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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Chicago Sun-Times
A sensacional cena final não pode ser acusada de deixar um único buraco na história, mesmo alguns que a gente ainda não sabia que existiam.
Chronic'art.com
Ao transformar seus personagens em cartazes, mais do que em vampiros, a franquia lhes oferece a única eternidade que a produção permitia, e isso é um presente às jovens adolescentes.
Cinema em Cena
"Amanhecer – Parte 2" é, sem dúvida alguma, o melhor filme da série Crepúsculo. Isto, claro, não significa muito: levar 50 pontos na testa é melhor do que levar 70, mas ao final ainda haverá um talho imenso e doloroso em sua cabeça.
Cinepop
Assim como "A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1", a segunda parte é um entretenimento pipoca e adolescente, que vai deixar os fãs da saga satisfeitos - mas não irá agradar a todos.
Cineweb
Como o filme reserva uma surpresa para aqueles que leram o livro - e outra para quem não o leu - o que se pode dizer aqui é apenas que o diretor Bill Condon foi vigoroso nas cenas de ação que se seguem.
New York Times
[Bill Condon] não tem muita história para contar, mas ele se sai bem e às vezes surpreende ao colocar as câmeras como substitutas do olhar dos diversos fãs da franquia.
O Globo
Bella escolheu Edward, escolheu ser vampira, e escolheu ser mãe. Não poderiam ser escolhas mais óbvias, claro, mas, considerando a força com que ela se estabeleceu na cultura pop, em alguma coisa essa menina acertou.
Rubens Ewald
Na verdade, o filme mantém a atenção o tempo todo, até consegue certa emoção numa luta num lago gelado com os vilões Voltari, cheia de cabeças cortadas.
Screen International
Depois de uma primeira metade arrastada, o diretor Bill Condon traz uma conclusão excitante que deve agradar os fãs. [Mas o filme é] mais satisfatório do que realmente bom ...
Variety
[Amanhecer - Parte 2] se posiciona facilmente como o melhor e mais interessante filme da franquia. A maior razão disso é um clímax de cair o queixo ...
Cinema com Rapadura
Para sorte do público, no entanto, este longa é bastante superior aos seus patéticos antecessores. Ao menos até desabar sobre si mesmo de maneira irremediável.
CineClick
A falta de atrevimento narrativo só ratifica a série Crepúsculo como uma das mais caretas de todos os tempos.
Cineplayers
O roteiro de Melissa Rosenberg parece não acreditar no poder de discernimento e atenção de seu público. Quer explicar tudo, não conseguindo trabalhar com sugestões, iludindo com bonita fotografia, boa trilha e esclarecimentos de detalhes.
Preview
É isso que dá quando você quer extrair até a última gota de uma série de sucesso: falta assunto, anda mais quando um mesmo livro é desmembrado em dois filmes. No caso de Crepúsculo, a falha acontece justamente no capítulo final.
The Guardian
Apesar de tantos confrontos e divisões tribais, exaustivamente ensaiadas e repletas de mitos, ninguém é realmente malvado, e não existe nenhum risco real.
The Hollywood Reporter
Esta ainda é uma rara saga popular sem nenhuma grande cena ou momento memorável; desde o começo, a trama se encadeia de maneira trivial, que frequentemente se transforma em tédio.
Folha de São Paulo
Efeitos especiais continuam um tanto toscos, com lobisomens "fake" que destoam do resto dos personagens.
Omelete
Toda a Saga Crepúsculo representa um retrocesso cinematográfico, assumindo uma inocência dos primórdios do cinema falado.
Veja
Os figurinos parecem fantasia de peça de escola, os diálogos são mal escritos, artificiais, a direção e fotografia parecem um trabalho de segundo ano de faculdade de cinema.