Godzilla
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3,8
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198 Críticas do usuário

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Leonardo R.
Leonardo R.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de maio de 2014
o filme foi excelente com muitos efeitos , sons entre outros.
mas é espetacular da forma que fizeram o filme .
Jonathas d.
Jonathas d.

18 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de maio de 2014
"Só o Imax faz jus ao Godzilla!!!" kkkkk

Oque falar sobre um "Deus"? ? ?
Um Deus tem o poder de destruir e criar, mas oque seria criar?
Será que criar, também pode significar evitar uma destruição? ou para ser mais claro... "a extinção de algo?"
Pois bem, neste novo longa de "Godzilla", oque temos é um Deus pondo o mundo em estado continuo, evitando a sua pertubação, evitando uma alteração à hierarquia da cadeia que nós seres humanos, fracos e hipócritas criamos, assim como dito no filme ... "A arrogância do homem é pensar que a natureza esta sobre o nosso controle... E não o contrario!" ... Oooooooouuuuuuuuu, epenas feras, bestas, ou porque não monstros descomunais em uma luta por territorialidade?
Pois bem, vemos neste filme oque significa tentar se salvar, tentar evitar mais destruição, tentar não ser apenas um espectador, mas somos tão inferiores a natureza, que nada nos resta tentar, e ver que por mais que se tente de nada adiantará, pois oque por muitas vezes podemos fazer, é realmente sentar, assistir, e contar com a sorte!

Como muitos ainda não assistiram, não darei spoiler tão explícitos, mas digo que o filme é digno de almenos concorrer aquele prêmio de caquéticos, onde parece que tem de ser ruim para ser premiado... "qual o nome mesmo...?" ... a lembrei.. O OSCAR!!! kkkkkkkkkkkk

Com uma atuação fantástica, porem já bem esperada de sua competência ... "Bryan Cranston"!
Com as caras e bocas, e olhinhos puxados porem nem um pouco fechados de "Ken Watanabe".
a atuação de "Aaron Taylor-Johnson" ... hum.... (melhor pular.. kkkkkkk)
a beleza de "Elizabeth Olsen" (Gaa..ta!)
e a direção do ainda novato, porem já incrivelmente talentoso "Gareth Edwards (II)"
E é claro... ele o principal protagonista do longa... O GRANDE BADASS "GODZILLA"!!!

"Com tudo isso, tem como o filme ser ruim? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk"

Assim fecho meus comentários, dando a humilde nota: ( ∞ ) ...Para "GODZILLA (2014)" e digo que "outra igual a essa só com o EXODIA" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

spoiler: 1º Se você for assistir no 3D... CUIDADO COM OS PÁSSAROS!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk 2º "E quando uma calda se iluminar, você saberá que esse filme valeu cada centavo do seu ingresso!!!"
Victor A.
Victor A.

3 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de maio de 2014
Melhor filme de todos os tempos
Efeitos especiais ótimos
Super elenco
Um bom 3D
Tudo foi bem planejado
spoiler:
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de maio de 2014
"A arrogância dos homens está ao pensarem que controlam a natureza, e não o contrário", bom, se não controlamos a natureza, controlemos os efeitos visuais. Já temos um indicado para o Oscar de efeitos quase certo aqui. Visualmente, o longa é impecável. A ação digital com os monstros gigantes e os cenários são inacreditáveis. Porém, embora possa parecer, "Godzilla" não é um filme apenas "de efeitos especiais". O roteiro tem vários méritos. Mas o que mais se ressalta é a parte científica. Se repara o cuidado científico dos roteiristas que explicam muito bem os fatos e as motivações dos monstros principalmente. Nos detalhes que se tem em pensar que a cada passo do monstro acontece um "mini maremoto", entre outras coisas, que se percebe isso.
Dramaticamente, o longa também acerta em cheio. Os atores - pelo menos a maioria deles - souberam retratar muito bem as situações, ainda mais se você parar para pensar que estão interagindo com um fundo verde, com computação gráfica. Como muitos já sabem, este é o primeiro grande filme do excelente ator Bryan Cranston (Walter White na série Breaking Bad), que não desapontou e apresentou-nos uma excelente caracterização. Mas, poucos sabiam que seu personagem seria coadjuvante no longa. O papel principal é de Aaron Johnson (Kick-Ass), que não está incrível, mas consegue levar o filme. Ken Watanabe também está no elenco. De todos os atores principais, ele teve o pior desempenho - e olha que ele não é mau ator. Estava sempre com as mesmas feições e possuía poucas expressões. Completam o elenco principal Elizabeth Olsen e Sally Hawkins.
Todos - espero - conhecem a história do Godzilla. É um monstro que não é o vilão da história. Neste longa, retraram muito bem esse conceito, chegando a um produto final que pode-se dizer que finalmente acertaram no monstro. Tanto visualmente quanto conceitualmente.
O longa é cheio de cenas e mensagens simbólicas. E foi numa dessas cenas que ele me conquistou. Acontece já no final mas refere-se ao começo, fazendo uma espécie de fechamento de ciclo muito bem feito. É algo que o público não repara normalmente. Mas este é um filme que deve-se prestar bastante atenção, pois é lotado de metáforas. Afinal, o Godzilla é uma metáfora para as bombas de Hiroshima e Nagazaki. E até disso o filme fez referência.
No final pode-se dizer que o diretor consegui filtrar todo o material que havia de melhor sobre o monstro e depositar nesse filme. Já havia muita expectativa para o longa, mas ele ainda consegui superá-la. Cheio de metáforas e simbolismos, "Godzilla" rugiu mais alto e tornou-se o melhor Blockbuster do ano até agora.
Luciano L.
Luciano L.

9 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de maio de 2014
Achei fantástico! No ponto de vista crítico claro que houve umas pequenas falhas, como romance desnecessário e etc... Mas ele realmente trouxe de volta a verdadeira história do ''Gojira', que não é um dinossauro assassino, e sim um Kaiju Herói! Eu como fã dessa história recomendo assistirem(mas evitem o 3D, que como todos convertidos, não serve de nada)
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de janeiro de 2018
Nunca tinha assistido um filme de monstro com essa magnitude fantástico. Nem percebe que o filme tem duas histórias paralela desenrolando um com núcleo de seres humano tentando sobreviver ao meio da catástrofe e o embate da criatura gigante que nem nota ao seus pés que existem humano em defeso. E tem outra as criatura vão surgindo gradual e com relance de quadro a quadro.
Karen K.
Karen K.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de maio de 2014
Clássico filme japonês de 1954, escrito e dirigido por Ishirô Honda em um contexto pós-Segunda Guerra Mundial, com um Japão ainda atemorizado com os ataques nucleares a Hiroshima e Nagasaki, Godzilla se tornou um fenômeno no cinema não apenas por ser um predador imbatível, mas pelo filme associá-lo a própria imagem do Japão.

Após sessenta anos, o Rei dos Monstros retorna as telas do cinema pelas mãos de Gareth Edwards e traz consigo toda uma bagagem provinda do filme original e suas sequencias que remontam os anos 70, 80 e 90. A versão de 2014 presta uma bela homenagem aos filmes originais, capricha nos efeitos especiais e escala um elenco tão grandioso quanto o próprio Godzilla.

Na trama, Joe Brody (Bryan Cranston) cria o filho sozinho após a morte da esposa em um acidente na usina nuclear em que ambos trabalhavam, no Japão. Sem aceitar a catástrofe, quinze anos depois ele descobre o que havia por trás do acidente, porém, cabe a Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson), seu filho, um soldado do exército norte-americano lutar para salvar a população mundial e proteger sua família do monstro Godzilla.

Com uma introdução repleta de imagens e notícias de 1954, o filme começa muito bem ao contextualizar a origem do monstro e mostrar a história de Joe e Ford, pai e filho que possuem uma relação distante e que são obrigados a conviverem após a esposa e mãe, Sandra Brody, morrer em um acidente na usina nuclear onde trabalhava com o marido, no Japão. Anos depois, Joe continua suas pesquisas não autorizadas na área de quarentena em busca do que causou a morte de sua esposa, com o auxílio discreto do Dr. Serizawa (Ken Watanabe), quem também estuda o ocorrido à procura de respostas as suas teorias e indagações.

Outro fator relevante nesta produção é a importância dada ao elenco coadjuvante, que mescla os cidadãos japoneses com americanos, sem tender para o tradicional nacionalismo norte-americano visto na maioria dos filmes. Aqui o Japão é tão personagem quanto o próprio Godzilla e o fato do papel do Dr. Serizawa - personagem chave da obra de 1954 - ser interpretado pelo ator japonês Ken Watanabe acabou por abrilhantar ainda mais a produção cinematográfica ao valorizar os talentos do cinema japonês. Unido a isto, o fato das lutas entre monstros gigantes possuírem uma estética visual muito próxima a dos tokusatsus - filmes e séries live-action de super-heróis japoneses com ênfase nos efeitos especiais, mesclando técnicas como pirotecnia, computação gráfica, modelismo, entre outras - termina por honrar a Terra do Sol Nascente com características de sua própria produção audiovisual em conjunto com os efeitos especiais hollywoodianos, que criam situações e personagens que fazem jus ao país que criou Godzilla.

Efeitos sonoros impecáveis, lutas colossais, um Godzilla imenso e realista regado a muita, mas muita destruição, dão o tom do novo Godzilla, que faz um retorno triunfal às telonas e nos faz esperar por mais do lagarto gigante.
Rafa R.
Rafa R.

15 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de maio de 2014
achei o filme fantástico! A trama tem ótima narrativa, a destruição é garantida e a trilha e efeitos sonoros deram o charme final ao filme.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
O filmes-desastre costumam colocar em seu "currículo" o envolvimento de seus personagens (para tornar pessoal), alguma perda familiar (para tornar doloroso) e um momento de honra (ou político) que unirá todos contra o "mal" que assola a humanidade. No mundo real, nenhum destes itens costuma ser muito frequente ou relevante porque ninguém — exceto religiosos — costuma personalizar os infortúnios de um terremoto, tsunami, epidemias ou até mesmo acidentes nucleares como um inimigo que deve ser combatido (ou como punição aos infiéis). Também sabermos que discursos otimistas fazem parte da rotina burocrática de chefes de estado e nunca atingem a população mais prejudicada. Dessa forma, qual o sentido do monstro nipo-clássico Godzilla ser encarado como um inimigo? Nenhum! E é exatamente isso que o segundo longa de Gareth Edwards evita fazer durante os 123 minutos dessa produção hollywoodiana que mantém suas origens e homenagens orientais bem localizadas.
Victor_2003
Victor_2003

8 seguidores 71 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de setembro de 2018
Godzilla é um dos melhores filmes de monstros já vistos antes. Cheio de ação e aventura, o filme tem momentos ótimos da batalha do icônico monstro. Muito bom.
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