Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Vitor P
497 seguidores
236 críticas
Seguir usuário
3,0
Enviada em 22 de julho de 2017
Pelo estilo de produção inglês lembra muito outros nomes desse cinema, como A Mulher de Preto e Nanny Mcphee. Bons atores é um excelente roteiro. Infelizmente o filme parece se arrastar aos poucos, nos dando sono, mesmo com a curiosidade de ir até o final.
Blá blá blá blá - gênero saturado - blá blá blá - muitas linhas e poucas explicações - o que vocês não entendem de filmes é.. Bem, é tudo. Não é uma obra-prima; eu o assisti no cinema e foi um filme a altura do esperado. Um terror sem apelar para a estupidez do terror/suspense. O filme nem sequer tem uma página na Wikipédia - coisa que apenas filmes muitooo desconhecidos, muito ruins ou inexistentes tem -. O que não é o caso de O Despertar. Qualidade não tão brilhante? Sim. Subestimado? Muito. Já vi coisas bem piores que caíram na graça de um público molestado por idiotices não inteligentes.
Definitivamente, a melhor receita para um filme de suspense é espíritos, crianças, um personagem cético e um lugar isolado. É exatamente isso que você irá encontrar em O Despertar.
Achei que tem uma história legal, mas nada fora do comum para filmes de suspense. Não é também uma história muito pesada, ou seja, mulheres podem assistir. Não há sangue, órgãos amputados ou coisas do gênero. Vale a pena ver por entretenimento, mas definitivamente não irá mudar sua vida.
O despertar é um filme do Reino Unido de terror/suspense que teve na direção Nick Murphy que também participou do roteiro ao lao de Stephen Volk. Na trama, acompanhamos Florence (Rebecca Hall), uma mulher que usa a lógica e a ciência para desvendar supostos casos paranormais. Florence perdeu o seu marido recentemente na Primeira Guerra Mundial e com isso, é chamada por Robert ( Dominic West) a uma escola onde um garoto foi encontrado morto, e segundo rumores, seu fantasma assombra o local. O filme se assemelha a tantos outros filmes de terror, com a ideia de um espaço público assombrado e com uma protagonista cética apegada apenas a ciência, muito devido aos traumas com a perca do recente do seu marido. Apesar de não ser inovador, o filme trás elementos em que a escola guarda memórias e mesmo cética, Florence está ali para descobrir, afinal os fenômenos começam a aparecer para a mesma. Em outras palavras, o filme usa clichês de terror, mas no fundo é muito mais drama do que qualquer outra coisa. O roteiro contextualiza bem o que a sociedade europeia estava vivendo naquela época, além do machismo cruel que marcou o período (mulher como cientista). O filme vai perdendo o folego no segundo ato e tem o seu desfecho comprometido, destoando do restante do filme, com resoluções simples e reviravoltas nada convincentes.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade