Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Alvaro S.
2.259 seguidores
349 críticas
Seguir usuário
3,0
Enviada em 26 de junho de 2016
Você vai ouvir várias críticas negativas sobre o filme, meu conselho é, ignore todas elas e se divirta. A continuação do sucesso de vinte anos atrás tem compromisso apenas em entreter sem se preocupar se o que está na tela é real ou não e ele não se levar a sério é sua melhor qualidade. Claro que os efeitos especiais são espetaculares, mais do que na época que o primeiro foi lançado, mas se em matéria de espetáculo tudo é maior, em termo de desenvolvimento de personagens, não se pode dizer o mesmo. O elenco mais velho dá um banho no time de novos nomes, em carisma e presença cênica e carregam o filme. Destaque para os atores Bill Pullman e Jeff Goldblum. Duas décadas depois da primeira invasão alienígena, a Terra se depara com uma nova tentativa. Será que conseguiremos nos salvar desta vez? Curta sem culpa e descompromissadamente. Curiosidade. A ator Will Smith, estrela do filme anterior, não está de volta a produção porque pediu um salário muito alto e os executivos recusaram. Nota do público: 5.9 (IMDB) Nota dos críticos: 33%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $41 milhões* Mundo - $ milhões* *e contando Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Esse filme será sempre lembrado por ser uma sequência tão aguardada e tão decepcionante. Apesar disso, é um filme leve e muito divertido, com efeitos especiais assustadoramente bons. Considerando-se que é um filme sobre invasão alienígena, não tem nada de surpreendente em sua história. É um mais do mesmo. Enfim, é um bom filme para assistir com a família e se distrair, apenas.
Assisti o primeiro Independence Day na infância e percebi a diferença gritante entre esse gênero e ET de Spielberg. Independence Day veio como um filme de catástrofe rotulado como invasão alienígena para aquela época e foi um divisor de águas nesse formato cinematográfico. Partindo desse filme, o diretor Roland Emmerich (Stargate, O Dia Depois de Amanhã, 10.000 A.C, 2012) tornou-se o maior especialista em longas de catástrofe de Hollywood, sempre assinando sua direção de forma peculiar em escala colossal. O seu novo filme "Independence Day: O Ressurgimento" tem todos esses ingredientes já conhecidos do diretor e parte de 20 anos depois dos acontecimentos do primeiro longa, onde o capitão Steve (Will Smith) já está morto e quem lidera os pilotos de defesa da Terra é o seu filho Dylan Hiller (Jessie Usher) ao lado de seu amigo Jake Morrison (Liam Hemsworth). Neste futuro, os humanos fundiram a tecnologia alienígena deixada na terra com a terrestre, fazendo dessa forma novos armamentos para a defesa do planeta, no entanto, não estavam preparados para uma ameaça maior vinda do espaço, através de um sinal deixado pelos aliens remanescentes. Logo, a equipe de pilotos de Dylan e Jake vai se unir novamente para enfrentar os inimigos extraterrestres, contando sempre com o apoio do cientista militar David Levinson (Jeff Goldblum) e do ex-presidente Thomas J. Whitmore (Bill Pullman) que foram os protagonistas do primeiro filme ao lado de Will Smith. O que é legal dos filmes de Emmerich é sua capacidade de se reinventar na grandiosidade. Nesse filme a nave inimiga é 20 vezes maior que a primeira, assim como as explosões, ele trabalha muito bem seus núcleos de atores, fazendo com que o espectador crie uma simpatia pelos personagens, apesar de não ser o forte do roteiro os diálogos. Em Independence Day: O Ressurgimento temos o núcleo dos pilotos de combate, o núcleo presidencial/militar, o núcleo do cientista (louco), o núcleo dos navegantes e o núcleo do Avô com as crianças, dessa forma, o diretor atinge toda a família em um único filme. Outra coisa interessante foi a inversão de relação social, no longa o personagem branco é o menos favorecido (órfão, rejeitado) e o negro vem de família nobre, apesar dos dois serem os protagonistas, dando mais tempo de tela para Hemsworth (irmão do Thor). Fora isso, Roland Emmerich consegue fazer um bom filme de entretenimento visual. Não chega a ser melhor que o primeiro, mas apresenta uma bom desfecho no terceiro ato, levando a uma possível sequência.
O filme ta mediano, é bom em expandir o universo e as questões desconhecidas da história do primeiro filme, afinal, ninguém conhece um alienígena de perto até que Will Smith invade a nave e explode tudo la dentro. A sequência o Ressurgimento inicia com uma sequência na lua que para mim é a parte mais chata do filme, inserindo personagens de presença que simplesmente somem em seguida. O encerramento do filme tenta remendar a história longa de 120min trazendo uma continuação para história em um possível continuação fora do planeta, não achei legal já que a história do primeiro filme é mais simples diz respeito a apenas nós civilização, vai ser um trabalho grande para trazer uma história convincente no terceiro filme, vão ter que furar e romper com as bases da primeira obra. É uma homenagem mais ou menos aos 20 anos do primeiro filme. Ta ok. O casting de atores pilotos não me agradou, a briguinha Liam Hemsworth e Jessie Usher chata para caramba, incomoda tanta falsidade e fingimento no filme, tornam a série do filme que é alegre em uma briguinha de crianças do jardim. Tem que acabar essa mania no cinema, de explorar uma ceninha e momento de briga entre galãs para um estilo de filme que não se aplica. No geral, filme decepciona, para um peso grande nas costas de trazer um grande sucesso dos anos 90 que é o Independence Day.
O Filme é bom e valeu a pena pela continuação, realmente eu gostei, mas existem alguns furos e sinceramente eu esperava mais de uma superprodução como essa, os efeitos são impecáveis e desenvolvimento dos alienígenas sensacional, conseguiram explorar isso muito bem, e pela jeito da trama final do filme, deve haver uma continuação.
O roteiro é muito bôbo e forçado, falta criatividade, embora o filme até divirta, para quem não é muito exigente . O primeiro filme, sem dúvida nenhuma, foi muito melhor!!! Esperava mais, muito mais. Decepcionou...
Não sei o nome de um ano e a minha opinião é sua vez mais difícil que o tempo de eu ser feliz é um bom tempo de eu ser feliz é um bom tempo sem te sentir a minha opinião é o
o filme é legal simples, porém não aprofundaram nos personagens e isso fazia com que eu não liga se pra quem morre ou vive, só estava lá pra ver a destruição
Excelentes efeitos especiais com uma péssima história. Independence Day, tinha tudo para ser o "Star Wars de 2016". Mas quem escreveu este filme esqueceu que, se o espectador não se importar, não torcer para os protagonistas, o filme tem grandes chances de fracassar. Outro problema é com os personagens já desenvolvidos do primeiro filme, e que tiveram na primeira trama grande importância. Eram os heróis, e toda a história do primeiro filme, girava em torno deles e que neste segundo filme, foram completamente negligenciados, menosprezados a ponto de... (ATENÇÃO SPOILER) a morte de alguns deles, não causar nenhum impacto. Elas foram completamente descartadas e isto é muito triste. E o roteiro, cheio de furos. A conclusão boba. No final, você se pega pensando: " Tanta confusão, e a solução era essa?"
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade