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Stênio Marcus G.
Stênio Marcus G.

4 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de outubro de 2014
o filme aida não vi,estou com dificuldade de acessar meu código de ativação me ajuda ae poxa,q ver os filmes.
Carlos P.
Carlos P.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de outubro de 2014
Acho que poucos perceberam que este filme é uma metáfora da nova guerra fria dos EUA contra a Rússia. É a Guerra Fria.2. Não foram nem um pouco sutis ao dar o nome de Vladimir Pushkin ao chefão da máfia, numa clara alusão ao Presidente da Rússia Vladimir Putin. E, como sempre acontece no cinema americano, os EUA representam o bem e, geralmente, a Rússia o mal. Os estadunidenses fazem uma guerra de informação a seu favor, usando muito o cinema que é uma área onde teem grande "expertise" (como eles dizem). Fizeram isso largamente logo após a 2ª Guerra Mundial por uma espécie de orgulho ferido por não terem sido o principal protagonista da vitória contra a Alemanha e sim a Rússia. Os que tiverem a curiosidade de ler livros de história sobre a 2ª Guerra, de autores não americanos (os ingleses são os melhores) ficarão sabendo, com toda a blindagem que os EUA tentaram fazer, que a Rússia foi invadida pelo poderosíssimo exército alemão, resistiu em heróicas batalhas como as de Moscou, Leningrado, Stalingrado e Kursk e partiu pra cima do exército alemão ocupando Berlim antes de qualquer outro país aliado (Inglaterra, EUA, França e outros), sendo famosa a foto do soldado russo desfraldando a bandeira de seu país no topo do prédio do Reichstag. No final da guerra o Exército Vermelho era considerado o mais heróico exército de todos os tempos. Com isso o Pentágono ficou com uma compreensível "dor de corno" e tentou se impor, sem sucesso, como mais poderoso militarmente, tentando ocupar militarmente a Coréia para intimidar a Rússia (foi obrigado a aceitar apenas a sua divisão em duas), sendo humilhantemente derrotado no Vietnam, sendo colocado pra correr até na Somália (vide "Falcão Negro em Perigo") e saindo com o rabo entre as pernas do Iraque e do Afeganistão.
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