Esperei 5 meses para assistir no cinema, depois da sua estreia...Chegou o dia, primeira sessão é cancelada, espero mais 2 dias para assistir!, chegou novamente o dia...Começou o filme, Sinto uma energia positiva logo de cara!, O Filme e simplesmente MAGNÍFICO, INFINITO...Um lição para toda a vida!, Esperei muito, para ver essa Obrá divina, INFINITA!
Um filme simples, mas, que consegue lhe arrebatar. Colocando momentos de reflexão, alegrias, tristeza, uma mistura de sentimentos que poucos filmes conseguem nos dias atuais. Acredito que todos se identificam com o filme, para aqueles que estão passando pela mesma situação abordada, quanto para quem já passou dessa fase. O filme mostra o valor e a importância de uma amizade. Mostra como um trauma de infância pode repercutir o futuro de uma criança, coloca em questão também, de que nós mesmos devemos seguir adiante e viver nossa historia que logo serão apenas lembranças. Com um roteiro maravilhoso e com boas atuações, posso afirmar, assistam, pois não vão se arrepender. Divirtam se!
É um filme que tem que ser assistido, não por causa da experiência cinematográfica que ele traz, mas sim pela lição de vida, é um filme muito bonito que conversa muito com todas as angustias e ansiedades dos jovens, com brilhantes atuações, principalmente do Logan Lerman, uma trilha sonora fantástica, com ótimos diálogos, o roteiro poderia ser melhor aprofundado, o filme tem I:40min, poderia ter duas horas tranquilamente, assim poderíamos entender melhor as motivações de cada personagem e principalmente mais sobre o passado de Charlie.
Detestei esse filme muito sem graça...o casal principal não tem cenas juntos de romance .....o Charlie passa o filme todo vendo a menina junto com outro que trai ela ...horrivel
O filme não tem a pretensão de contar uma grande saga com herois e vilões. O filme quer apenas mostrar a vida de um grupo de amigos que "sobrevivem" ao ensino médio e a adolescência juntos. Adolescentes reais, com vidas comuns, como a da maioria de nós. Ao mostrar a vida de Charlie, um jovem tímido que sofre com alguns traumas psicológicos do passado, o filme já ganha simpatizantes. Ao retratar o resto de sua turma, em que todos são pessoas peculiares que não se enquadram nos modelos do populares do colégio, muitos conseguem ver um pouco de sua própria adolescência ali. O roteiro do filme é bom, possui alguns clichês, mas nada que comprometa a história. O grande trunfo do filme é não ter uma posição de educador/pais sobre a adolescência, mas sim ser um cumplice dela. O elenco também merece um destaque positivo, principalmente Ezra Miller, que rouba a cena sempre que aparece. Logan Lerman foi de uma delicadeza impressionante como Charlie. A naturalidade de Emma Watson como Sam é notável. Aliás, é bom ver que Watson e Lerman são muito mais que Hermione Granger e Percy Jackson. A trilha sonora do filme é ótima. Em certos momentos, as músicas são tão importantes quanto os personagens. Vale destacar as cenas em que partes de "Rocky Horror Picture Show" são apresentadas como um espetáculo pelo grupo de amigos. Mais uma "esquisitice" do grupo tido como desajustado e extravagante.
Um dos maiores erros que um filme pode cometer é de transformar-se em uma caricatura do que poderia ser, ou do que queria ser. O problema de As Vantagens de Ser Invisível é bem por aí: os personagens querem ser mais do que são. O que qualifica, fortemente, esse filme, entre os mais superestimados dos últimos anos. Emma Watson tenta criar uma personagem interessante, porém é extremamente prejudicada por um roteiro que passa por todos os clichês do gênero "filme de adolescente". Ezra Miller não apresenta nada de novo ao personagem. Logan Lerman por sua vez, entrega uma das piores caracterizações já vistas num filme que tenha como tema a "aceitação de si proprio". Sua atuação chega a ser vergonhosa. E ele nem é ruim, é notório que foi absolutamente estragado por um personagem irritante, desgastante e extremamente insuportável e desagradável. E esse trio fraquíssimo é coroado por um roteiro mequetrefe que não sabe muito bem no que quer focar, se nas relações interpessoais dos personagens, se no auto-descobrimento do ser, ou até numa pseudo-paixão platônica homossexual entre dois personagens do filme (o que gera, talvez, a cena mais incoerente de todo o longa). Quanto mais o filme avança, e mais repulsivos ficam esses personagens, mais os defeitos saltam em tela. E não há boa ambientação que salve um plot-twist completamente mal desenvolvido que há perto do final. Ou uma inverossimilhança absurda, a ponto de garotos que curtiam Smiths e Nick Drake serem estúpidos o suficiente pra desconhecer uma das músicas mais famosas de David Bowie. De muito longe, um dos filmes mais aborrecidos de 2012, e feito apenas para ser cultuado por pseudo-hipsters que insistem em postar frases vazias sem consistência como "we accept the love we think we deserve" em redes sociais
Não sei o que dizer desse filme. Achei um filme muito confuso e depressivo, e por outro lado é um filme singelo, mas que passa uma mensagem muito bonita. Eu li ao livro que não me convenceu. As vezes acho que ainda não captei a real mensagem, ou o que realmente nos transmite esse filme/livro, pois só falam maravilhas dele, e que aprenderam uma lição, e que se emocionaram e tal. Comigo não foi assim, talvez faltou sensibilidade da minha parte.
Uma decepção, um filme que definitivamente não me convenceu em nada, começa ruim e termina péssimo. Assisti por indicação de alguns, mas realmente não gostei, nada contra quem gostou do filme, mas para quem ainda não viu, não recomendo ver, simplesmente perda de tempo!
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