Godzilla
Média
3,8
2853 notas

198 Críticas do usuário

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Fábio L.
Fábio L.

8 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de maio de 2014
Dica: o 3D é dispensável.
Para fãs: respeita a ideia do primeiro (japonês).
- Se for ver com a cabeça aberta para aceitar cenas sem explicações lógicas, você provavelmente vai gostar, afinal é ficção.
Samuel F.
Samuel F.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de maio de 2014
Acabei de assistir o Godzilla. Achei o filme muito legal, teve alguns momentos non-sense mas isso é normal em filmes do Godzilla.
O 3D e a batalhas são excelentes.
O que achei ruim é que focaram muito nos efeitos especiais e esqueceram do enredo (que é fraco). Godzilla demorou muito pra aparecer, e acabou que os inimigos dele apareceram mais que ele.
spoiler: E queria que o personagem do Bryan Cranston tivesse durado mais!! =(

Fui no cinema crente que iria ver Godzilla vs King Ghidorah mas infelizmente não teve. Talvez em uma sequência...

Em resumo, Godzilla é um ótimo filme. E para quem for assistir no cinema recomendo ver em 3D.
Roberto H.
Roberto H.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de maio de 2014
Depois do filme de 1998, dirigido por Roland Emmerich e estrelado por Matthew Broderick, considerado até hoje bem abaixo da média (pra ser gentil), era mais do que aguardada uma nova versão do monstrengo. Desta vez, só nomes de peso para conseguir chamar novamente atenção do público para a criatura.
Joe (Bryan Cranston), um físico nuclear, suspeita que os seus estudos de atividades sísmicas indiquem algo maior do que o imaginado, até o dia em que um acidente de trabalho resulta na morte de sua esposa, Sandra (Juliette Binoche), e a pesquisa é abandonada. Anos depois, a área do acidente está em quarentena, toda a cidade foi evacuada e só restam escombros devido a possível radioatividade no local, mas Joe está obcecado em descobrir o que aconteceu. Seu filho, Ford (Aaron Taylor-Johnson), vai a procura do pai para evitar que ele faça alguma besteira, mas é tarde demais, eles encontram o que Joe suspeitava desde o princípio, que o governo esconde algo bem maior do que imaginávamos.

Um dos pontos mais interessantes do filme são as referências históricas usadas para caracterizar a veracidade da existência da criatura (como tsunamis e os ataques da bomba atômica do século passado, o que foi uma das inspirações para criação do personagem). Ao contrário do filme de 98, esta versão dirigida por Gareth Edwards pode ser comparada ao Godzilla original, e isto está evidente nas inúmeras referências ao filme clássico dos anos 50, desde o Dr. Ichiro Serizawa (Ken Watanabe), que leva o mesmo sobrenome do personagem interpretado por Akihiko Hirata, até mesmo a trilha sonora. Mas o que realmente fez diferença foi o monstro e suas características, que foram muito mais fieis.

O filme tem muitos pontos positivos, mas para cada um também existe um negativo. Um dos maiores exemplos é o drama. Sabemos que um filme catástrofe como este não pode ficar encostado o tempo todo na destruição, caso contrário seria bem cansativo, e pra isso foi necessário desenvolver um drama familiar. O problema está no que deveria ser a solução - e isto será explicado em breve.

O ponto máximo do filme é o monstro em si, não ha duvida alguma disso, nós temos vários planos sequência que revelam o mesmo aos poucos, seja através da luz de sinalizadores ou da silhueta formada entre a fumaça e os destroços. Esta foi uma forma bem inteligente de construir a tensão do filme (assim como aconteceu com Gloverfield, pra dar um exemplo mais atual) e causar um impacto ainda maior quando você realmente batesse de cara com a criatura. Dito isto, se você tem um personagem tão forte, incrível e icônico quanto este, você tem que ter um drama de primeira para segurar a atenção até que Godzilla tome conta, e é aí que está a maior falha do filme.

Por mais que tenham escolhido atores de primeira, eles não consegue sustentar um drama que seja realmente interessante. Cranston está muito bem, mas não surpreende como esperávamos; Aaron é o típico pai de família que deixa a mulher e o filho preocupados em casa enquanto corre o risco de morrer a qualquer momento. O mais triste é ver como o personagem que deveria ser o mais relevante é resumido a algo caricato, e este é Ken Watanabe, como um cientista cheio de frases de efeito sobre como a natureza funciona e a humanidade é ignorante demais para entender as leis da mesma (ótimo ponto, mas mal aproveitado).

Os pontos positivos são mais técnicos e de produção, como a trilha sonora de Alexandre Desplat, que está maravilhosa (uma das melhores que já ouvi) e a ótima direção, principalmente nas cenas que constroem a tensão, como a do "salto livre". As batalhas, mesmo poucas, são emocionantes.
O maior problema de Godzilla foi ter cedido aos clichés, mas se tirássemos todas as previsibilidades do roteiro e o drama fosse um pouco melhor, seria ainda mais memorável, já que o impacto e a escala da criatura é bem maior desta vez e a intenção não é só agradar aqueles que queriam um bom filme de desastres, mas os fãs do verdadeiro Gojira (como é chamado no original).
Leonardo M.
Leonardo M.

9 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de maio de 2014
Esperava mais; cenas escuras em excesso e o monstro mais esperado por todos só põe às caras de forma mais clara no final, embora a proposta dele no filme foi outra, mas sei la faltou algo!
Igor D. M.
Igor D. M.

21 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de maio de 2014
Fui assistir o Godzilla cheio de expectativa, achando que seria o melhor filme do ano e eu tive uma decepção. A história do filme é meio confusa, vão jogando os fatos e algumas personagens na história, ficando até cliché. Aquela história de um soldado em uma "guerra" que faz tudo pra ver a sua família já é ultrapassada. Sinceramente, o filme se passa na vida do filho do pesquisador e fica focado na a vida dele, tornando o Godzilla como um cenário e coadjuvante na história do filme. É tediante em dois momentos do filme. O 3D não me agradou, não valeu apena o ingresso, detalhe: fui na sala IMAX. Só quero destacar o efeito do rugido do Godzilla que está INCRÍVEL, deu até arrepio no primeiro rugido do monstro.
Rogério Gonçalves
Rogério Gonçalves

9 seguidores 40 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de maio de 2014
Muito bom filme, som e efeitos perfeitos. Assista se puder na sala imax ou macro ex. Valeu o ingresso.
Dudu Henrique
Dudu Henrique

14 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de maio de 2014
Enfim depois de mais de dez anos o Godzilla ganha uma nova versão para as telonas. Com uma direção razoável, falahas no roteiro, excelente elenco, ótima trilha sonora, bela direção de arte e bons efeitos visuais a película ganha um tom tenso e de tirar o fôlego nas cenas de ação. Este é o Godzilla de Gareth Edwards, obra que dividirá opiniões.
Bryan Cranston é o grande protagonista do filme, Godzilla venhamos e convenhamos ficou apenas em segundo plano, após o término da aclamada série Breaking Bad, Cranston, como ator principal, conduz o telespectador na trama que envolve sua família e seu trabalho (algo semelhante, para quem acompanhou Breaking Bad), ao lado de um grande elenco, Bryan conseguiu a façanha de fazer uma ótima atuação em meio de vários personagens e firma-se como grande estrela de Hollywood.
O filme se perde um pouco no poço de tramas pessoais que Gareth propõe os fãs até a chegada do grande Godzilla, algo que soou um tanto acomodado, em Monstros foi a mesma coisa.
Tirando estes "probleminhas" por acomodação da direção e roteiro, o filme passa uma boa impressão estética e na própria trama. O Godzilla é uma criatura mostrada com um ar imperial. Alexandre Desplat fez um grande trabalho e mostrou mais uma vez que atualmente não é só Hans Zimmer que comanda os blockbusters. A direção de arte, fotografia e os efeitos visuais trabalharam num belo conjunto. O filme é bom, porém faltou um pouco só de tempero para ser completo!
Adilson T.
Adilson T.

19 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de maio de 2014
spoiler:
Godzilla, é um das adaptações, ou refilmagens mais aguardados do ano. O remake do grande Clássico Gojira, lançado em 1954, teve um ótimo enredo, Porém como a tecnologia naquela época não eram nem avistadas pela Ciência, não foi um filme tão bombástico, porém, Se vestiram de Godzilla (Uma pessoa).
Nesse ano de 2014, somos chamados pelo Diretor Gereth Edwards (II); Aos Cinemas para acompanharmos a refilmagem de Godzilla. O enredo é divido. Em partes me surpreende pela belíssima ação cinematográfica, e pelo outro lado, vemos o roteiro como uma história Fútil. A história se baseia em um físico que opera nos trabalhos de um laboratório Japonês. Após um grande tremor naquela região, uma perigosa radiação, vaza e começa a contaminar a tudo e a todos. O filme já nos leva a 15 anos mais tarde, com o Filho daquele Físico, já um homem formado e Sargento da marinha. spoiler:
Para ele, O tenente Jack Ford, o pai é uma fraude. O errado e culpado pela morte da mãe, pela radiação naquela área afetada pela radiação. Esse acidente Radioativo, atraíu outros seres que dessa fonte se alimentam. Aquele Casal que coisa Anormal que o filme mostra, foi uma invenção exclusiva da refilmagem de 2014, e o motivo mais desse filme, para nossa surpresa, é que o Godzilla, aquele Metade dinossauro e metade baleia, é bem assustador ne? pois bem, ele é muito mais muito gentil. é isso aí gente, o Godzilla ajuda nosso personagem principal a escapar de uma grande roubada, e se dá bem em Nova York. Eu sinceramente gostei muito desse Remake, achei interessante. O audio-visual é fantástico, Os atores souberam como proceder, o filme tem um design muito bom! Parabens a toda produção. Eu recomendo Godzilla 3D.

Valeu, Adoro Cinema! Sempre com vocês.
Rodrigo C.
Rodrigo C.

15 seguidores 21 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de maio de 2014
Finalmente, após meses de expectativa, estreia no cinema “Godzilla”. Repleto de ação e destruição desenfreada, o lagarto gigante chega às telonas com uma trama média, mas que consegue atingir seus objetivos.

“Godzilla”, de 1954, retrata o medo de um mundo inteiro acerca das armas atômicas, que na época não saiam das primeiras páginas dos jornais. O medo era tamanho que a origem do grande lagarto vem exatamente de testes nucleares que acabaram acordando a fera adormecida. Em 1956 o filme foi reeditado e americanizado, colocando takes do repórter Steve Martin (Raymond Burr) e lançado como “Godzilla – O Rei dos Monstros”. Mas essa foi a única mudança aparente, o filme continuava sendo apenas um filme de destruição. Em 1998 o filme foi novamente refeito, com as piores mudanças possíveis, desta vez, além de o lagarto destruir a cidade de New York, ele estava “grávido” e procurava um lugar para desovar. O 2014 é bem diferente (ainda bem), a origem do “Rei dos Monstros” pode se assemelhar em partes com as de seus antecessores, porém a história em si, a trama que se desenvolve ao longo do filme, se assemelha muito mais com a série animada de 1999, chamada “Godzilla – The Series”, que obteve até mais sucesso que o filme estrelado por Matthew Broderick. Na verdade, a série animada é uma continuação do filme de 1998, e que funcionou muito bem.

Como se pode ver e imaginar os filmes anteriores possuem uma trama bem definida (isso não significa que seja bom), na verdade, o enredo é simples, não há conflitos extras, o filme retrata um monstro gigante que acorda e tenta destruir tudo, e os humanos tentam impedi-lo. Ponto. Fim da história. Acontece que hoje em dia isso não funciona mais, não se pode fazer simplesmente isso. E foi o que esse novo roteiro tentou fazer. Ao adicionar o conflito familiar, e indagações conspiratórias acerca de um fato ocorrido. A intenção foi boa, mas no decorrer do filme, tudo isso não é levado mais em conta, ou essas situações foram reveladas ou descobertas. Ou seja, o primeiro ato do filme é muito lento e apenas pequenas coisas são aproveitáveis, a intenção foi boa, mas essa parte não funcionou. Por incrível que pareça, a melhor indagação que é adicionada ao filme está associada às atitudes do “Godzilla”. E dentro do que o filme se propõe, isso sim funcionou.

Gareth Edwards, o diretor do filme, fez uma excelente jogada. Ele adicionou o suspense. Mas não em forma de roteiro. E sim em forma de imagens, takes e montagens, ao mesmo tempo em que mostrava todo o esplendor e monstruosidade que é o Godzila, ele ocultava alguma coisa, ou uma cena de ação, ou o próprio monstro. E isso sim foi legal, porque quando ele aparece, mais precisamente no terceiro ato, você se sente extasiado por ver que aquela espera toda valeu muito apena, e ainda mais eufórico pelo bom investimento que fez ao ver Godzilla. (E não Pompéia).

Por fim, as atuações foram positivas, com todos cumprindo seu papel sem problemas, foi bom rever Bryan Cranston, o Sr. White de “Breaking Bad” em ação, mesmo que só um pouco; Aaron Johnson, o nerd-herói de Kick-Ass e o Mercúrio do próximo “Vingadores”; e Elizabeth Olsen, que começa a se destacar e que (também) irá aparecer em “Vingadores” como a irmã de Mercúrio, como Feiticeira Escarlate.

Sendo assim, Godzilla merece 3,5 estrelas, que ainda é uma nota excelente, na verdade, monstruosa!
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de maio de 2014
Boa diversão, mas para isto tem que deixar de lado nós os "pequenos humanos", já que nenhuma das tramas funciona bem, mas o melhor do filme são todas as estrondosas aparições de quem dá nome ao filme, e as grandiosas lutas. Um bom filme de monstro.
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