Independence Day: O Ressurgimento: Críticas - Página 5
Independence Day: O Ressurgimento
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cinetenisverde
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2,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Mais um remake que uma continuação. Infestado de momentos, diálogos e situações idênticas ao original, "Independency Day: Resurgence" se rende à fórmula que o tornou uma das farofas mais divertidas e rentáveis da década de 90.
Em 1996 os alienígenas atacaram a Terra e tiveram a audácia de destruir a Casa Branca, mas eles não contavam com o Piloto/Presidente dos EUA (Bill Pullman), o cientista (Jeff Goldblum) e o piloto “fodão” (Will Smith). Como não gostar de um filme como Independence Day?
O longa de 1996 virou um ícone da cultura Pop, e trouxe uma das cenas mais icônicas do cinema, com a explosão da Casa Branca e a destruição dos EUA. E depois de 20 anos a Fox Filmes traz as telas Independence Day: O Ressurgimento, um filme tão bom e tão “patriota” quanto o primeiro, mas infelizmente sem Will Smith.
Independence Day: O Ressurgimento mostra o mundo 20 anos após a invasão alienígena, com um planeta muito avançado e em paz, graças é claro aos Americanos que são o centro desse universo. Com cenas de ação bem elaboradas e um visual muito bonito o longa prende sua atenção e se mostra muito divertido, mas não se deve esperar muito do roteiro que não traz nenhuma reviravolta de cair o queixo, e nem das atuações que não são muito marcantes apesar de ter um elenco muito bom.
É claro que como no primeiro filme os alienígenas (que aparecem muito neste segundo) e a destruição são o ponto alto, fazendo com que as frases clichês e as explicações sem sentido fiquem de lado. Mas a falta de Will Smith, ou pelo menos de um personagem como o dele, fez falta e com isso deixando o humor um pouco de lado e a falta de uma grande estrela para atrair mais o publico. Mas não podemos deixar de dar os méritos para o diretor Roland Emmerich, que com um roteiro muito fraco nas mãos conseguiu fazer um filme divertido que até vale a pena se assistir.
Vale lembrar que para ver Independence Day: O Ressurgimento você não pode esperar grandes explicações, e que nessa possível franquia os EUA são o centro do Universo, os salvadores e nossos heróis implacáveis.
Estava com muita expectativa de assistir a este independence day: o ressurgimento. Não gostei. Muita ação porém pouca interpretação dos atores. Em vários momentos perdi o interesse de continuar assistindo. Mas insisti e me arrependi. Fraco demais!
O filme é legal. Tem uma criatividade interessante ao retratar os alienígenas de diferentes espécies. Estabelece uma relação bacana do espaço, Terra e Lua. Porém, achei as interpretações um pouco superficiais, e também as escolhas pelo desfecho do enredo. Mas, não é por todo ruim.
O Filme é bom e valeu a pena pela continuação, realmente eu gostei, mas existem alguns furos e sinceramente eu esperava mais de uma superprodução como essa, os efeitos são impecáveis e desenvolvimento dos alienígenas sensacional, conseguiram explorar isso muito bem, e pela jeito da trama final do filme, deve haver uma continuação.
Mais um remake que uma continuação. Infestado de momentos, diálogos e situações idênticas ao original, “Independency Day: Resurgence” se rende à fórmula que o tornou uma das farofas mais divertidas e rentáveis da década de 90.
Porém, já não estamos mais na época dos cinemas de rua gigantescos, nem da inocência automática do espectador-família. Assisti ao original no finado Cine Marabá, em São Paulo, em uma de suas dezenas de fileiras, entorpecido pelo som surround e pela tela que tornava a imensidão das naves alienígenas intimidadora. Hoje a tela dos kinoplexes da vida torna tudo mais insípido, mas não tão insípido quanto efeitos digitais que carecem de vida, e lembram menos um ataque que possa de verdade acontecer (uma nave com o tamanho de um terço do planeta?? eles estacionam ela no oceano???) do que um video-game cartunóide. Bem, talvez o video-game hoje em dia pensaria bem mais no problema da verossimilhança…
Aliás, o diretor Rolland Emmerich parece cometer novamente o erro de mostrar a mesma nave com dimensões claramente diferentes em diferentes momentos do filme. O filme toda hora se esquece de física básica e passaria vergonha de um anime japonês futurista disposto a explorar o absurdo. Não há nada de errado em criar um universo absurdo, mas há tudo de errado em não aproveita-lo, mas apenas usa-lo como muleta narrativa de um roteiro preguiçoso, que é o que acontece aqui.
Sabe quando você tá na expectativa de um filme de ação, de que esse filme, seja um dos melhores filmes do ano ,e quando você assisti, não é bem o filme que você esperava ver? Infelizmente, esse é o caso, mais uma vez a Fox conseguiu pisar na bola desvalorizando um bom filme. O filme tem um roteiro muito infantil, como se o público alvo do filme fossem as crianças, com um enredo não muito bom, e também atuação de alguns personagens bem tosca, até a principal criança do filme parece ter mais maturidade, os efeitos especiais são pra ser aplaudidos de pé, mas pra quem vai assistir esse filme, já vou logo avisando, não esperem muita coisa
O filme começa bem, com cenas grandiosas e muita ação. Jake (Liam Hemsworth) é o herói rebelde apaixonado pela filha do ex-presidente Bill Pullman. Dylan (Jessie Usher) é filho do personagem de Will Smith e líder dos combatentes. Os dois não se dão bem desde o acidente que quase matou um deles. Pena que os personagens não são bem desenvolvidos e fica difícil se identificar e torcer por eles. Charlie (Travis Tope), amigo de Jake, é o único personagem que se destaca, com boas tiradas durante o filme.
No segundo ato, quando a ação diminui, o filme fica cansativo. Não há história que sustente a atenção do espectador. A ação é retomada no ato final, mas não é suficiente para prender novamente a atenção por ser, apenas, mais do mesmo.
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