Godzilla
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3,8
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198 Críticas do usuário

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João Paulo L.
João Paulo L.

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de maio de 2014
adoro cinema e vejo de tudo ... esse filme é bem +ou- é um autêntico puro sangue JAPONÊS ... ao estilo jaspion .... quem gostava dele ... vai adorar... só pra vc ter uma idéia, o Godzilla é o herói do filme ... sem noção total
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de maio de 2014
"A arrogância dos homens está ao pensarem que controlam a natureza, e não o contrário", bom, se não controlamos a natureza, controlemos os efeitos visuais. Já temos um indicado para o Oscar de efeitos quase certo aqui. Visualmente, o longa é impecável. A ação digital com os monstros gigantes e os cenários são inacreditáveis. Porém, embora possa parecer, "Godzilla" não é um filme apenas "de efeitos especiais". O roteiro tem vários méritos. Mas o que mais se ressalta é a parte científica. Se repara o cuidado científico dos roteiristas que explicam muito bem os fatos e as motivações dos monstros principalmente. Nos detalhes que se tem em pensar que a cada passo do monstro acontece um "mini maremoto", entre outras coisas, que se percebe isso.
Dramaticamente, o longa também acerta em cheio. Os atores - pelo menos a maioria deles - souberam retratar muito bem as situações, ainda mais se você parar para pensar que estão interagindo com um fundo verde, com computação gráfica. Como muitos já sabem, este é o primeiro grande filme do excelente ator Bryan Cranston (Walter White na série Breaking Bad), que não desapontou e apresentou-nos uma excelente caracterização. Mas, poucos sabiam que seu personagem seria coadjuvante no longa. O papel principal é de Aaron Johnson (Kick-Ass), que não está incrível, mas consegue levar o filme. Ken Watanabe também está no elenco. De todos os atores principais, ele teve o pior desempenho - e olha que ele não é mau ator. Estava sempre com as mesmas feições e possuía poucas expressões. Completam o elenco principal Elizabeth Olsen e Sally Hawkins.
Todos - espero - conhecem a história do Godzilla. É um monstro que não é o vilão da história. Neste longa, retraram muito bem esse conceito, chegando a um produto final que pode-se dizer que finalmente acertaram no monstro. Tanto visualmente quanto conceitualmente.
O longa é cheio de cenas e mensagens simbólicas. E foi numa dessas cenas que ele me conquistou. Acontece já no final mas refere-se ao começo, fazendo uma espécie de fechamento de ciclo muito bem feito. É algo que o público não repara normalmente. Mas este é um filme que deve-se prestar bastante atenção, pois é lotado de metáforas. Afinal, o Godzilla é uma metáfora para as bombas de Hiroshima e Nagazaki. E até disso o filme fez referência.
No final pode-se dizer que o diretor consegui filtrar todo o material que havia de melhor sobre o monstro e depositar nesse filme. Já havia muita expectativa para o longa, mas ele ainda consegui superá-la. Cheio de metáforas e simbolismos, "Godzilla" rugiu mais alto e tornou-se o melhor Blockbuster do ano até agora.
Carlos Henrique Campos
Carlos Henrique Campos

21 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de maio de 2014
O filme é muito bom por muitas razões, principalmente por não focar somente no monstro, mas também no lado e no drama dos humanos. As batalhas entre os monstros são sensacionais e os efeitos do filme também estão ótimos. Contaram a história de uma maneira bem inteligente, e quando o godzilla aparece pela primeira vez, é simplesmente mágico, o rugido dele então... você meio que faz junto. Enfim, um filme muito bom e que não deixou a desejar em nada.
Marucero C.
Marucero C.

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de maio de 2014
Muito bom. Superou as expectativas!!! Atores bem convincentes.
Recomendado! Se você acha que spoiler: o monstro é o vilão vai se surpreender...
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de maio de 2014
Monstro nipônico ameaça bonito, mas não convence por completo

Godzilla é, seguramente, o monstro gigante mais famoso e longevo do cinema. A concepção visual da colossal criatura foi idealizada pelo técnico de efeitos especiais Eiji Tsuburaya, um dos pioneiros do gênero no Japão do pós-guerra. Surgia, então, em 1954, Gogira, o primeiro filme do “lagarto gigante”, sob a direção de Ishiro Honda. O nome dado ao monstro é, na verdade, um anagrama composto pelas palavras em japonês gorira (gorila), e kujira (baleia). As bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki em 1945 foram determinantes para fazer surgir no Japão um desejo de escapismo que encontraria no cinema e na TV as suas mais criativas manifestações. Desde então, foram incontáveis as versões (e variações) da criatura que contribuiu para a difusão deste subgênero de filme-catástrofe, e acabou se tornando um dos personagens mais queridos da Terra do Sol Nascente, adquirindo ironicamente status de herói, ao salvar Tóquio inúmeras vezes, sempre enfrentando monstros “piores” do que ele. Nas incontáveis produções realizadas regularmente a partir daí (sempre com algum ator corajoso vestindo a insuportavelmente quente e pesada fantasia do “astro”), Godzilla – como passou a ser conhecido no ocidente – já “contracenou” com as mais diversas criaturas, o que inclui dinossauros, insetos gigantes, e até mesmo King Kong, em um longa-metragem lançado em 1962.
A cultura dos “daikaiju” (filmes de monstros gigantes) se disseminou na América por meio da importação de longas-metragens e seriados japoneses, além de animes e mangás. Era só uma questão de tempo até que Hollywood percebesse o potencial que uma produção nesses moldes poderia gerar, SE fosse devidamente adaptada. Em 1998, portanto, o cineasta “destruidor” Rolland Emmerich (diretor dos sucessos Independence Day, O Dia Depois de Amanhã e 2012) levou às telas a primeira versão ocidental do famoso monstro nipônico, mas o resultado foi insosso, beirando o ridículo (como um animal daquele tamanho conseguiria se esconder nos esgotos de Nova York?). O tom do filme, leve e despretensioso demais, não agradou. No ano passado, contudo, fomos brindados nos cinemas com algo mais ousado, Círculo de Fogo, de Guillermo del Toro, que mostrava a Terra sendo devastada por criaturas gigantes que surgiam de dentro do planeta, e eram combatidas pelos enormes robôs construídos pelo esforço conjunto e inédito de todas as nações do mundo. O estiloso cineasta mexicano especialista em monstros surpreendeu a todos quando preferiu ir na contramão do que se esperaria de um blockbuster, ao levá-lo mais a sério, valorizando todo o seu potencial dramático, ainda que também tivesse seus alívios cômicos. Este mesmo “peso narrativo” pode ser sentido na primeira metade deste novo Godzilla, mas lamentavelmente esse clima não se sustenta até o seu final.
É impressionante como uma campanha de divulgação pode causar uma falsa expectativa em torno de um filme. Todas as cenas, fotos, exibições-testes e comentários feitos antes da estreia nos levavam a acreditar que este novo longa traria uma abordagem extremamente séria e dramática, que enfocaria a tragédia e o horror proporcionados pela incidência de uma gigantesca criatura caminhando pelas ruas de grandes metrópoles, causando com isso uma destruição sem precedentes. Quando o personagem-título finalmente surge na tela por inteiro, todo o suspense que estava sendo muito bem construído pelo diretor Gareth Edwards cai por água abaixo, tamanha a superficialidade da narrativa a partir de então, que se perde completamente em situações paralelas e desinteressantes, que por sua vez só vão diminuindo mais e mais a “gravidade” da trama.
A introdução do filme é promissora, trazendo, ainda nos créditos iniciais, cenas de testes nucleares realizados entre as décadas de 1940 e 50 e sua possível associação com uma suposta aberração da natureza. Somos levados então ao ano de 1999 em que conhecemos o casal de cientistas vividos por Bryan Cranston (da série Breaking Bad) e Juliette Binoche (em rápida, porém intensa participação) que são vítimas de um “abalo sísmico”, causando o desmoronamento da usina nuclear onde trabalham, no Japão (é claro). Ela não sobrevive, e após um salto no tempo de 15 anos, o filho do casal (Aaron Taylor-Johnson, de Kick-Ass), agora trabalhando no esquadrão anti-bombas do Exército Americano em San Francisco, onde mora com a esposa (Elizabeth Olsen) e filho, reencontra o pai ainda tentando achar respostas para aquele incidente. Novos tremores irão revelar, enfim, a causa, bem como a possível solução do problema, que será exposta pelo físico vivido por Ken Watanabe (um dos atores orientais mais em evidência atualmente em Hollywood).
Nesta primeira hora de projeção o diretor investe no suspense (e nos sustos) de forma primorosa. Com a revelação da “verdade”, porém, inexplicavelmente tudo fica mais raso, justo quando deveria haver um aumento na dimensão da tragédia. O gigantesco astro do filme, muito bem concebido digitalmente, acaba sendo prejudicado pela banalização de sua própria participação. É como se o jovem cineasta (que estreou na direção com Monstros, em 2010) de repente tivesse ficado com receio de chocar demais a plateia, algo semelhante à suavização da qual Spielberg foi acusado quando entregou Guerra dos Mundos em 2005, filme não muito bem recebido por ser “limpinho demais”. Aqui a fotografia quase sempre escura e cinzenta constitui um cenário perfeito para a continuidade do clima trágico iniciado pela narrativa, o problema é que o roteiro simplesmente não corresponde, preferindo mostrar tragédias das quais até um cachorro (isso mesmo) consegue escapar. Como se não bastasse, as cenas que deveriam referenciar ou homenagear a criatura (como as que são vistas nos noticiários da TV, por exemplo), só contribuem para nos lembrar o quão artificial e banal se tornou, em sua segunda metade, o filme que pagamos para ver, uma triste constatação diante do potencial que o monstro nipônico possui, cuja abordagem poderia ter sido muito mais profunda, nos quesitos drama e terror.
Em sua segunda versão hollywoodiana, portanto, Godzilla ameaçou bonito, mas ainda não convenceu por completo. Resta apenas a diversão pura e simples de mais um filme de verão norte-americano, e a decepção de perceber que cenas que custaram milhões de dólares oferecem à plateia exatamente a mesma sensação dos filmes feitos com monstros de borracha destruindo prédios de papelão. Godzilla merecia mais.
Diego S.
Diego S.

24 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de maio de 2014
O Godzilla de Gareth Edwards se mostrou ser muito mais do que apenas um blockbuster. O jovem diretor trouxe ao filme mais humanidade e um apelo crítico para questões políticas e até ecológicas. Em diversos momentos do filme percebe-se que há muito amor pelo projeto. Há muito cuidado para que a história se intercale com a história real da guerra e dos conflitos, e isso dá gravidade, um contexto mais elaborado à trama, algo de total coerência dentro do roteiro.

Aaron Johnson e Elizabeth Olsen têm uma bela atuação no longa. O casal de atores que faz par romântico no filme, estará em Os Vingadores: A Era de Ultron daqui um ano, como os irmãos Mércurio e Feiticeira Escarlate, mesmo que haja um futuro estranhamento, a relação romântica dos dois no filme não é foco, e sim, o drama familiar, que se torna o grande mártir das personagens. A segunda chance, a família, tudo entra em conflito num tipo de apocalipse de monstros. Não esquecendo de Bryan Cranston, tentando deixar um pouco de lado Breaking Bad, com uma nova caracterização e tipo de personagem, o ator brilha em cena.

Em homenagem ao original, as características do monstro-título se assemelham ao de 1954, e mostram uma beleza colossal numa épica batalha. A sua aparição completa, deixada um pouco mais para a segunda parte do filme, é totalmente compensada pelos grandes atos do gigante. Tudo se encaixa! A trilha sonora se torna essencial e o urro de Godzilla inesquecível. Infelizmente há um grande quê de previsibilidade em muitos momentos, é claro que isso não deixa as cenas menos empolgantes, mas perde-se um pouco do suspense e até mesmo o acaso se torna falso.

Para Edwards, o intuito não é apenas entreter e explodir tudo (sorte que Michael Bay passou longe do projeto), e sim, mostrar que ainda podem-se fazer filmes de monstros sem se esquecer de uma boa história. Por fim, o diretor nos alerta de que muitos dos nossos monstros, somos nós mesmos que criamos e alimentamos, e que a loucura pela guerra de tantas potências, caso continue, se tornará a destruição das mesmas.
Rafael R.
Rafael R.

14 seguidores 35 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 17 de maio de 2014
Fui assistir GODZILLA

Tive uma constatação: GODZILLA DÁ A BUNDA.

Tenho provas.

Não é uma constatação nova.

Já tá confirmado isso.

Ele não me engana mais.

Ele só me enganou quando eu era criancinha e eu ouvia falar sobre ele.

Ele vinha com um papinho VELHO de colocar peitinhos de silicone pra chamar mais atenção e tals e tals.

E eu, entendia PORRA NENHUMA...mas hoje? HOJE EU CONSTATEI.

ELE DÁ O RABO.

O momento do filme em que ele levanta a cauda E SOLTA UM PEIDO, foi um momento muito complicado PRA MIM. E explico o motivo:

Não sei se vocês já foram nesses cinemas novos em que, impreterivelmente, eles tentam simular a REALIDADE dos fatos? Então, nesse momento EU ME FUDI legal. No momento do peido dele, o cinema FEZ AQUELE CHEIRINHO DE BOSTA VIR NA MINHA CARA.

Puuuuuuuuuuuuuuuuuuuuta qui pariu...

Que BOSTA, literalmente falando mano véi.

Mas agora eu queria detalhar um pouco mais, de um modo mais técnico e detalhado, sobre esse CHEIRINHO DO PEIDO do Godzilla. Se vc não deseja ler sobre esses detalhes, pois será pesado, pule para o parágrafo “SOBRE O FILME”, aí sim, vc ficará livre desse cheirinho.

Cara, o cheirinho era péssimo. Nossa, passei mal no cinema...Fui no banheiro, e SÓ DE SACANAGEM, sabem o que fiz? SOLTEI UM BARRO.

Sabem o que é SOLTAR UM BARRO?

Não?

Nunca ouviram falar nisso?

Porra, TU TÁ DESATUALIZADO hem broder????

Então, quando o Godzila PEIDOU, um pedacinho de um objeto saiu do OLHO DO CU dele.

Já já eu falo o que foi. Mas eu posso adiantar que era MARRONZINHO E PASTOSO.... Mas segura aí.

Pow, na boa...eu sei que estamos vivendo um momento de LIBERDADE SEXUAL. Eu, particularmente, estou já até pensando EM DAR O CU, mas poxa, justo O GODZILLA cara??????

Pow, e o Silicone que ele quis botar????

Lembrem-se disso que já já eu vou voltar nesse assunto: “SILICONE”....Lembre aí. Valeu???

SOBRE O FILME: Bem, vc deve ter vindo até aqui por 2 motivos:

1º pq vc TEM PORRA NENHUMA PRA FAZÊ.

2º Pq vc não queria ver eu falando DO PEIDO do Godzilla, não foi?

Pois é, mas me faltou espaço pra concluir a questão DO CHEIRINHO DE BOSTA do peido dele...C si incomoda se eu continuar aqui? Só um pedacinho???

Pode ser?

Ah, deixa, vai...

O filme É UMA MERDA, UMA BOSTA, UM COCO. Creio que por isso que o Godzilla solta um PEIDO.

NÃO GOSTEI do filme.

Dormi no cinema DUAS VEZES...

Ah, se lembram do Silicone que prometi????

Ele agora É UMA MOCINHA
Wagner R.
Wagner R.

15 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de maio de 2014
Maravilhosamente intenso, do começo ao fim!

O rei dos monstros, em um filme grandioso, repleto do sentimento saudosista, retorna com o merecimento em proporção épica.

Eram grandes as expectativas para o remake do novo Godzilla, o monstro que 50 anos atrás ganhava um reconhecimento incrível dentro do mundo cinematográfico. E toda a experiência que o filme trouxe em 1954, se perdeu por completo quando Roland Emmerich tentou criar sua versão pífia em 1998.
A missão que muitos davam como impossível em trazer de volta a verdadeira essência do Godzilla, caiu nas mãos do quase inexperiente Gareth Edwards, que traz aos fãs um filme que relembra o original mesclando com técnicas que o cinema atual disponibiliza.

O filme que desta vez conta com um drama humano dentro do roteiro, cria a perspectiva de visualizar sobre todos os lados as consequências causadas por Godzilla e a batalha dos monstros em toda a cidade. Quando um acidente suspeito acontecesse na usina nuclear em que Joe Brody (Bryan Cranston) trabalhava, acarretando na morte de sua esposa, criam-se dúvidas sobre o que poderia causar tal destruição. 15 anos após os acontecimentos, Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson), filho de Joe e agora um adulto, é o tenente do exército americano e precisa cuidar de seu pai, o qual possui respostas sobre o que aconteceu, mas que não é levado a sério.
Gareth Edwards faz um fan service coerente ao cinema de Hollywood atualmente, o diretor cria em momentos de tensão, a ansiedade sobre o espectador e o momento certo para soltar aquele alivio de satisfação. O roteiro que vai liberando aos poucos detalhes sobre o monstro e reúne aspectos para guardar o melhor no final, deixa a expectativa de todos nas alturas e não decepciona quando entrega a ação prometida, pelo contrário, ao estufar de peito e no rugido de Godzilla, a emoção em contemplar aquilo é aterrorizadamente incrível.

Talvez não seja errado dizer em que algumas ocasiões o filme apela para o sentimento apático do fim do mundo como é visto em muitas produções com a temática apocalíptica, entretanto, o que Edwards relaciona sobre ao que os humanos são capazes de fazer quando tudo está por água abaixo – tecnologias que não funcionam mais, bombas nucleares capazes de dizimar toda a cidade e catástrofes naturais prontas para se iniciar - reflete como é estar preparado para situações adversas.
O diretor usa de suas técnicas parecidas do interessante, Monstros, para juntar o drama humano e todo o deslumbramento visual em altas proporções, utilizando técnicas de posicionamento das câmeras e o auxilio da trilha sonora afetando diretamente na visualização do filme, que em certo momento determina Godzilla ao lado de Ford Brody, como os heróis a qual você está torcendo.

Godzilla entrega com satisfação um filme exuberante visualmente e aterrorizador na batalha dos monstros. Um verdadeiro filme que ensina a muitos como causar destruição em toda uma cidade, sem precisar de uma ação alucinante a todo tempo.
Davi O.
Davi O.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de maio de 2014
Booooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooom mas foi pouco o Filme
Pedro Â.
Pedro Â.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de julho de 2014
O filme em si é bastante fraco, com a maioria dos atores muito ruins. O filme não consegue manter o ritmo, apenas no final, a única parte boa do filme.
Os efeitos especiais estão perfeitos, o que melhora um pouco a pontuação do filme.
Para finalizar, digo - eles não souberam aproveitar o que tinham na mão. Poderiam ter feito um baita filme, com boas lutas, e com bom atores, mas no filme inteiro só aparece o Godzilla lutando uma vez, sendo que devem ter ocorrido umas três ou quatro lutas.
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