Truque de Mestre
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4,4
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205 Críticas do usuário

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Almir S.
Almir S.

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2,0
Enviada em 29 de setembro de 2013
FRACO. Juro que esperava mais desse filme, parecia ser um filme inteligente, mas o que vi foi um roteiro chinfrin e um filme que usa e abusa de efeitos especiais nos momentos das mágicas.
Prefiro muito mais os filmes " O Ilusionista e O Grande Truque", esses sim foram filmes inteligentes e que te prendem até mesmo depois do filme acabar.
Lyrion Matheus
Lyrion Matheus

52 seguidores 71 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de outubro de 2013
Um passatempo arrojado, assim digamos.

Numa análise técnica, beira ao ridículo.
O final quebra com toda a sequência da filmagem. Uma facilidade imensa de 4 mestres do truque de roubarem o que roubaram. O romance clichê 110% (ou dois, já que o casal de mágicos também se "reconcilia" ao dar as mãos na cena final), coisa mais atrasada, hein, convenhamos. Um FBI banalizado, fraco, incompetente. Mágicos que alcançam fama global em 2 shows? E pior, o ideal deles era algo patético. Fazer tudo aquilo para encontrar o paraíso? Pareceu... Enfim, como disse, numa análise técnica, beira ao ridículo.

Nas atuações, destaco Jesse Eisenberg, com uma boa atuação; Isla Fisher pela beleza - linda! E, por fim, Woody Harrelson, que tem boas falas em suas cenas como protagonista.

Enfim, um longa bacana, como também é bacana preencher palavras-cruzadas, ou ler uma revista, ou assistir um episódio regular de uma série policial.
Pode valer a pena, depende do que você procura.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de outubro de 2013
O ilusionista é um tipo de artista que visa levar uma audiência a acreditar em algo que parece impossível de acontecer, que não tem uma explicação lógica e racional, mas que acaba ocorrendo, surpreendendo e confundindo a todos. É justamente um grupo escolhido a dedo, formado por artistas desse tipo, que protagoniza o filme “Truque de Mestre”, dirigido por Louis Leterrier. J. Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), Merritt McKinney (Woody Harrelson), Henley Reeves (Isla Fisher) e Jack Wilder (Dave Franco) possuem características próprias de trabalho, mas são reunidos por um mecenas misterioso para realizar algum tipo de atividade que nos será desconhecida, num primeiro momento.

Quando os reencontramos, um ano depois, eles são os personagens principais de um popular show de mágicas e de ilusionismo na cidade de Las Vegas, uma das capitais do entretenimento dos Estados Unidos. Os quatro artistas, em um de seus shows, desafiam a plateia ao informarem que irão realizar um truque final e inédito em termos da atividade que eles desempenham: usar técnicas de ilusionismo para realizar roubos em Paris, em Nova Orleans e em Nova York. Em consequência disso, eles se transformam em alvo número um do agente do FBI Dylan Rhodes (Mark Ruffalo) e da agente da Interpol Alma Dray (Mélanie Laurent).

Sem dúvida alguma, um dos elementos mais engenhosos do roteiro escrito por Ed Solomon, Boaz Yakin e Edward Ricourt é nos mostrar, desde a cena em que o primeiro roubo acontece, que, apesar de a gente ver tudo ocorrendo na nossa frente, não existe uma explicação lógica e que ligue o grupo de artistas aos roubos – tendo em vista que tudo que assistimos pode ser uma ilusão, afinal o ilusionismo se apoia naquilo que é extraordinário, que aparece, que desaparece, que se transforma e que nos é revelado pela leitura da mente.

No entanto, apesar do diretor Louis Leterrier conseguir desenvolver o filme de uma forma um tanto satisfatória, prendendo a atenção da plateia por boa parte dos seus 115 minutos de duração, “Truque de Mestre” acaba decepcionando no seu quarto final, quando tudo se conclui, por optar por uma solução um tanto óbvia para a história. Tal conclusão acaba indo de encontro àquilo que J. Daniel Atlas afirma ser a primeira regra da mágica à maioria das pessoas com quem ele encontra: ser sempre a pessoa mais esperta na sala…
Rafael A.
Rafael A.

23 seguidores 40 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de julho de 2013
Louis Leterrier começou sua carreira como Diretor de Cinema com o filme “Carga Explosiva” (2002), filme se ação com um enredo teoricamente simples e sem muitas “firulas” (2005). Na sequência fez “Carga Explosiva 2”, para dar continuidade ao filme que estava lançando Jason Statham. Com o filme ganhando um pouco mais de notoriedade, foi chamado para dirigir “Cão de Briga” (2005) com Jet Li, mais um filme de ação para a conta do diretor, que mais uma vez cumpriu com seu dever sem grandes surpresas. Então chegou a vez de um filme grande, filme que iria colocar o diretor na rota de grandes produções, “O Incível Hulk” (2008), com Edward Norton e Liv Tyler, praticamente uma releitura de um dos personagens mais fortes da Marvel. O filme foi de uma certa maneira bem aceito pela crítica e Louis ganhou “Fúria de Titãs” (2010) de presente por seu trabalho. Porém, para mim, Loius Leterrier é um diretor que não se arrisca, ele acaba fazendo o feijão com arroz e isso o leva a vôos altos e baixos, mas nenhum dos filmes que fez foram aclamados pela crítica.

Neste ano, o diretor chegou com um “gênero” um pouco diferente dos outros, pois estava cada vez mais imerso em filmes de ação. Porém, Louis chegou aos cinemas com “Truque de Mestre” e sem dúvida o filme ganhou uma roupagem bastante misteriosa e de certa forma até lúdica. Pois para o filme Leterriercontava com Jesse Eisenberg, Mark Ruffalo, Woody Harrelson, Isla Fisher, Dave Franco, Mélanie Laurent e os grandes Morgan Freeman e Michael Caine. O roteiro veio das mãos de Boaz Yakin que escreveu também: “Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo”, “Dirty Dancing – Noites de Havana”, “Um Drink no Inferno 2” e “O Justiceiro”.

“Truque de Mestre” conta a história de um grupo de mágicos chamado The Four Horsemen que começam a praticar uma série de crimes em prol a uma “seita” chamada “O olho”. Com diversos truques e com personagens com características completamente distintas, o agente do FBI, Dylan Hobbs, é chamado para investigar os acontecimentos e consequentemente prender os criminosos. Ele conta com a ajuda de Thaddeus Bradley, uma espécie de “Mister M” que ajuda a desvendar as mágicas dos artistas.

Sem dúvida este filme era a chance de Louis Leterrier iniciar uma caminhada por uma estrada, porém ele esbarrou em dois problemas, o primeiro sem dúvida foi o roteiro. O filme é muito batido, conta com soluções muito previsíveis e pouquíssimas pensadas. Algumas Truque de Mestre-04sequencias que pode até lhe dar um de surpresa, tem um fechamento que você acaba pensando: “Ah é? Jura que era isso? Puts, que bobagem!”. Como por exemplo na sequência da fuga de Jack Wilder (Dave Franco), que tem um ótimo começo, eletrizante, mas sua conclusão é muito fraca e o pouco mistério que a cena cerca é certamente sem imaginação. Outro ponto que atrapalhou o diretor foi ele mesmo. Com um repertório todo voltado para filmes de ação, que muitas vezes tem soluções razas para problemas complexos, como por exemplo: “Precisamos entrar na casa do bandido e capturar a mocinha”, resposta “Ok, ele entra com uma arma e mata todo mundo”, Leterrier acabou ficando um pouco viciado nestas soluções bobas, e o filme que tem em seus trailers um ar muito mais misterioso, é fraco na questão de suspense.

NOW YOU SEE MEMesmo os atores são pouco explorados, e certamente é um filme que precisaria da mão do diretor para colher mais dramaticidade dos personagens. Porém, mesmo Morgan Freeman e Michael Caine fazem papéis simples, singelos e com características muito medianas.

O filme em si proporciona uma certa emoção no sentido da urgência, ou seja, precisar ser rápido para tentar fechar o caso, porém todas suas reviravoltas são pragmáticas e esperadas, ou seja, faltou realmente roteiro para o filme.

“Truque de Mestre” tem boas cenas de ação (o que era de se esperar devido o histórico de diretor e roteirista), e as mágicas são bem feitas pelos atores, porém são muito forçadas também, como na primeira cena de Jesse Eisenberg, quando seu personagem, J. Daniel Atlas, revela uma carta ao acender de janelas de um prédio. Muito grandioso para um mágico de rua, entende?

Enfim, “Truque de Mestre” foi um pontapé inicial para Louis Leterrier começar em outro gênero que não 100% ação. Vamos torcer para ele cresça ainda mais como diretor e que consiga firmar parcerias com bons roteiristas, assim sem dúvida, suas obras melhorarão.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de dezembro de 2017
TRUQUE DE MESTRE (Now You See Me

Eu comprei o DVD em 2013 e até hoje estava guardado no meio da minha coleção, nunca havia parado pra conferir o filme, por obra do acaso, eu decidi assistir Truque de Mestre. A sinopse me interessou, o elenco me chamou a atenção, os trailers vendiam o filme muito bem, todos os ingredientes de um bom filme. Porém, mais uma vez eu criei uma grande expectativa em cima de um filme e fui assistir com bastante empolgação e, infelizmente, quebrei a cara, as expectativas se transformaram em decepções.

TRUQUE DE MESTRE usa uma temática já bem gasta em vários filmes do gênero, mas o longa começa muito promissor, apresentando seus mágicos/ilusionistas em suas pequenas apresentações na rua, dividindo um por um e sendo observados por um ser oculto. O roteiro começa bem funcional ao instigar as nossas mentes nas apresentações regadas à intrigantes truques de mágicas, uma forma utilizada pelos próprios mágicos para construir grandes roubos de bancos. O filme começa a nos prender nesse ponto, ao construir uma história muito interessante e que tinha tudo pra dar certo, mas não deu.

O longa de Louis Leterrier (Carga Explosiva / O incrível Hulk / Fúria de Titãs) começa a se perder da metade do filme até o final, o final então é péssimo. Um filme muito promissor, mas mal desenvolvido, mal trabalhado, onde o roteiro começa de uma forma muito boa, mas logo vai se perdendo. A partir do momento que o filme deixa de lado o ilusionismo e parte para o modo policial, vai ficando cada vez pior, aquela briga de gato e rato não funcionou. Tudo bem que o filme utilize o modo investigativo, aliás, é um filme policial acima de tudo, cujo caso é desvendar os roubos por trás dos números de mágicas, mas a maneira como foi inserido a investigação e perseguição dos policiais contra os bandidos (se é que podemos chamá-los assim) não ficou bom. Me pareceu mais um modo de Velozes e Furiosos nas partes de roubo ao cofre (descaradamente).

O elenco do filme parece um time de futebol cheio de grandes craques, mas comandados por um técnico fraco. Um elenco composto por Jesse Eisenberg (Batman Vs Superman), Mark Ruffalo (Vingadores), Woody Harrelson (Jogos Vorazes), Mélanie Laurent (Bastardos Inglórios), Isla Fisher (O Grande Gatsby), Dave Franco (Anjos da Lei), Common (O Gângster), Michael Kelly (A Troca), Michael Caine (Várias obras-primas) e Morgan Freeman (Várias obras-primas), tinha que no mínimo funcionar.

Os personagens foram mal construídos, mal escritos, foram jogados no filme gratuitamente, sem um grande desenvolvimento. Temos o grupo de ilusionistas chamados "The Four Horsemen" que unem forças para os números de mágicas na intenção dos assaltos aos bancos. Composto por Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), o líder do grupo que se apresenta em pequenos números nas ruas. Henley (Isla Fisher), a ex-assistente que passou a liderar suas próprias mágicas. Jack (Dave Franco), um bate carteira que utiliza suas mágicas para tais atos. Resta Merritt (Woody Harrelson), um especializado em hipnose. O grupo começa muito promissor, mas depois de um certo tempo cai na mesmice e fica muito maçante, até os números de ilusionismos não existem mais, se tornando uma caçada policial muito pífia.

O que me dói mais é ver as apresentações dos personagens dos gênios Michael Caine e Morgan Freeman!
Arthur Tressler (Michael Caine) é o milionário patrocinador do grupo de mágicos, que tem um começo muito interessante, como uma figura soberana e respeitada. Mas o desenrolar de sua história fica chato e desinteressante e o rumo do seu personagem fica totalmente previsível. Thaddeus Bradley (Morgan Freeman) é o ex-mágico que atua como um veterano desmistificador, que insiste que os assaltos são realizados a partir de truques e disfarces. Um ser misterioso e intrigante, que nos passava um ar curioso, disposto a desmascarar o grupo a qualquer custo, mas os desfechos finais de seu personagem é muito raso e vago, principalmente na parte final.

Dylan Rhodes (Mark Ruffalo) é um agente do FBI que entra em desespero com o aumento dos roubos aos bancos. Feito de trouxa o filme inteiro por parte do grupo de mágicos e, ao final tem uma reviravolta totalmente pífia e previsível. A bela e loira Alma Dray (Mélanie Laurent) é uma jovem e ainda inexperiente agente da Interpol, que foi integrada ao grupo policial na intenção de ajudar capturar os mágicos. Uma personagem totalmente vaga e perdida, uma curiosa em mágicas, que passou o filme inteiro sem mostrar a que veio e ao final não surpreende, pelo contrário, é outro personagem que cai na mesmice (que fique claro que Mélanie não teve nenhuma culpa, sua personagem que foi mal escrita).

Uma pena, um filme composto por tanto talentos, mas quando seus personagens são mal escritos, não tem como dar certo. Eu defendo todos os atores e atrizes do longa, pra mim a grande culpa estão nos roteiristas, que escreveram um roteiro pífio e sem desenvolvimento, cujo os próprios personagens não foram bem encaixados.

Como eu já destaquei, o filme anda em um roteiro que já foi muito bem utilizado em outros longa-metragem de golpes utilizando um grupo especializado, como o filme Onze Homens e um Segredo, A Senha: Swordfish, Uma Saída de Mestre, entre outros - com uma forma bem desenvolvida e muito bem trabalhada. Em Truque de Mestre isso não acontece em nenhuma forma, a julgar pelo filme querer se mostrar esperto demais no último ato, querendo nos impressionar com um Plot twist que beira o ridículo.

E pensar que o longa obteve um grande lucro que alavancou uma continuação lançada em 2016 (que eu desconhecia) e ainda um possível terceiro capítulo que poderá ser lançado no próximo ano. Eu particularmente perdi qualquer interesse em acompanhar qualquer filme dessa franquia.
Fábio C.
Fábio C.

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de outubro de 2013
Filme de mágica, misturando ação e comédia, com uma pitada de suspense e para descobrir quem é o misterioso mágico boss...Quem não gosta? Poizé! É extremamente decepcionante ver uma ideia tão boa ir por água abaixo, sendo tanto besteirol e tentativas frustadas de parecer esperto e provocar reviravoltas no filme sem pé nem cabeça.
O filme até que começa bastante interessante, com umas mágicas bem legais e intrigantes, deixando-nos encucados em desvendar o que está por trás das mágicas. E é aí onde o filme falha, sem se preocupar muito em explicá-las, somos forçados a engolir goela a baixo mágicas sem sentido e inexplicáveis. O final do filme é a cereja "podre" do bolo. Não soube de ninguém, nem quem gostou do filme, que gostou do desfecho. Infantil e desnecessário. Foi ridículo.
Apesar do elenco promissor e jovem, e mesmo com a participação do aclamado ator Morgan Freeman, suas inúmeras situações inexplicáveis e seu desfecho absurdamente fraco, levam o filme ao decepcionante fracasso.

Nota: 2,5 # # *
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Abracadabra! Surge um péssimo filme. Embalado naquele formato de reviravoltas, este filme não contém nenhuma, pois ele nunca nos faz crer em X para depois revelar Y. Todas suas "bombásticas" revelações são simplesmente isso: revelações. Geralmente algo novo que não tinha qualquer relação com o que foi mostrado até agora, e se tem alguma, é jogada no ar como uma carta qualquer.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 12 de setembro de 2016
Truque de Mestre é um filme que exige uma elevada suspensão de descrença do público. Basicamente o que se vê é que os personagens são mágicos então eles podem fazer tudo, mas não é assim que as coisas funcionam, em momento algum fica estabelecido que eles possuem super poderes e o filme com isso só fica mais ilógico a cada cena. A interação entre o grupo funciona muito bem, e até certa altura dá para curtir o filme como um puro entretenimento escapista, mas o final é tão ruim, mas tão ruim que fica muito difícil ainda conseguir gostar do filme depois de ver qualquer mínimo de lógica que pudesse existir nele sendo jogada no lixo, logo o resultado é um filme fraco que definitivamente não merece qualquer tipo de atenção.
EVERTON L
EVERTON L

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de junho de 2020
O filme se desenrola muito bem, porém o final revelam coisas "clichês", que para eles soam como ''genial''. Não faz sentido nenhum o policial perseguir os mágicos a trama toda, e no final se revelar o vilão da história.
Paulo C.
Paulo C.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2014
Achei um filme interessante no início, pensei que tratava-se de um simples filme policial, ou algo assim. Certo, logo no começo, fiquei impressionado com as magias e gostei bastante de todos os personagens, a não ser do "Sr. Hipnose", que tinha habilidades muito estranhas ao meu ver, certo, continuei assistindo. Mais a frente, durante a revelação do plano, quando aquela "planta holográfica" aparece diante dos personagens e há algum tipo de epifania (a única explicação, já que todos eles, ou a maioria, eram oportunistas e depois tornaram-se justiceiros alá Robin Hood), já achei estranho, mas tudo bem, o tema do filme é um pouco fantasioso, nada mais. Que pena de mim, realmente acreditei nisso, ou tentei, o primeiro show foi aceitável, a explicação foi razoável, não que tenha sido uma explicação convincente. O detetive vai atrás dos personagens com o seu pet ao lado, a agente que a principio parece ser uma boa personagem e tende a desenvolver-se, mas no final das contas não faz NADA, a não ser dar informações aleatórias para contribuir com as falsas resoluções de quebras cabeças durante o filme, pois todo o mistério presente aí não passa de uma grande farsa, a maioria, se não todos, são, além de sem explicação, mal contados e mal arquitetados (e o que seria deles se não fosse uma BOA dose de coincidência, não é?). Durante o interrogatório, quando o mago passa as algemas para o policial, tive duas ideias: 1 - O Policial está completamente nas mãos deles. 2 - Esse filme é um lixo, porque eu não posso aceitar um cara passar (ou teleportar) as algemas pra um policial em um filme que não é de comédia, não é de ficção científica e não é sobre esquizofrênicos. Tudo bem, depois, veio o pior, a segunda apresentação, o papel que muda de forma diversas vezes, a mulher que voa em bolas de sabão e o homem que hipnotiza dezenas de pessoas ao mesmo tempo. Nessa hora, quem teve uma epifania fui eu! Tudo não passa de uma grande desculpa para tentar elevar os personagens, tudo era feito para faze-los parecer inteligentes e perceptivos, mas na verdade, NADA fazia sentido algum. Principais desculpas: 1 - O homem que hipnotiza qualquer um. Com um poder desse, você pode ser um jumento e ainda consegue se sobressair em qualquer situação, você pode explicar praticamente TUDO com isso. 2 - As coincidências, ninguém chega perto o suficiente para ver que há um espelho na frente do cofre, pra começar. 3 - AS COISAS QUE NEM DESCULPA TEM. Quero que alguém me explique que bosta foi aquela do cara gritar "Freeze" e dezenas de pessoas pularem em cima dele, tudo bem, a principio parece inteligente, mas é exatamente isso que eles fazem, usam poderes sem explicação para dar a ideia de algo bem elaborado, no dia que alguém me explicar como um cara, sem nenhum tipo de estimulo visual, ou sei lá o que se usa para hipnotizar, consegue fazer uma duzia de pessoas transformarem-se em "zumbis", eu dou 5 estrelas para esse filme e queimo o prédio da psicologia da Faculdade Federal, mas até hoje, esses poderes só estavam presentes em filmes como, sei lá, X-MEN?? E olha que nem era em uma proporção tão grande assim. Não sei se vale a pena comentar do final, mas já comentando, aquilo foi a reviravolta mais GENÉRICA e sem explicação. Mas eu bato palmas pro diretor dessa droga, já que ele conseguiu fazer O MAIOR TRUQUE DE ILUSIONISMO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE, fazer um monte de pessoas verem reviravoltas baratas e forçadas e acharem que é tudo muito bem arquitetado e inteligente. Pra não dizerem que eu só falei coisas ruins do filme, eu gostei muito dos personagens, eles tinham tudo pra desenvolver-se mas no final do filme, eu mal lembrava seus nomes, eles não se apresentaram, não houve nenhum drama, teve uma hora que o Mind Control Master (O careca) fez uma intriguinha, mas nada demais, não houve drama ou conflitos para que os personagens pudessem apresentar sua individualidade, mas poderiam ter sido muito bem aproveitados pois desde o começo, mostraram ser diferentes, só faltou desenvolver isso. E... Os cenários? Achei os palcos bem legais, bonitos... Brilhantes... Acho que é só.
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