A Visita
Média
3,5
795 notas

103 Críticas do usuário

5
8 críticas
4
28 críticas
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12 críticas
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Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de setembro de 2016
Sem graça,o filme é muito parado e aparentemente vai tudo bem,só no final da visita que eles descobrem o terror e o fim é previsível e sem noção para o gênero.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de janeiro de 2016
Fraco, um filme sem nexo, nota 2 somente peolo diretor e só, roteiro muito ruim e atuações desaatrosas, poderia ser melhor, haja vista que ideia do filme é boa, mas como foi feito é muito ruim
emmecarrd
emmecarrd

16 seguidores 43 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de julho de 2016
Fraco e previsível. A trama no final não se sustenta e se torna cansativa. O menino segura o filme pelo seu senso de humor e carisma! Diretor não acertou mais nenhum filme depois de A Vila.
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de junho de 2016
Foi se o tempo em que se fazia bons filmes de terror, está cada vez mais difícil aparecer um que preste e este não foge à regra. O roteiro é até interessante, mas as atuações das "crianças" são maçantes demais e os avós um tanto exagerados na esquisitice. O final até que é bom, mas todo o contexto é muito mal executado.
Felipe M.
Felipe M.

15 seguidores 18 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de dezembro de 2015
Eu esperava mais desse filme... Tem cenas que assustam um pouco, porém, tudo muito chiclê. Muito ruim. O filme não explica os acontecimentos. É uma falha enorme. Acabar sem explicação.
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de janeiro de 2016
Assistir a um filme do meu diretor preferido M. Night Shyamalan com seus filmes excelentes e surpreendentes, tais como "Sexto sentido", "Sinais", "Fim dos tempos" e o magnífico e ignorado " Devil" é como seguir uma religião. A gente se prepara para mergulhar em seu mundo sombrio e inteligente, separa a pipoca e...
Meu Deus. "A visita" é um filme terrivelmente decepcionante. Chato com aquele "found footage" de péssimo gosto e entrevistas caseiras com atores perfeitos, mas com diálogos toscos e um menino cantando rap que deixa o nível ainda mais baixo. Embala da metade para o final quando toda a inteligência de M. Night Shyamalan decide mostrar a que veio, jogando " M" no ventilador com o menino cantando rap novamente...
Não entendi como as pessoas falaram bem deste filme. É um trabalho para se comprar todas as cópias e jogá-las no lixo. Um desastre.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 27 de janeiro de 2016
-Filme assistido em 27 de Janeiro de 2016
-Nota 5/10

Estamos falando de M.Night Shyamalan.Um dos mais cultuados diretores da década de 2000.Depois de impressionar em "O Sexto Sentido" e "Corpo Fechado",ele retorna com algo diferente dessa vez.Se arrisca em filmar no estilo found footage,com um elenco completamente desconhecido e com baixo orçamento.
"A Visita" contém bons suspenses,boa fotografia e uma trilha sonora de arrepiar.
O problema é que Shyamalan não retorna com o que ele sabe de melhor.Mas,com certeza foi um retorno interessante.
Copat
Copat

6 seguidores 31 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de julho de 2017
Ed esta muito bem no papel. Filme q te assusta em alguns momentos...mas nada bem construido. Alguns cliches de filme de terror esta presentez. Assisti HBO 06.2017
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Um dos diretores mais cultuados da primeira metade da década de 2000, M. Night Shyamalan foi responsável por uma seqüência de grandes filmes de suspense e mistério naquela época, dentre eles "O Sexto Sentido (1999)" e "A Vila (2004)". Entretanto, desde o final daquela mesma década, o que se viu foi uma seqüência assombrosa de desastres cinematográficos, e a queda da sua carreira e reputação vieram de forma vertiginosa. Neste ano, seu mais novo filme, "A Visita", marca o retorno do diretor ao gênero que o consagrou, e apoiado pelos fãs esperançosos pela recuperação do seu prestígio, houve boa expectativa com relação a este trabalho. O filme conta a história de um irmão e uma irmã (apresentando os jovens Ed Oxenbould e Olivia DeJonge) que são enviados para uma remota fazenda na Pensilvânia, para curtirem uma viagem de uma semana e conhecerem seus avôs maternos (interpretados por Peter McRobbie e a grata surpresa Deanna Dunagan), que não têm um bom relacionamento com a filha (a versátil atriz de "apoio" Kathryn Han, rosto conhecido em filmes de comédia) por problemas vividos no passado. Então as crianças chegam lá e logo descobrem que o casal de idosos está envolvido em algo profundamente perturbador, e acabam vendo suas chances de voltarem para casa menores a cada dia que se passa.

Acontece que o roteirista e diretor faz uma escolha interessante no estilo que decidiu empregar no filme: o mockumentary (falso documentário), onde os personagens utilizam a câmera de mão, tal qual outros filmes do gênero, como "A Bruxa de Blair (1999)", "Rec (2007)", "Assim na Terra, Como no Inferno (2014)" e o mais recente "A Possessão do Mal (2014)", este último que chegou aos cinemas brasileiros no início deste mês. Interessante, a meu ver, de uma forma negativa, pois o diretor sempre teve um estilo bem idiossincrático de construir a tensão aos poucos, apostando na antecipação do suspense e utilizar uma técnica que já foi exibida exaustivamente nos últimos anos me pareceu uma decisão ousada, que aumentou a pressão nos seus ombros de fazer algo diferente. E não deu outra: com a justificativa de que a jovem Becca estaria fazendo um documentário sobre a primeira vez que irá conhecer seus avôs, Shyamalan optou por uma solução fácil e conveniente para "captar" os acontecimentos sobrenaturais que aconteciam na casa. Considerando que todo filme deva ser feito pensando na platéia e não no diretor, perceba a desconfiança que esta escolha desperta no público mesmo antes da ação começar, pois já traz ao espectador um sentimento inconsciente de comparação com outros tantos filmes de mesmo estilo ainda frescos na memória. Tal decisão é ousada porque caso o resultado seja algo inovador e surpreendente, logo o filme se tornaria um clássico cult e um marco por revolucionar o gênero, mas se for para fazer "mais do mesmo", o saldo final do filme seria extremamente decepcionante.

É claro que é importante considerar que "A Visita" é um filme de orçamento muito baixo, com elenco desconhecido e alguns membros da equipe tendo a oportunidade de estrear em funções mais importantes, casos do editor Luke Franco Ciarrocchi e do diretor de arte Naaman Marshall. A intenção do roteiro de Shyamalan é muito simples: consiste em fazer o espectador acreditar no documentário gravado por Becca, mostrando dia-a-dia (e visualmente o diretor mostra isto, começando na segunda-feira e assim por diante) da convivência com os dóceis avôs - já que sua mãe havia dito que ambos são voluntários em um hospital da cidade. É claro que o diretor não perdeu seu talento do dia para a noite, "A Visita" é um filme intimista, com estilo próprio e momentos de arrepiar a espinha - como a cena do "esconde-esconde". Após uma premissa básica de conversa entre a mãe e os garotos, Shyamalan não tem pressa de nos colocar na casa dos velhinhos, mas quando o faz, gradativamente podemos sentir - juntamente com os garotos - a presença do Mal naquele lugar. Entretanto, se sobra forma estética e bons sustos, falta conteúdo. Um erro recorrente dos filmes de terror são as decisões tomadas por parte dos personagens, quase sempre ingênuas e totalmente fora da realidade. Este problema também esta presente no filme, dando sinais claros de que o diretor não tinha o controle total dos personagens e de suas ações. Há também problema com o ritmo do filme (embora seja uma marca que acompanhe praticamente toda a carreira do diretor), que demora muito para que os garotos percebam a situação perturbadora em que se encontram. O que não poderia faltar - e confesso que me pegou - é a tradicional "surpresa" de roteiro que habilmente o diretor costuma utilizar no clímax dos seu filmes.

No que diz respeito à contribuição do elenco, aqui vale uma ressalva. Quando comentei que Deanna Dunagan foi uma grata surpresa, me refiro à sua excelente interpretação de uma idosa com problemas em um filme de horror, e não quanto à sua capacidade dramática, haja vista que a atriz é um rosto bastante conhecido nos palcos de Chicago e é inclusive vencedora de um Tony Award. As crianças se esforçam e mostram qualidade, mas o limitado roteiro não dá espaço para que Olívia brilhe tanto quanto Ed, que inusitadamente se mostra um ator de recursos cômicos bem interessantes, demonstrados através dos seus "raps" e piadas durante o filme. Como podem imaginar, em um filme de baixo orçamento, a dificuldade em se conseguir o resultado esperado é muito maior, como a iluminação perfeita, por exemplo. Mas isso não pareceu problema para a fotografia da francesa Maryse Alberti (O Lutador, 2008). Trabalhando em conjunto com Shyamalan, a diretora de fotografia conseguiu estabelecer de forma muito eficiente (dentro do possível) a atmosfera visual do filme, um clima e ambiente aconchegante durante o dia e assustador e bizarro durante a noite.

Mas diante de tudo que foi analisado, podemos concluir que "A Visita" ainda não trouxe o tão aguardado reencontro de M. Night Shyamalan com as grandes obras de suspense do cinema. Na verdade é preocupante, pois a cada "flecha fora do alvo" que ele arremessa, menor é a paciência e esperança de que um dia ele volte a ser o ícone que um dia foi. Para os fãs do gênero, o filme proporciona bons sustos, mesmo que sejam em momentos passageiros. Mas não há nada de novo aqui e o filme se perde entre o terror que quer expressar e seu tom cômico, que exagera um pouco. Posso afirmar que é o melhor dos últimos quatro ou cinco filmes do diretor, mas isso não quer dizer muito, pois quem conhece sua filmografia sabe bem que sua carreira já estava à beira do abismo. Entre boas e ruins escolhas para o projeto (mais ruins, é verdade), como a positiva utilização dos velhinhos assustadores em contraste com a manjada escolha do "falso documentário", A Visita decepciona por não trazer nada de novo ao gênero e ainda mostrar que o diretor aprendeu pouco com seus erros do passado, o que é uma triste notícia para qualquer cinéfilo verdadeiro.
Rafael N.
Rafael N.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de dezembro de 2015
Filme " mais ou menos " com um final péssimo. Algumas cenas engraçadas é o ponto positivo do filme.
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