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3,1
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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Jornal do Brasil
O roteiro de MacFarlane é bem escrito, com objetividade, e não possui quase diálogos dispensáveis, o que dá ao filme o ritmo essencial para o estilo de comédia a que se propõe.
Chicago Sun-Times
O personagem mais engraçado dos cinemas este ano é um bicho de pelúcia, e a melhor comédia nas telas é "Ted".
Cinema em Cena
"Ted" exibe um humor que [...] consegue soar politicamente incorreto sem ser exatamente ofensivo justamente por deixar claro que o alvo principal das piadas são aqueles que as proferem, não as minorias que atacam.
Cinepop
A comédia é por vezes hilária e tocante, e é também uma metralhadora de referências por minuto, que não perdoa ninguém, e tira sarro explícito de Deus e o mundo.
Cinética
Não se levar a sério é a mais sábia maneira de remodelar convenções anarquicamente historicizantes, por ser um processo que retoma o devir do inabalável. Essa doutrina de oxímoros é a masterclass de "Ted" ...
Estado de São Paulo
Talvez tudo isso seja demais - ser ao mesmo tempo adulto e infantil, virulento e sentimental, com piadas sujas e tiradas de suspense. Mas a ideia é justamente essa.
Omelete
É, enfim, o estilo de comédia que fez Uma Família na Pesada se tornar uma das melhores comédias adultas da atualidade. E que comprovadamente funciona também no cinema.
Preview
"Ted" é, como as comédias de Judd Apatow e suas derivadas, sobre adultos infantilizados, mas, no fundo, adoráveis.
The Guardian
Esta comédia é cínica e letárgica, amarga e grave; ela é misantropa, grosseira, brincalhona, ofensiva, imatura e muito engraçada.
The Hollywood Reporter
Poucos filmes conseguem te fazer rir com regularidade do começo ao fim, mas esta estreia de Seth McFarlane na direção efetua essa proeza sem dificuldades.
Cinema com Rapadura
Seth MacFarlane inicia sua experiência no cinema com bom êxito, apesar das fragilidades do roteiro supostamente feito para adultos.
Gazeta do Povo
Uma produção que parece clichê, mas que chama a atenção por possuir piadas inteligentes e bem planejadas, além de ter como protagonista um urso falante. Se prepare para boas risadas.
CineClick
"Ted" funciona, mas está claro que Macfarlane teve de se render aos estúdios de Hollywood e aliviar em algumas piadas.
Estado de Minas
Ainda que não tenha grandes surpresas ou reviravoltas, é interessante como o roteiro brinca com a mistura de gêneros.
Revista Interlúdio
O coquetel de referências contemporâneas que o filme promove é tratado com bem-vinda ironia.
Variety
"Ted" é uma comédia irreverente [...], mas ela é mais terna e, infelizmente, menos engraçada do que o esperado.
Folha de São Paulo
A premissa é boa. Ver um bicho de pelúcia fofinho falando palavrões [...] é divertido. Por uns 15 minutos. Logo fica evidente que o filme se resume a isso, e o fraco roteiro põe tudo a perder.
New York Times
O problema de "Ted" é que, ao invés de ser ofensivo, ele é chato, preguiçoso e muito pouco original. [...] Mesmo assim, existem alguns momentos engraçados no filme.
Screen International
As tentativas constantes de chocar o público com a farsa de um ursinho de pelúcia boca-suja tornam-se rapidamente cansativas.
A Tarde
"Ted", que tem a voz do próprio MacFarlane na versão original, até solta algumas piadinhas engraçadas, muitas com referências a figuras do show business americano, mas nada que meia hora depois não sejam facilmente esquecidas.
Cineweb
MacFarlane mostra não ter muito senso cinematográfico ou de narrativa. Não há uma história, mas um punhado de piadas racistas, sexistas ...
Zero Hora
"Ted" é vazio, tem personagens rasos, incompatíveis com sua pretensão, e só é engraçado se o espectador estiver ele próprio no piloto automático, rindo atrasado do que viu em títulos anteriores.