui estabelecer dois princípios:
1. A criatura humanóide das alavancas é Henry Spencer, como ele se vê. Dado o tom "surrealistic nightmare" que o filme tem, as feridas e bolhas que estampam a pele da criatura representam toda a carga negativa sobre o que personagem sobre si mesmo.
2. O mesmo se aplica ao bebê. O aspecto asqueroso da criatura são os sentimentos negativos que o Henry tem sobre o filho.
A partir daí, tudo o que acontece começa a fazer um pouco mais de sentido para mim.
Outra coisa que quando li, virou uma chave no meu entendimento, é uma entrevista em que David Lynch diz que sua filha Jennifer Lynch nasceu com os pés tortos e em Eraserhead ele tenta passar um pouco do medo da paternidade que sentiu. Novamente o exagero do mundo surrealístico macabro representando sentimentos negativos. É como se fosse um filtro, tudo que sentimentos que seja depreciativo ou degradante, se transforma em orgânismos pulsantes, com formas monstruosas e aterrorizantes.
Criar essa atmosfera onírica é de fato, um truque de mestre. Se arriscar em representar seus monstros internos através de uma câmera pode soar até pretensioso. Mas quando a capacidade técnica e a visão criativa trabalham em conjunto, não se pode esperar outro resultado além de uma obra inesquecível.
Um dos piores filmes que assisti na minha vida. Simbologia no filme é algo bom e pode ser bem explorado, mas no caso dessa obra, a simbologia se torna forçada e que causa um desprazer em assistir. Não vi o que o David Lynch quis com esse filme, mas deve ser o caso de uma proposta que só o diretor entende e ninguém mais. Filme ridículo! Não entendo como um lixo desse teve na época de seu lançamento 7 milhões de bilheteria com 10.000 de orçamento. Quem diz que é bom é quem quer pagar de Cult por entender a "simbologia microfísica" que o filme propõe, mas na verdade, não deve ter entendido absolutamente nada.
Um dos filmes mais loucos que vi na vida! Roteiro é bom, apesar de deixar a interpretação para o telespectador, diálogos poucos, mas bem explicáveis, parte técnica muito boa e direção formidável do mestre David Lynch. Aqui a sensação perturbadora é praticamente em todo filme, sendo também claustrofóbico. Um filme para vê coma cabeça boa.
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