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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Ccine10
"Resident Evil 6" se revela como um dos melhores filmes da franquia, se não o melhor. Pois além de servir o público com ótimas cenas de ação, que como de costume arrasam nas coreografias da luta, reserva bons momentos de sustos.
Omelete
Em "Resident Evil 6", Paul W.S. Anderson evolui estilisticamente e entrega uma experiência ao mesmo tempo personalista e muito autoconsciente, do ponto de vista da forma. Às vezes o conteúdo está nos olhos de quem vê.
Cinepop
"Resident Evil 6: O Capítulo Final" consegue recuperar a tensão e horror da franquia, sem abandonar as cenas de ação desenfreadas que marcaram as sequências. É um deleite para os fãs dos jogos e dos filmes...
Cineweb
"Resident Evil 6" lembra suas origens de game e se transforma em um, previsível e alongado – mas os malabarismos e capacidade de distribuir sopapos de Milla Jovovich continuam impressionantes.
Papo de Cinema
Anderson, dessa vez, aposta numa montagem excessivamente picotada, em que cada plano dura quase nada na tela, tornando difícil a tarefa de entender a movimentação dos personagens dentro do quadro.
Preview
O fato de ser um último capítulo é um atrativo a mais. [...] Não espere por personagens bem desenhados e muito menos por grandes interpretações. É diversão pura e simples. E tudo certo.
Almanaque Virtual
O primeiro ato de "Resident Evil 6" procura flertar com o terror, por meio de um recurso banalizado pelo gênero: os jump scares, para causar sustos fáceis. No segundo ato, o filme se arrasta em sequências de ação previsíveis...
Cinema com Rapadura
Anderson se sai um pouco melhor comandando as cenas de ação do que como escritor. As megalomaníacas setpieces funcionam até que bem, apesar de serem tão exageradas que mais fazem rir do que criar suspense ou impressionar...
O Globo
A narrativa avança como as fases de um game, que se tornam enfadonhas, já que tudo se resume a matar criaturas horrendas. Apesar do “Capítulo final” do subtítulo, Anderson deixa uma brecha para um sétimo episódio.
Screen Rant
A edição excessivamente fragmentada do filme retira a tensão das cenas e torna muitos dos momentos de ação, assim como os instantes com os dublês de Jovovich, quase incompreensíveis.
Veja
Caso se releve o roteiro pouco original, o filme cumpre o prometido: ação ininterrupta comandada com gosto e garra pelo diretor Paul W.S. Anderson, que entrega aos fãs, em alucinante ritmo de videogame, um dos melhores episódios da cinessérie.
Critikat.com
Eliminando toda a dimensão política [...] que costumava guiar George Romero, inspiração do videogame e mestre do gênero, a direção de Anderson fornece a Alice todos os meios técnicos (gestuais, materiais, conhecimento) para vencer seu combate sem jamais ser afetada pelo ambiente.
Observatório do Cinema
Um filme que no seu pretenso rebuscamento revela-se sempre extramente normal e nada estiloso. Apenas uma série de desculpa para intermináveis cenas de batlhas com seres monstruosos.
Télérama
Mania irritante do diretor: ele adora destruir seus personagens, incluindo Milla Jovovich [...] Conclusão decepcionante, à altura de uma saga que, em seis filmes, nunca foi digna do videogame que serviu de inspiração.