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Kull, o conquistador é um filme de aventura/ação que contou com a direção de John Nicolella. Na trama, acompanhamos Kull (Kevin Sorbo), que é um guerreiro bárbaro, que acaba se tornando rei de Valusia após matar o rei em uma batalha. Porém, contrariados, os herdeiros do trono decidem ressuscitar Akivasha (Tia Carrere), uma velha bruxa como poderes demoníacos, para derrotar Kull e recuperar o trono. É importante salientar que Kulk foi criado por Robert E. Howard
, mesmo autor de Conan
e Sonja
. Porém, ao contrário dos dois bárbaros, que eram contemporâneos, Kull
viveu cerca de 5000
anos antes de Conan
, nos tempos antes da submersão da Atlântida. O filme estreou em setembro de 1997, nos cinemas americanos, mas devido ao fracasso foi posto logo em vídeo. Inicialmente o papel de Kull ficaria com Arnold Schwarzenegger, que acabou rejeitando. É fato que o fracasso do filme foi diante do desenvolvimento muito ruim do roteiro. Logo de início, recebemos com poucas palavras o contexto e logo somos apresentados a Kull, que tao logo vira rei de uma forma bem idiota. Nao temos um desenvolvimento do personagem principal. Tudo vai acontecendo rápido demais. Além disso, temos os vilões ( e nao sao poucos) super caricatos : uma bruxa bonita, um feiticeiro com rosto desfigurado (e que vira capacho da bruxa), um herdeiro panaca e um Lord loiro General Taligari (Thomas Ian Griffith). É fato que a história tem algo de interessante que é um bárbaro assumir um trono, mas para além disso, é o incomodo com as leis que estavam conservadas a bastante tempo. Percebemos o quanto Kull se incomoda com elas, em especial para defender os desfavorecidos: principalmente os escravos e as mulheres que faziam parte do harém. O filme fica um pouco melhor quando finalmente se tem um dificuldade para Kulk superar que é a volta ao trono e a morte da bruxa milenar. Porém, o filme te uma péssima qualidade gráfica (acredito que com maior orçamento melhoria bastante), além dos outros problemas aqui já mencionados. Kull, o conquistador é um filme que muitas pessoas acima dos 30 anos ja devem ter assistindo em VHS ou na Globo, pois costumava passar na sessão da tarde e na sessão de sábado.
, mesmo autor de Conan
e Sonja
. Porém, ao contrário dos dois bárbaros, que eram contemporâneos, Kull
viveu cerca de 5000
anos antes de Conan
, nos tempos antes da submersão da Atlântida. O filme estreou em setembro de 1997, nos cinemas americanos, mas devido ao fracasso foi posto logo em vídeo. Inicialmente o papel de Kull ficaria com Arnold Schwarzenegger, que acabou rejeitando. É fato que o fracasso do filme foi diante do desenvolvimento muito ruim do roteiro. Logo de início, recebemos com poucas palavras o contexto e logo somos apresentados a Kull, que tao logo vira rei de uma forma bem idiota. Nao temos um desenvolvimento do personagem principal. Tudo vai acontecendo rápido demais. Além disso, temos os vilões ( e nao sao poucos) super caricatos : uma bruxa bonita, um feiticeiro com rosto desfigurado (e que vira capacho da bruxa), um herdeiro panaca e um Lord loiro General Taligari (Thomas Ian Griffith). É fato que a história tem algo de interessante que é um bárbaro assumir um trono, mas para além disso, é o incomodo com as leis que estavam conservadas a bastante tempo. Percebemos o quanto Kull se incomoda com elas, em especial para defender os desfavorecidos: principalmente os escravos e as mulheres que faziam parte do harém. O filme fica um pouco melhor quando finalmente se tem um dificuldade para Kulk superar que é a volta ao trono e a morte da bruxa milenar. Porém, o filme te uma péssima qualidade gráfica (acredito que com maior orçamento melhoria bastante), além dos outros problemas aqui já mencionados. Kull, o conquistador é um filme que muitas pessoas acima dos 30 anos ja devem ter assistindo em VHS ou na Globo, pois costumava passar na sessão da tarde e na sessão de sábado.
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