Truque de Mestre
Média
4,4
6722 notas

205 Críticas do usuário

5
79 críticas
4
53 críticas
3
44 críticas
2
14 críticas
1
10 críticas
0
5 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de setembro de 2016
O cineasta Louis Leterrier é conhecido por dirigir os últimos filmes de ação do novo século mais conhecidos entre os amantes do gênero. Entre as produções estão os genéricos Carga Explosiva (2002) e Carga Explosiva 2 (2005), ambos protagonizados pelo astro Jason Stathan; o alucinante Cão de Briga (2005), estrelado por Jet Li; o primeiro filme do gênero herói do cineasta, talvez um dos trabalhos mais conhecidos do diretor: o morno e nada surpreendente O Incrível Hulk (2008). E dois anos depois o fracasso de crítica e público Fúria de Titãs (2010) que apesar de tudo rendeu uma sequência. Percebe-se que desde então Leterrier não estava parando, e três anos após seu último trabalho chegaria aos cinemas Truque de Mestre (2013), dirigido pelo francês.

Batendo o olho no currículo de Leterrier, percebe-se que o cineasta é um excelente diretor de filmes de ação. Sendo assim, sua capacidade talentosa — pelo menos até o presente momento — se resume ao gênero. Então, no geral, Truque de Mestre não seria um desafio para o diretor, já que era um material que visava entreter. E para entreter e prender o espectador na cadeira, Leterrier e os roteiristas Ed Solomon e Boaz Yakin usaram da zona de conforto do diretor; a ação, que no geral funciona bem.

O enredo de Solomon e Yakin acompanham quatro mágicos independentes: Daniel Atlas (Jesse Eisenberg); Merrit McKinney (Woody Harrelson); Henley (Isla Fisher); e Jack Wilder (Dave Franco), que certo dia são reunidos para formar os Quatro Cavaleiros e apresentar atrações de alto nível e patrocinadas por uma entidade misteriosa por todo os Estados Unidos. Porém, numa de suas apresentações, Os Quatro Cavaleiros provam que não são simples mágicos e realizam um roubo num banco da França. Desde então, o FBI põe os olhos no grupo, e o agente Dylan Rhodes (Mark Ruffalo), a cargo do caso, fará de tudo para conseguir provas e provar que os mágicos são criminosos fajutos.

Definitivamente, para escrever sobre este filme, é preciso pensar um pouco. Não, não é por que é fantástico e confunde a cabeça do espectador de maneira inquisitorial. Toda a confusão está no plot twist do filme, revelado ao final do longa, e para lá de inútil e incoerente. Incoerência essa que fica a cargo dos roteiristas, que transformam determinado personagem no Quinto Cavaleiro, descartando boa parte da ação do filme, e tornando todo o seu desenvolvimento inútil — não sei quantas palavras são possíveis para descrever a babaquice dos roteiristas, na tentativa fraca e frustrante de dar uma reviravolta impactante.

E não é apenas o plot twist, propriamente dito, que é confuso. Boa parte das ações dos personagens não têm motivos plausíveis. Vide o personagem Thaddeus Bradley, de Morgan Freeman; confuso, numa tentativa de colocá-lo sob a mira de suspeito do espectador, Bradley oscila, assim como o plot twist final, de maneira bastante incoerente entre os dois lados da moeda. E acredite, não há explicação plausível se quer que dê a entender por que motivos Bradley ajuda o FBI e prejudica o grupo de mágicos, ou vise-versa. Ele vai assisti-los, fica a espreita, liga para o FBI para ajudá-lo na solução de algumas mágicas, tem atitudes suspeitas para cair na dúvida do espectador, mas o personagem de Freeman, além de estar ali só para ocupar espaço, tem apenas como função explicar boa parte dos truques dos Quatro Cavaleiros.

Uma das que caem na graça do público, a agente francesa Alma Dray (Mélanie Laurent), salvo algumas cenas boas, está ali apenas para ser interesse romântico de Dylan e assim como o personagem de Freeman e de Michael Cane, que interpreta Arthur Tressler, se tornar suspeita aos olhos do espectador. Dito isso, a personagem de Laurent se torna completamente desperdiçada, simplesmente por que esta poderia ser muito bem explorada e assim enriquecer à trama.

E mesmo sendo um fator interessante e um dos principais que prendem o público à cadeira, a ação de Leterrier, em alguns pontos, não se encaixa com a estética do filme. De fato, se confiaçem mais na ideia, deixassem Leterrier e construíssem o roteiro em cima do gênero drama, Truque de Mestre poderia ser considerado um dos melhores filmes de 2013, não só pela parte do público — que já o considera — mas também pela crítica.

O roteiro oscila bastante entre regular e bom. Regular graças aos truques engenhosos e geniais, e suas soluções nada fáceis de pensar que enriquecem ainda mais a produção; e regular graças a ação que ocupa mais espaço sobre algo bastante importante, que em Truque de Mestre não ganha atenção — o desenvolvimento dos personagens.

De fato, o grupo de mágico, que são os protagonistas, são bem apresentados e definidos, só que... Do primeiro ato para frente o desenvolvimento é deixado de lado e a corrida gato e rato — que apesar de tudo é bem abordada — clama por mais atenção. E quem sofre mais com esse mal desenvolvimento é o personagem de Dave Franco, que é descartável quanto a boa parte do filme. Fora isso, o grupo tem ótima dinâmica, seus atores interpretam seus respectivos personagens bem e conseguem ser tão carismático quanto o núcleo restante do filme.

Apesar de pouco, Truque de Mestre também trata sobre como as pessoas são enganadas tão facilmente, e como gostam de ser. Afinal de contas, se tratando principalmente de um filme de mágica, esse fator não poderia faltar e ser deixado de lado.

De fato, Truque de Mestre não é um filme fascinante. Mas é bom, e delicioso de assistir ao fim da tarde, não deixando o espectador com vontade de abandonar a sessão em nenhum ponto por conta do seu ritmo constante — atributo de Leterrier. Que venha a sequência, e que seja tão boa quanto!

Nota: 6.9/10
Tatiana D.
Tatiana D.

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de setembro de 2016
imaginar que magia existe é fantástico!
um de show de mágica, em céu aberto é absolutamente incrível!
Érico S.
Érico S.

4 seguidores 40 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de agosto de 2016
A primeira vista, o enredo parece ser intrigante e atrativo, dando a impressão que será um ótimo suspense à la "12 homens e um segredo". No entanto, conforme o filme segue, por repetidas vezes os inúmeros fatos fantásticos e mal explicados acabam tornando a história um pouco inverossímil, até mesmo pra quem se diverte com fantasias sonhadoras do cinema. O elenco é de primeira, o filme é bem produzido, mas a trama não me convenceu, esperava muito mais.

MegapixPlay (via site Globosat Play), sábado 20 de agosto de 2016.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 12 de setembro de 2016
Truque de Mestre é um filme que exige uma elevada suspensão de descrença do público. Basicamente o que se vê é que os personagens são mágicos então eles podem fazer tudo, mas não é assim que as coisas funcionam, em momento algum fica estabelecido que eles possuem super poderes e o filme com isso só fica mais ilógico a cada cena. A interação entre o grupo funciona muito bem, e até certa altura dá para curtir o filme como um puro entretenimento escapista, mas o final é tão ruim, mas tão ruim que fica muito difícil ainda conseguir gostar do filme depois de ver qualquer mínimo de lógica que pudesse existir nele sendo jogada no lixo, logo o resultado é um filme fraco que definitivamente não merece qualquer tipo de atenção.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de julho de 2016
Dinâmico, misterioso e envolvente, com personagens carismáticos e um roteiro que vai fazendo a trama ter vários rumos.
Jéssica M.
Jéssica M.

4 seguidores 18 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de julho de 2016
Bom..achei legal o filme,não me surpreendeu muito,mas se tratando de magica,quem não gosta?Foi bom , a história também foi legal.
rosangela v.
rosangela v.

2 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de julho de 2016
Não é um dos mais importantes para mim é uma questão que eu tenho uma amiga minha que você está fazendo aqui ainda
Tony D.
Tony D.

6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de junho de 2016
Longa metragem bem produzido, com cenas e cenários modernos tecnologicamente aliados a uma trama surpreendente e empolgante. Não permite que o telespectador se desligue da telinha, pois a estória envolve personagens especialistas em mágica e sempre surpreendendo com seus truques, porém, o objetivo de atrair o público não é tão somente o que se vê.
O desenrolar da trama, os cenários, os diálogos são bons. Encontrei esse filme por acaso, quando estava vasculhando a filmografia de Morgan Freeman, que por sinal, é o protagonista que mais conheço nesse movie, além de Woody Harrelson e Michael Caine. O final do espetáculo não é tão surpreendente. Já tem o segundo filme do mesmo estilo: "Truque de Mestre: o segundo ato", que ainda vou assistir. Nota 3,5 de 5.
Andre L. S.
Andre L. S.

21 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de junho de 2016
Depois de 2 anos Os Quatro Cavaleiros estão de volta e em uma nova missão, em Truque de Mestre: O Segundo Ato, os ilusionistas vão passar por uma verdadeira prova de fogo ao se sentirem abandonados e enganados pelo "Olho", que é uma organização misteriosa que os comanda desde o primeiro filme, além disso os jovens Cavaleiros também sente-se abandonado por Dylan Rhodes (Mark Ruffalo), depois que um plano não deu muito certo.

Dessa vez, o quarteto é usado por um inimigo para ajudar na vingança contra Rhodes. Além disso, eles também precisam prestar contas à Thaddeus Bradley (o Morgan "God" Freeman), que foi parar na prisão por causa dos Cavaleiros.

Durante uma eletrizante fuga do FBI – que os separa de Rhodes – eles vão parar em Macau, na China, e lá planejam um grandioso truque a mando de Walter (Daniel Radcliffe), um jovem milionário e excêntrico que tem o poder de destruir a vida dos Cavaleiros caso eles não aceitem seu acordo.

A sequência trouxe algumas mudanças de elenco, a personagem Henley Reeves (Isla Fisher) deixa o palco e da espaço para Lula (Lizzy Caplan) um personagem irônica e intensa, que é sem dúvida um dos ganhos no filme e talvez o seu truque na manga, já que Lula também é responsável por um toque engraçado e romântico já que sua relação com Jack Wilder (Dave Franco) da esse toque "só love".

Truque de Mestre: O Segundo Ato tenta fazer uma das minhas coisas favoritas em filmes assim, explorar dramas pessoais dos seus protagonistas, como a infância de Rhodes e a forma de como perdeu seu pai, um famoso ilusionista. Trazendo mais comédia para a sequência, o filme também não deixa para trás a relação dramática de Merritt McKinney (Woody Harrelson) com seu irmão gêmeo. Mesmo assim, acredito que isso deixou o foco do filme em segundo plano, ainda estando ligado ao filme e é deste ponto que demonstra não ser suficiente para prender a atenção do espectador, fazendo com que em um momento ou outro, o sono o pega.

Os novos truques são bem coreografados e sem dúvida nos entrega um entretenimento espetacular, no entanto, as motivações que movem os cavaleiros até seu ato final não parecem razoáveis e até mesmo confuso.

No elenco, Lizzy Caplan e Dave Franco não economiza no carisma e demonstram ter uma química forte entre eles, a atuação de ambos deixaram a desejar, mas mesmo assim estava incrível. Jesse Einsenberg teve uma atuação como sempre espetacular, mesmo sendo mais fraca como a do primeiro filme e até com sua atuação como Lex Luthor em Batman v Superman, mesmo assim ele demonstrou ser um ator nato e entregou um personagem completo.

No geral, Truque de Mestre O Segundo Ato não vai agradar novos públicos e fará como o seu primeiro filme, típico de assistir na Sessão da Tarde ou Tela Quente, a trama não supera e nem fica abaixo do original, mesmo com os bons truques e atuações boas, o longa fica longe de se estar no mesmo patamar de filmes marcantes desse gênero, tais como O Ilusionista (2006) e O Grande Truque.

Para mim o filme deixou a desejar, e segurou muito um clichê e tento um final um tanto quanto desapontador. Se você assistiu ao primeiro filme e gostou, provavelmente não odiara esse. Se você não viu o primeiro filme, sem dúvida ficará confuso e apenas verá um show de mágica a céu aberto sem motivação plausível e um vilão nem um pouco "fodão".
Thamires F.
Thamires F.

133 seguidores 138 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de maio de 2016
Enredo perfeito , elenco maravilhoso , ótimo roteiro e efeitos especiais incríveis ! Esse é o melhor filme já feito na história ! Recomendo , não vão se decepcionar .

Nota 10/10
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa