Independence Day: O Ressurgimento: Críticas - Página 9
Independence Day: O Ressurgimento
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Alvaro S.
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3,0
Enviada em 26 de junho de 2016
Você vai ouvir várias críticas negativas sobre o filme, meu conselho é, ignore todas elas e se divirta. A continuação do sucesso de vinte anos atrás tem compromisso apenas em entreter sem se preocupar se o que está na tela é real ou não e ele não se levar a sério é sua melhor qualidade. Claro que os efeitos especiais são espetaculares, mais do que na época que o primeiro foi lançado, mas se em matéria de espetáculo tudo é maior, em termo de desenvolvimento de personagens, não se pode dizer o mesmo. O elenco mais velho dá um banho no time de novos nomes, em carisma e presença cênica e carregam o filme. Destaque para os atores Bill Pullman e Jeff Goldblum. Duas décadas depois da primeira invasão alienígena, a Terra se depara com uma nova tentativa. Será que conseguiremos nos salvar desta vez? Curta sem culpa e descompromissadamente. Curiosidade. A ator Will Smith, estrela do filme anterior, não está de volta a produção porque pediu um salário muito alto e os executivos recusaram. Nota do público: 5.9 (IMDB) Nota dos críticos: 33%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $41 milhões* Mundo - $ milhões* *e contando Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Meu Deus! Esperar vinte anos para uma continuação! Mesmo com medo de uma possível frustração, o desespero em assistir superou e apesar de não possuir o choque do primeiro, se mantém a altura para uma continuação. O roteiro segue fiel, com os mesmos personagens e a história é bem construída sobre uma lição de harmonia, paz e união mundial por um ideal. Tudo perfeito e incrível para quem cresceu assistindo o dia da Independência. Emociona em várias partes com aquelas cenas épicas, no entanto, não supera as cenas de destruição do anterior. Resultado: totalmente satisfatório.
Assisti o filme e achei horrível. Algumas cenas não se conectam, talvez pelo fato de serem vários roteiristas, a falha de continuidade é presente. Parece vários pedaços de filmes Onde aparecem crianças, cachorros, uma história de amor no final, discurso político (copiado do primeiro filme), uma nave maior que 2 continentes inteiro, que fica encrustada no planeta Terra.. Pecaram pelo exagero.. colocaram muita coisa no filme com um roteiro pobre e previsível.
Espera muito mais, o filme lança cenas precoces que deveriam ser melhor valorizadas, não tem o suspense e o clima do primeiro. Não chega nem na metáfase da metade
o pior filme da minha vida o pior filme da minha vida o pior filme da minha vida o pior filme da minha vida o pior filme da minha vida o pior filme da minha vida o pior filme da minha vida o pior filme da minha vida o pior filme da minha vida
O filme é legal. Tem uma criatividade interessante ao retratar os alienígenas de diferentes espécies. Estabelece uma relação bacana do espaço, Terra e Lua. Porém, achei as interpretações um pouco superficiais, e também as escolhas pelo desfecho do enredo. Mas, não é por todo ruim.
poderia ter exageros menos exagerados. rsrsrs.. como uma nave que cobre quase 1/3 do planeta Terra... ai ai..... mas ao meu ver em se tratando de Espaço, Naves, Planetas, Alienígenas.. é até agora o melhor......
O filme Independence Day 2 é uma verdadeira fanfarronice cinematográfica. A trama se passa vinte anos depois do ataque alienígena que quase dizimou a humanidade no filme anterior lançado em 1996. Os terráqueos voltam a enfrentar o ataque furioso dos extraterrestres na sequência do longa de Roland Emmerich, que teve muito lucro. No século 21 precisamos de uma nova arte, bela e enobrecedora que explique a vida natural e real, sem essa criação de monstros esdrúxulos, tecnologicamente mais desenvolvidos que a indolente humanidade da Terra. Como seriam os povos extraterrestres? Com certeza teriam a forma humana. Mas no filme são apresentados monstros nojentos que, mesmo sem disporem de mãos, enfrentam os humanos como num jogo eletrônico, pilotando espaçonaves fabulosas, enormes, construídas por eles e que ao invadirem o espaço da Terra provocam a destruição de tudo. A humanidade deveria sempre estar unida visando o bem, não apenas durante as ameaças. O mundo se acha em convulsão econômica e ambiental, o que dificulta a visão clara e compreensão lógica da vida. Domina o superficialismo crescente que embota a capacidade de discernir, tanto da minoria rica como da maioria pobre. Falta um alvo comum de paz, progresso e evolução para preencher o vazio sem propósito, em que o viver das novas gerações vai se transformando. As pessoas estão vivas, mas agem como robôs. Uma inquietação começa a despontar. Mais e mais pessoas começam a procurar respostas. Uma nova era de progresso requer um novo saber que nos posicione em relação à transitoriedade da vida na matéria, orientando para que, com lucidez, alcancemos o potencial máximo da humanidade através de realizações benéficas e duradouras.
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