Independence Day: O Ressurgimento: Críticas - Página 6
Independence Day: O Ressurgimento
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leo g
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0,5
Enviada em 2 de outubro de 2016
Uma decepção...História mal escrita, péssima interpretação de alguns atores, totalmente surreal..........................................................................................................................................................................................................................................................
O roteiro é muito bôbo e forçado, falta criatividade, embora o filme até divirta, para quem não é muito exigente . O primeiro filme, sem dúvida nenhuma, foi muito melhor!!! Esperava mais, muito mais. Decepcionou...
Na sequência do sucesso de 1996, embora sentindo muito a ausência do carismático Will Smith, o planeta Terra é, novamente, atacado pelos mesmos alienígenas que, dessa vez e como de resto, querem saquear nossos recursos naturais, em especial água e petróleo. Porém, dessa vez o roteiro foi mais longe e traz um diferencial importante, os alienígenas pretendem extrair nada menos que o próprio magma, aquela lama de fogo que fica no centro do planeta e que está na origem dos minerais e do universo orgânico e inorgânico, ou seja, sem ele o planeta morre, de verdade, por inteiro. A partir daí acontece uma série de situações que vai deixando a população desprotegida, enquanto os alienígenas destroem tudo que existe na China, mas por razões estranhas ao bom senso, poupam a Casa Branca, o que é bem diferente do primeiro filme no qual o alvo dos alienígenas eram os símbolos do sonho americano e que são os primeiros a serem destruídos. O diretor abusa de efeitos especiais elaborados por meio digital e não aproveita bem as cenas de batalha e na luta corpo a corpo, com a ressalva para um africano, muito bom de briga, que luta com 2 terçados. Enfim, falta sensibilidade no roteiro para reduzir o excesso de clichês. Direção profissional mas pouco entusiasmada, que prefere gravar cenas de luta de longe, quando o que atrai é o confronto direto.
O Roland Emmerich é um bom diretor. Se tivesse sido produzido na Europa, o filme teria ficado melhor. Não obstante, a diversão é garantida. Muita ação e efeito especial.
Previsível e com muito pouco entusiasmado, deixa o telespectador cansado falecimento com as cenas de ações muito aquém, apesar de toda a tecnologia atual.
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