A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2: Críticas - Página 8
A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2
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Almir S.
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3,5
Enviada em 11 de julho de 2013
BOM. O diretor gravou muitas cenas com fundos falsos, fica estranho e mais estranho ainda é a filha do casal protagonista, tão falsa quanto,não dava pra saber se era um robô ou feita em CGI (digital). Embora tenha várias coisas mal-feitas, o último filme da saga foi o melhor de todos em termos de ação e até mesmo em interpretação, até que enfim kristen Stewart fez algumas caras e bocas, pois nos anteriores foram sempre a mesma cara de porta. Vivaaa...será que ela tá começando aprender a ser atriz ?
Para mim foi o melhor filme da saga e eu chorei muito no final por que foi uma saga que marcou historia como diz vai ser para sempre para tpdo sempre porque eu digo eu amo esse filme
Depois de quatro filmes sem fazer nada, apenas amando e sendo amada (ora por Edward, ora por Jacob), Bella é uma mulher completa: é esposa, mãe e vampira. A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 encerra a confissão bilionária de Stephenie Meyer, retomando a necessidade feminina de ser, não apenas amada, mas preenchida por outro, não importa se humano, vampiro ou lobisomem.
Como é bom ser vampiro!
Vampiros não envelhecem, não dormem, não cansam, não sentem frio ou calor. A primeira parte do filme é dedicada a apresentar a irrelevância de ser apenas humano. Depois de 18 anos de mediocridade, Bella se torna forte e insaciável - "Como vamos conseguir parar?", questiona depois de descobrir o sexo sobrenatural. Ela nasceu para ser vampira. Uma vocação tão clara que, no ápice da fábula solar da franquia, a personagem logo consegue controlar sua sede por sangue humano.
De donzela em perigo, Kristen Stewart passa a ter uma missão: proteger a filha, Renesmee (Mackenzie Foy), dos malvados Volturi. Para defender a menina, novos personagens são introduzidos, expandindo também o conceito de vampirismo x-men criado por Meyer. Além de visões do futuro e leitura de pensamentos, chegam vampiros elétricos, seres que absorvem sentidos e manipulam visões. Bella, como uma boa mãe e esposa, tem o poder de bloqueio, da proteção do lar.
Nem os poderes, nem os novos vampiros, contudo, conseguem dar corpo à rasa mitologia da saga. Egípcios, irlandeses, índios e até mesmo tradicionais vampiros da Transilvânia são apenas um apanhado de sotaques forçados e caracterizações clichês. Eles estão lá como acessórios, para preencher vazios, não para dar consistência à tramaspoiler:
"Não posso nem afirmar que sequer os fãs da série ficaram satisfeitos. Um roteiro tão preguiçoso e nem sempre fiel ao livro, atuações fraquíssimas e uma direção risível de Condon. Nem o "grande truque" no final da cena de batalha salvou o filme, além do bebê muito mal feito."
O pior filme de vampiro que já assisti, as atuações estão horriveis, o roteiro é ruim os efeito estão um lixo o filme tem muitos erros . Fui assistir pensando que era bom, me decepcionei, o filme tinha potencial para fazer uma coisa boa mas não fez, isso deixou o o publico com rancor desse filme.
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