Independence Day: O Ressurgimento: Críticas - Página 2
Independence Day: O Ressurgimento
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Nelson J
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0,5
Enviada em 30 de junho de 2016
Que lixo. Um amontoado de efeitos especiais que seguem um jogo chato de videogame e personagens sem força ou inspiração. Uma tortura sem fim. Recomendo passar longe e indicar para seus desafetos.
se espera mais, muito ruim, efeitos são com poucos detalhes, parece acabado as presas sem um tratamento final bom no roteiro também deixou a desejar resumindo essa e minha critica.
De Roland Emmerich o aclamado diretor de ficção cientifica te convida para ver a continuação de Independence Day dessa vez com efeitos especiais melhores que o primeiro filme,história melhor que o primeiro filme,tudo melhor que o primeiro filme.
Esse filme será sempre lembrado por ser uma sequência tão aguardada e tão decepcionante. Apesar disso, é um filme leve e muito divertido, com efeitos especiais assustadoramente bons. Considerando-se que é um filme sobre invasão alienígena, não tem nada de surpreendente em sua história. É um mais do mesmo. Enfim, é um bom filme para assistir com a família e se distrair, apenas.
Assisti o primeiro Independence Day na infância e percebi a diferença gritante entre esse gênero e ET de Spielberg. Independence Day veio como um filme de catástrofe rotulado como invasão alienígena para aquela época e foi um divisor de águas nesse formato cinematográfico. Partindo desse filme, o diretor Roland Emmerich (Stargate, O Dia Depois de Amanhã, 10.000 A.C, 2012) tornou-se o maior especialista em longas de catástrofe de Hollywood, sempre assinando sua direção de forma peculiar em escala colossal. O seu novo filme "Independence Day: O Ressurgimento" tem todos esses ingredientes já conhecidos do diretor e parte de 20 anos depois dos acontecimentos do primeiro longa, onde o capitão Steve (Will Smith) já está morto e quem lidera os pilotos de defesa da Terra é o seu filho Dylan Hiller (Jessie Usher) ao lado de seu amigo Jake Morrison (Liam Hemsworth). Neste futuro, os humanos fundiram a tecnologia alienígena deixada na terra com a terrestre, fazendo dessa forma novos armamentos para a defesa do planeta, no entanto, não estavam preparados para uma ameaça maior vinda do espaço, através de um sinal deixado pelos aliens remanescentes. Logo, a equipe de pilotos de Dylan e Jake vai se unir novamente para enfrentar os inimigos extraterrestres, contando sempre com o apoio do cientista militar David Levinson (Jeff Goldblum) e do ex-presidente Thomas J. Whitmore (Bill Pullman) que foram os protagonistas do primeiro filme ao lado de Will Smith. O que é legal dos filmes de Emmerich é sua capacidade de se reinventar na grandiosidade. Nesse filme a nave inimiga é 20 vezes maior que a primeira, assim como as explosões, ele trabalha muito bem seus núcleos de atores, fazendo com que o espectador crie uma simpatia pelos personagens, apesar de não ser o forte do roteiro os diálogos. Em Independence Day: O Ressurgimento temos o núcleo dos pilotos de combate, o núcleo presidencial/militar, o núcleo do cientista (louco), o núcleo dos navegantes e o núcleo do Avô com as crianças, dessa forma, o diretor atinge toda a família em um único filme. Outra coisa interessante foi a inversão de relação social, no longa o personagem branco é o menos favorecido (órfão, rejeitado) e o negro vem de família nobre, apesar dos dois serem os protagonistas, dando mais tempo de tela para Hemsworth (irmão do Thor). Fora isso, Roland Emmerich consegue fazer um bom filme de entretenimento visual. Não chega a ser melhor que o primeiro, mas apresenta uma bom desfecho no terceiro ato, levando a uma possível sequência.
Muita expectativa, porém baixa qualidade, filme muito inferior ao primeiro. Filme preguiçoso, elenco com atuações ruins, diálogos e ações que não conseguem transmitir emoção. A Rainha dos alienígenas uma cópia de uma outra franquia famosa, porém sem o mesmo impacto. Roteiro do filme começa bem, depois vai se perdendo, resultando em um final trágico, bem ruim. Literalmente foram obrigados a encaixar atores, ficou bem evidente e o resultado logicamente foi ruim. Até os atores do primeiro filme desempenharam atuações ruins. E as batalhas também foram bem inferiores ao primeiro filme, se o primeiro filme tinha alma, este novo filme da franquia não tem corpo, muito menos alma.
"O roteiro do novo filme tem a mesma estrutura do antigo. Os ETs chegam, começa a rolar a destruição global e culmina no grande confronto final. O novo filme erra feio ao não conseguir gerar o mesmo efeito de tensão que era o ponto forte do primeiro." [Pitaco completo no link]
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