Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Tassiana
13 seguidores
41 críticas
Seguir usuário
3,5
Enviada em 24 de dezembro de 2013
Campanella prova que é possível sim realizar uma produção bacana com poucos recursos. Com apenas 20 milhões de dólares, pasmem, o diretor produziu “Um time show de bola”, quantia que não faria nem sequer cócegas nas mãos de produtores da terra do Tio Sam. Com uma técnica impecável, a produção é bastante competente e elegante, feita com qualidade e carinho, mas principalmente paixão, paixão pelo futebol - nosso ponto fraco e que nos faz relevar “falhas” do filme. Há clichês sim e não são poucos, aqueles comumente usados em grandes produções como “Toy Story” ou “Universidade Monstros”. O roteiro dá uma escorregada e incomoda um pouco, mas o saldo geral é positivo, com um resultado visualmente bonito. Perceba os detalhes das pinturas gastas dos bonecos da mesa de pebolim. O filme traz bastante referências: já de início Stanley Kubrick (2001 – Uma odisseia no espaço); e pra quem curte futebol, não há como não se lembrar de Rud Gullit e Higuita. Não há como ignorar semelhanças entre Colosso e um famoso jogador de futebol... Ah, o velho e bom “totó” impera e cria um clima nostálgico. Pra criançada que desconhece, eis a oportunidade de instigar a curiosidade e querer jogar uma partida assim que sair do cinema. Vale considerar que é a primeira animação de Campanella e que seu foco sempre foram os dramas, como “O filho da noiva” e “O segredo dos seus olhos”, filme este que faturou o Oscar, inclusive! Logo, considerando que é sua primeira animação, o diretor tem o meu respeito e meus aplausos. iFue un placer!
Uma animação que veio devagar, mas que ganhou o coração de muitos, tem em seu roteiro seu principal trunfo, com um desenvolvimento bem construído e gráficos bem feito. Diversão garantida
Com a clássica cena de "2001-Uma Odisseia no Espaço",se inicia a história de "Um Time Show de Bola".A animação,sobre o futebol em sim,é bastante aproveitada.Conta com os sonhos do pequeno Amadeo,e seu vício,o totó.Mais,para o filme ficar ainda melhor,todos os pequenos ganham vida,é conseguem ser o ponto mais importante do filme.Com muito humor e cenas pra lá de hilárias,todos os jogadores em miniatura,são bem caracterizados.Os detalhes sobre eles,são impressionantes.
Desde garoto Amadeo é aficcionado por totó, tendo construído seus próprios jogadores e com eles ensaiado as mais diversas jogadas. Um dia ele é desafiado por Ezequiel (Juan José Campanella), um arrogante garoto que vive se gabando por ser um exímio jogador de futebol de verdade. Mas a partida épica de totó entre os dois não foi vencida por ele. Anos mais tarde, ele retorna rico e com seu dinheiro quer transformar a cidade natal em um espécie de parque temático. Agora, para salvar a cidade, Amadeo terá que aceitar o desafio proposto pelo vilão: enfrentá-lo numa partida de futebol de verdade. É quando algo mágico acontece e os bonecos da mesa de jogo ganham vida para ajudar o seu companheiro de grandes jogadas. Muito Bom, Super divertido,uma historia muito legal, excelentes personagens,vale muito assistir. Nota 9.0
Não é toda semana que uma animação argentina estreia nos cinemas brasileiros... E ainda mais dirigido por alguém do naipe de Juan José Campanela do excelente "O Segredo dos Seus Olhos". Ele já tinha sido exibido na mostra Panorama do Cinema Mundial no Festival do Rio 2013, mas jamais imaginei que ele entraria em cartaz em Fortaleza.
O mundo do futebol tem potencial para ser abordado no cinema. Fico feliz de ver festivais como o Cinefoot, que certamente terá esse filme em sua próxima programação. "Um time show de bola" começa com uma referência a Stanley Kubrick e seu 2001 - Uma Odisséia no Espaço, ao mostrar macacos jogando futebol com um crânio que é jogado pra cima e então entramos no cenário da animação.
O filme traz a vida jogadores de Totó, ou pebolim. Eles estão no poster e me fizeram esperar um filme ao estilo Toy Story. No entanto, ao ganharem vida, os bonecos se relacionam com Amadeo, um humano que desde garoto Amadeo é aficcionado por totó, tendo construído seus próprios jogadores e com eles ensaiado as mais diversas jogadas.
Além disso, ele nutre uma paixão por Laura, que lhe incetiva no jogo, mesmo quando ele é desafiado por Ezequiel (Juan José Campanella), um arrogante garoto que vive se gabando por ser um exímio jogador de futebol de verdade. Mas a partida épica de totó entre os dois não foi vencida por ele, então ele fica magoado e volta a cidadezinha tempos depois para se vingar.
Anos mais tarde, ele retorna rico e com seu dinheiro quer transformar a cidade natal em um espécie de parque temático. Agora, para salvar a cidade, Amadeo terá que aceitar o desafio proposto pelo vilão: enfrentá-lo numa partida de futebol de verdade. É quando algo mágico acontece e os bonecos da mesa de jogo ganham vida para ajudar o seu companheiro de grandes jogadas.
O roteiro do filme possui diversas falhas. Como se explica destruir um bar para construir um estádio de futebol? E como uma cidade pequena, que precisa recorrer aos sujeitos mais estranhos para representar seu time, consegue lotar esse estádio? Aceito liberdade artística, mas desde que não comprometa o resultado do filme... No Brasil, em especial as cidades que serão sede da Copa do Mundo Fifa 2014, temos vivido situações similares, de construção de grandes estádios, e grandes obras em função do futebol.
O filme é um pouco longo, sendo interessante seu início e seu fim. Uns 15 minutos poderiam ter sido cortados do miolo da história que não faria falta. A relação pai e filho poderia ter sido mais explorada. Já falei aqui o quanto gosto de filmes com esta abordagem.
A sessão foi marcante, pois estava ao lado do meu filho de dois anos e oito meses, e o filme aborda o relacionamento de Amadeo com seu filho... Além disso, na minha infância, sempre gostei de jogar totó. Então, recomendo para quem tem filho do sexo masculino, numa ida despretenciosa ao cinema.
é raro vermos nos cinemas brasileiros animações sul-americanas,este é o caso de um time show de bola (Metegol),o filme conta a história de Amadeo(voz de David Masajnik)um garoto que é craque de pebolim que após ganhar de Ezequiel(voz de Juan José campanella),tem que salvar sua pequena cidade do problema de Ezequiel de não saber aceitar a derrota,após ele comprar a cidade e trasforma-la em um estádio-resort-museu.O filme também retrata o relacionamento com os jogadores de pebolim capi,Beto e loco e também a sua amiga Laura.O filme é dirigido,escrito e produzido por Juan José Campanella(o segredo dos seus olhos).Um ponto negativo de Um Time Show de Bola é a frequente falta de ritmo em algumas que pouco te empolga,mas em outras cenas traz Várias referencias a clássicos como Apocalipse Now,Toy Story,2001 uma odisseia no espaço.mas um ponto positivo é a fotografia. Um Time Show de Bola é um ótima diversão.
Essa animação argentina é demais! Um golaço! A história é cativante em grande parte pelos bonecos jogadores de pebolim. Eles são divertidos, espirituosos e apaixonados por futebol. A rixa entre os dois times é o reflexo do que qualquer time rival tem com o outro, independente do esporte e país. Eles garantem muitas risadas. O roteiro tem um toque leve, oferecendo lições de morais, valores e amizade. Destaque para a realização técnica de animação e imagem primorosa, pouco vista fora dos EUA. Curiosidade. Este foi o primeiro filme de animação 3D produzido na Argentina. Nota do público: 6.7 (IMDB) Nota dos críticos: 64%(Rotten Tomatoes) Bilheterias Mundo - $25 milhões
Um Time Show de Bola possui a grande vantagem de ser dirigido por Campanella, que consegue impregnar uma emoção desproporcionalmente divertida nas cenas "em campo", conseguindo, por ser uma animação, a fluidez completa de suas longas sequências de ação. Por outro lado, acaba sendo uma desvantagem que o controle da produção esteja nas mãos do auto-inflado e oscarizado diretor de O Segredo dos Seus Olhos, que adota um roteiro misto que não consegue contar bem uma única história e vira uma miscelânea de sentimentos a respeito de como o futebol atual é mais um jogo de negócios do que da paixão antiga e nostálgica.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade