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Yago T.
22 seguidores
28 críticas
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1,5
Enviada em 22 de outubro de 2013
Quando o assunto é terror ou suspense, cada vez mais o cinema americano está sem criatividade e com temas clichês, com “A Última Casa da Rua” não é diferente. A história é bem morna, chegando a ser fraca em vários pontos do filme, mas quando foi chegando no final, foi melhorando. A fotografia é péssima, assim como a direção e o roteiro.
No elenco temos a talentosa Jennifer Lawrence, que se mostra muito bem, em um filme desastroso, ao contrário do seu colega Max Thieriot, que está muito ruim, sem sal e sem graça.
A Última Casa da Rua veio para provar que não há mais esperanças quando o assunto é terror/suspense e a melhor forma de entreter nesses gêneros, é fazendo remake mesmo.
O Diretor Tonderai comete este filme que embora tenha ritmo e seja um exercício para divulgar a beleza de Lawrence, se perde entre situações que pouco convencem no decorrer de toda a projeção do filme. Os atores deixam muito a desejar, principalmente os jovens que compõem o elenco de apoio, que mais parecem ter saído de um episódio de malhação. Alguns sustos apenas é que salvam este filme de suspense de não ter uma estrela sequer. Lamentável.
Elissa se muda com a mãe Sarah, para uma nova cidade e passam a morar ao lado de uma casa que foi marcada por um duplo assasinato. Após se envolver com Ryan, filho do casal assasinado, Elissa passa a presenciar atitudes estranhas do rapaz e notas coisas estranhas na casa. A Última Casa da Rua não surpreende em nenhum apecto, uma vez que não traz nenhuma inovação. Com clichês bastante conhecidos em vários fimes de terror, o máximo que o filme consegue é trazer uma ou outra cena que assuste. A proposta de enredo do filme é interessante, mas tem bastante falhas e deixar a desejar em muitos aspectos. O filme não é bom e nem mesmo a boa atuação de Jennifer Lawrence é capaz de salva-lo. Com um suspense falho, A Última Casa da Rua não cumpre a sua missão e pode satisfazer quem apenas quer passar o tempo e não tem grandes pretensões. No entanto, o filme não causa o mesmo efeito em quem procura uma boa história.
A sensação ao acabar de assistir ao filme foi que eles tinham um bom argumento, que teria rendido uma obra acima da média, se melhor explorado. Mãe (Elizabeth Shue) e filha (J-Law) mudam para uma cidade do interior dos EUA para um novo recomeço. Elas acabam alugando uma casa vizinha a uma outra (a tal última casa da rua), onde ocorrera um assassinato anos atrás. Lá mora Ryan, o filho do casal morto, que na época morava com sua tia em outra cidade. A partir daí coisas acontecem até o final “surpreendente”. Pois é, novamente a mesma premissa para um filme de suspense. A casa como pano de fundo, reviravoltas “espetaculares”, dramas familiares, etc... uma pena que muito mal conduzido e roteirizado. O elenco está bem, mas a história não exige muito mais deles. Se não é previsível logo de cara, a falta de interesse gerada pela trama enfraquece a obra. Curiosidade. Acabou se tornando um daqueles filmes feito por uma atriz antes dela alcançar o sucesso, aqui em questão a Jennifer Lawrence. Nota do público: 5.6 (IMDB) Nota dos críticos: 12%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $31 milhões Mundo - $39 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
A irmã morreu quando ainda era criança em um acidente. O final é desastroso. O irmão mantém presa uma moça e diz que ela é a Carrie Anne. Se a irmãzinha morreu na infância, Quem foi que matou os pais dele? Foi ele próprio? Então quem era a garota que ele mantinha presa?
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