Independence Day: O Ressurgimento
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3,0
1014 notas

103 Críticas do usuário

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Jake D.
Jake D.

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1,5
Enviada em 29 de junho de 2016
Independence Day 2: O Ressurgimento... a tão aguardada sequência do bom filme de 1996 finalmente chega aos cinemas, mas infelizmente esse filme não inova em absolutamente nada a não ser nos efeitos, já que o enredo é praticamente o mesmo do filme original. O filme se passa 20 anos após o primeiro filme, onde mais uma vez, uma imensa nave de extra-terrestres chega ao planeta terra. E para enfrentá-los, uma nova geração de pilotos liderada por Jake Morrison (Liam Hemsworth) é convocada pela presidente Landford (Sela Ward). A direção mais uma vez, é do Roland Emmerich, e ele sabe dirigir a maioria das cenas de destruição e de ação. Mas o problema é que ele não dirige bem os seus atores, que além disso, são prejudicados por um roteiro terrível. Há péssimos diálogos aqui, além de clichês e momentos previsíveis, este é certamente o ponto mais fraco do filme. Nenhum ator se destaca. O Liam Hemsworth e o Jessie Usher não são nem um pouco carismáticos, Sela Ward está completamente dispensável, e o resto do elenco não faz nenhuma diferença para o filme, eles estão lá, porque precisam estar. O CGI do filme é o ponto alto, ele é muito bem feito, e há vários momentos onde o 3D vale a pena. Em diversas cenas, há diversão garantida, mas juntando essas cenas, daria pouco mais de meia hora de entretenimento, sendo que o filme tem 2 horas de duração. A trilha sonora é completamente genérica e esquecível, e a edição é extremamente pesada e pouco fluída, principalmente nas cenas mais paradas. Independence Day 2: O Ressurgimento é um filme que tem boas cenas de destruição, e irá oferecer uma boa diversão básica ao espectador, porém, ele não tem uma história diferente, um roteiro péssimo e personagens pouco carismáticos, sendo assim, não vale a pena gastar dinheiro para ir ao cinema. Não Recomendo!
Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 25 de junho de 2016
Vinte anos depois e com uma quase-infinidade de personagens, o novo filme-catástrofe de Roland Emmerich não poderia ser menos defasado.
Renan S.
Renan S.

112 seguidores 124 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 22 de junho de 2016
Independence Day: O Ressurgimento, assim como seu antecessor, é a suma do blockbuster norte-americano. Entretanto, assim o é exatamente por reunir tudo que causa temor quando se ouve tal rótulo sendo taxado em um filme.

O principal culpado disso é Roland Emmerich, que refuta não só em abrir mão de antigos nomes do elenco, causando participações constrangedoras, mas em mostrar algum desenvolvimento em seu cinema.

O diretor entrega uma obra recheada de controvérsias, que se leva demasiadamente a sério, dando a impressão, inclusive, de que ele pode ter ficado sem assistir a filme algum pelos últimos vinte anos, a não ser o remake de Godzilla lançado em 2014, do qual ele empresta elementos sem medo algum.

Originalidade era o último a se esperar aqui, e a inovação entregue pelo filme já foi vista em melhor qualidade diversas vezes antes nesses últimos 20 anos de dormência em que a produção do filme esteve.

A crítica completa:
Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 24 de junho de 2016
O filme Independence Day 2 é uma verdadeira fanfarronice cinematográfica. A trama se passa vinte anos depois do ataque alienígena que quase dizimou a humanidade no filme anterior lançado em 1996. Os terráqueos voltam a enfrentar o ataque furioso dos extraterrestres na sequência do longa de Roland Emmerich, que teve muito lucro. No século 21 precisamos de uma nova arte, bela e enobrecedora que explique a vida natural e real, sem essa criação de monstros esdrúxulos, tecnologicamente mais desenvolvidos que a indolente humanidade da Terra.
Como seriam os povos extraterrestres? Com certeza teriam a forma humana. Mas no filme são apresentados monstros nojentos que, mesmo sem disporem de mãos, enfrentam os humanos como num jogo eletrônico, pilotando espaçonaves fabulosas, enormes, construídas por eles e que ao invadirem o espaço da Terra provocam a destruição de tudo. A humanidade deveria sempre estar unida visando o bem, não apenas durante as ameaças.
O mundo se acha em convulsão econômica e ambiental, o que dificulta a visão clara e compreensão lógica da vida. Domina o superficialismo crescente que embota a capacidade de discernir, tanto da minoria rica como da maioria pobre. Falta um alvo comum de paz, progresso e evolução para preencher o vazio sem propósito, em que o viver das novas gerações vai se transformando. As pessoas estão vivas, mas agem como robôs. Uma inquietação começa a despontar. Mais e mais pessoas começam a procurar respostas. Uma nova era de progresso requer um novo saber que nos posicione em relação à transitoriedade da vida na matéria, orientando para que, com lucidez, alcancemos o potencial máximo da humanidade através de realizações benéficas e duradouras.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 22 de julho de 2016
Nossa nada a ver com o filme de 96 essa continuação de Independence Day foi muito ruim filme cansativo sem sentido e com história bem apelativa acho que podiam ter deixado só o primeiro mesmo
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 18 de janeiro de 2017
Quando se saiu a notícia da continuação de Independence Day fiquei eufórico, pois o primeiro foi um clássico dos filmes de desastres, mas eu não poderia imaginar que este seguiria tão bem o gênero a chega a ser rotulado como um desastre cinematográfico.
O filme começa apresentando o ator principal (Liam Hemsworth), já é mostrado um cara meio odiado pelo seus supervisores e que já no começo do filme sabemos que ele será o heroizinho da parada (clichê).
No começo do filme também é mostrado uma trilha sonora bem tensa e muito boa, mas no decorrer do filme ela muda totalmente, passando de tensão e suspense para aventura adolescente da Disney.
O roteiro do filme é muito fraco, poucas falas pode se qualificar como boa. Para se ter noção da fragilidade do roteiro, os personagens fazem piadinhas após perderem entes queridos. Trágico.
As atuações na grande maioria são péssimas, meros coadjuvantes se safam (mas nada surpreendente, comum). Destaque para o tal heroizinho, que faz umas das piores atuações que já vi, piores que a do quarteto pateta de Alice através do espelho.
Pouca coisa no filme funciona, a fotografia é boa, e os efeitos visuais também (destaque para a destruição das cidades que é algo sensacional), mas as batalhas entre humanos e ETs não impressionam.
Falando neles, até agora não entendi como os terráqueos conseguem pilotar naves alienígenas (?).
Ao se ver filmes como este normalmente sentimos algo por dentro, aquela vontade de torcer em pró aos humanos, mas nesse filme não senti absolutamente nada.
Não vemos a hora do filme acabar e ver aquelas imagens do patriotismo americano, onde eles se acham o centro do universo, e que outras nações não podem combater extraterrestres.
E o pior de tudo, é que ao final do filme há uma porta aberta para haver uma continuação.
Roland Emmerich, por favor não faça ressurgir novamente.
Luis A
Luis A

9 seguidores 12 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 17 de julho de 2016
Esfeitos especiais sem um bom drama dificulta a atenção a história. Desapontou, pois era grande a expectativa. Não gostei...muitos dormindo na sala de cinema.
Diogo F.
Diogo F.

6 seguidores 9 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 1 de julho de 2016
Decepcionante! Filme repleto de cliches, sem conexão entre cenas e com efeitos que deixam a desejar.
Salete S.
Salete S.

2 seguidores 8 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 25 de agosto de 2016
Simplesmente ruim, impressionante como o roteiro foi mal feito, e os atores são péssimos.
Depois de 20 anos conseguiram fazer um filme muito menos empolgante que o primeiro, total decepção.
André A.
André A.

9 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 3 de julho de 2016
Sinceramente achei Fraco, sofrível, esperava pelo menos uma boa produção. Não perderia tempo pra rever nem na sessão da tarde..
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