Godzilla
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3,8
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Almir S.
Almir S.

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3,0
Enviada em 19 de maio de 2014
BOM.
Godzilla de 1998 foi meu primeiro filme que assisti nos cinemas, muita emoção em ver um monstro tão gigante naquela tela, um barulho ensurdecedor com seu grito no som do cinema e fiquei muito triste com sua morte, enfim me tornei fã.
14 anos depois Godzilla voltou aos cinemas, até que enfim, e pelo ótimo trailer, seria um dos melhores filmes do ano.
O filme é bom, divide opiniões, particulamente continuo fã do Godzilla de 98, apesar do roteiro se esforçar e tentar contar uma boa história do surgimento do Godzilla e de seus montros inimigos, o filme não me trouxe aquela emoção de 98, os efeitos 3D são inexistentes, nem gaste com essa versão, veja no convencional mesmo,o lagarto me pareceu muito gordo e as inexpressões nas caras de todo o elenco é broxante, afinal em um filme catastrofe e com monstros, era pra ter mais desespero e apavoro, mas parece que no filme isso fosse normal esses monstros no dia a dia.
Um dos monstros inimigos parece muito com a criatura do filme Cloverfield.
Realmente o diretor tentou dar um tom mais sério ao filme, valeu pela tentativa, mas no fim pareceu que Godzilla será um novo integrante de super heróis da Marvel, talvez até esteja em continuações de Os Vingadores.
Jonathas d.
Jonathas d.

18 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de maio de 2014
"Só o Imax faz jus ao Godzilla!!!" kkkkk

Oque falar sobre um "Deus"? ? ?
Um Deus tem o poder de destruir e criar, mas oque seria criar?
Será que criar, também pode significar evitar uma destruição? ou para ser mais claro... "a extinção de algo?"
Pois bem, neste novo longa de "Godzilla", oque temos é um Deus pondo o mundo em estado continuo, evitando a sua pertubação, evitando uma alteração à hierarquia da cadeia que nós seres humanos, fracos e hipócritas criamos, assim como dito no filme ... "A arrogância do homem é pensar que a natureza esta sobre o nosso controle... E não o contrario!" ... Oooooooouuuuuuuuu, epenas feras, bestas, ou porque não monstros descomunais em uma luta por territorialidade?
Pois bem, vemos neste filme oque significa tentar se salvar, tentar evitar mais destruição, tentar não ser apenas um espectador, mas somos tão inferiores a natureza, que nada nos resta tentar, e ver que por mais que se tente de nada adiantará, pois oque por muitas vezes podemos fazer, é realmente sentar, assistir, e contar com a sorte!

Como muitos ainda não assistiram, não darei spoiler tão explícitos, mas digo que o filme é digno de almenos concorrer aquele prêmio de caquéticos, onde parece que tem de ser ruim para ser premiado... "qual o nome mesmo...?" ... a lembrei.. O OSCAR!!! kkkkkkkkkkkk

Com uma atuação fantástica, porem já bem esperada de sua competência ... "Bryan Cranston"!
Com as caras e bocas, e olhinhos puxados porem nem um pouco fechados de "Ken Watanabe".
a atuação de "Aaron Taylor-Johnson" ... hum.... (melhor pular.. kkkkkkk)
a beleza de "Elizabeth Olsen" (Gaa..ta!)
e a direção do ainda novato, porem já incrivelmente talentoso "Gareth Edwards (II)"
E é claro... ele o principal protagonista do longa... O GRANDE BADASS "GODZILLA"!!!

"Com tudo isso, tem como o filme ser ruim? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk"

Assim fecho meus comentários, dando a humilde nota: ( ∞ ) ...Para "GODZILLA (2014)" e digo que "outra igual a essa só com o EXODIA" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

spoiler: 1º Se você for assistir no 3D... CUIDADO COM OS PÁSSAROS!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk 2º "E quando uma calda se iluminar, você saberá que esse filme valeu cada centavo do seu ingresso!!!"
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de maio de 2014
Um bom filme diversão. Uma história sem pé nem cabeça e com um enredo focado 100% em um filme catástrofe, com tsunamis, terremotos e explosões. Eles não perdem tempo tentando explicar de onde os monstros gigantes vieram, porque sabem que ninguém vai acreditar mesmo. Os efeitos especiais são satisfatórios e o suspense prende o espectador do início ao fim. Prá que melhor, para quem gosta?
Wérleson S.
Wérleson S.

20 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de maio de 2014
Farei minha crítica baseada no Godzilla de 98, foi o único que eu vi além desse, então, relevem algum equívoco :]

O filme pra mim fede e cheira ao mesmo tempo. Fiquei meio frustado, pois pelos cartazes e trailer, eu imaginava um filme do Godzilla destruindo cidades e como o único abaixo dos holofotes. Quando fui assistir, eu realmente me decepcionei. Achei que o foco estava mais nos dois outros monstros do que no Godzilla em si. As lutas me lembraram um duelo de pokemons. Algumas cenas spoiler: como a do menino do metrô
foram desnecessárias, e o Aaron não me agradou muito, talvez por ainda associá-lo muito ao Kick-Ass '-'

Mas, se formos deixar de lado as comparações, o filme tem sim sua qualidade. Os efeitos e trilha sonora são perfeitos, e o enredo, apesar de alguns equívocos, foi um tanto envolvente. A sequência de abertura é impecável spoiler: e a cena onde a esposa do Bryan morre foi bem feita
, achei a Olsen muito segura em seu papel e, apesar de tudo, o filme conseguiu me fazer vibrar nas lutas spoiler: principalmente com aquele jato de fogo [???] que o Godzilla deu
. Não é lá um dos melhores, mas também não é um dos piores...
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de maio de 2014
Godzilla fez parte da minha infância. Aquele "homem com uma roupa de borracha" que enfrentava monstros e alienígenas para salvar a Terra era um programa das manhãs. Daí os americanos resolvem por uma "Lagartixa gigante" nos cinemas e usar o nome do grande Rei dos monstros... Uma heresia. Agora "Gojira", como falam os nipônicos, volta triunfante aos cinemas. Uma bela homenagem aos grandes tempos em que Godzilla era respeitado. Efeitos sensacionais, um roteiro que por mais que tenha problemas, segura o filme. Interpretações que não prejudicam o andamento da estória e monstros. Preciso dizer mais alguma coisa?? A maneira como Godzilla vai sendo apresentado e tão bem pensada que no momento em que ele realmente aparece ( pois durante boa parte do filme ele é mostrado em momentos curtos e nunca inteiro.) é de animar qualquer um. Vale uma conferida ao cinema, pois é um "Fan Service" de qualidade.
Mariana A.
Mariana A.

15 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de maio de 2014
Não é que o filme é de todo ruim, apenas decepciona. Pontos bacanas deles relembrando a primeira aparição do Godzilla, a destruição da cidade mas tem umas sequencias que me deixou um pouco perdida, tipo uma hora o cara tá ali depois ele já está em outro lugar, ficou estranho. Como também a criação de um outro ser na qual faz a gente no final bater palmas para o nosso amigo Godzilla porque ele é nosso herói mesmo com toda tecnologia não vale a pena o ingresso no cinema, assistir em casa em um bom HD já vale a tarde de domingo. spoiler:
Eudis C.
Eudis C.

7 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de maio de 2014
GODZILLA _ O filme consegui agradar muito fan que esperavam com ansiedade por sua estreia , Godzilla chegou muito bem as telonas superando as expectativas e retirando a má impressão causada pela versão lançada em 1998 do diretor Roland Emmerich .

Este Godzilla resgata a sua origem do primeiro filme lançado ao cinema no ano de 1954 . O filme vem com sitaçoes ao primeiro filme desta das cenas inicias quando o diretor Gareth Edwards (II) utilizou cenas do filme o original ate a pronuncia do nome do monstro gojira , há junção muito bem feita no filme nele acompanha a o drama de uma família que esta no meio do ataque do godzilla e o mesmo tempo que você acompanha esta família você se depara no meio de grandes cenas de ação , brigas entre dois monstros gigantes, E o melhor de tudo é que o filme revela o godzilla aos poucos causando mais ansiedade em relação a sua grande aparição
As cenas de ação do filme são em controladas os elenco e otimo então com tudo GODZILLA tem tudo para ser o filme do ano
Marco Antônio Lotes G.
Marco Antônio Lotes G.

38 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de maio de 2014
Todos conhecem ou pelo menos já ouviram falar sobre o "Rei dos Monstros" ou como é mais conhecido "Godzilla". Ao longo dos seus 60 anos de surgimento, já que ele foi criado em 1954, houve diversas adaptações para o cinema, sendo a última no ano de 1998 e foi considerado um fracasso pela crítica, sendo indicado ao "Framboesa de Ouro" de Pior Filme, diretor , roteiro, remake e atriz coadjuvante. Esse parecia ser o fim do Godzilla em Hollywood, mas esse ano o diretor Gareth Edwards resolveu salvar o monstro e conseguiu se sair muito bem.
O longa conta com ótimos efeitos especiais, além de uma excelente fotografia, uma trilha sonora bastante discreta, mas certa. Além do ótimo visual dos monstros. Ponto positivo também para os atores, Aaron Taylor-Johnson, Bryan Cranston e Ken Watanabe.
Johnson está cada vez atuando melhor, em todos os filmes que atuou até agora, sempre teve uma boa atuação e com o tempo vem crescendo cada vez. Ele consegue transmitir todas as emoções do seu personagem, apesar de possuir muitas cenas de ação, o que prejudica um pouco o desenvolvimento do personagem, mas não faz feio.
Cranston ( da série "Breaking Bad") também mostra seu talento. Apesar de sua pouca participação, consegue ser um dos melhores do elenco. Watanabe também se sai bem como o cientista que investiga o misterioso terremoto que aconteceu no Japão e destruiu uma fábrica de radiação, na qual o personagem de Cranston trabalhava.
O elenco feminino não se sobressai, pois não tem grande destaque igual aos demais. Elizabeth Olsen sabe atuar e muito bem- diferentes de suas irmãs, as gêmeas Olsen- é uma pena que sua personagem não seja bem explorada pelo roteiro. Outra que sai prejudicada por conta do roteiro é Sally Hawkins que até tenta, mas o roteiro não permite que ela seja bem desenvolvida.
Outro problema do roteiro é deixar seu personagem título como um mero coadjuvante. O filme peca em não mostrar Godzilla como se deve. Ele ganha mais destaque nas cenas finais, mas no geral, ou ele ta submerso ou aparece apenas suas costas. Mas quando o mostro entra em ação, o filme ganha outro nível, já que as cenas são bem feitas. Outro problema é o 3D, que não é necessário e é muito mal utilizado.
O diretor consegue prestar sua homenagem ao "Rei dos Monstros", mesmo pecando em algumas cenas ou mesmo tento um roteiro com falhas.
Elvis Leonardo Santos L.
Elvis Leonardo Santos L.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de maio de 2014
Depois de passados alguns anos, Hollywood tomou coragem para tentar novamente filmar “Godzilla“. Ícone da cultura japonesa, não teve sucesso nas tentativas passadas ao aparecer nos Estados Unidos com filmes, no máximo, medianos.
A última tentativa foi em 1998 com um filme em que um lagarto gigante, gerado a partir de testes nucleares, destrói Nova Iorque. Seria um bom filme catástrofe, só não é Godzilla.
Em 2014 já temos o melhor que os efeitos digitais podem nos oferecer e pelo trailer, apenas com um pouquinho do que aparece do monstro, já ficamos esperançosos com o que veríamos: agora sim um Godzilla.

Praticamente os únicos dois atores do filme…
O filme é do diretor que apareceu no circuito com o independente “Monstros”: Gareth Edwards. Curioso não?
No elenco temos o grande Bryan Cranston, como o cientista Joe Brody, para trazer dramaticidade ao filme, eAaron Taylor-Johnson fazendo papel de seu filho já adulto.
Agora, indo ao filme, não me entendam mal com o que vou escrever. Eu gostei do filme, mas muita coisa incomodou. Talvez fosse a expectativa, mas este que tinha tudo para ser um épico, é apenas mais um filme. Ele tem tantos probleminhas que é difícil não somar tudo e fazer várias críticas.
Começamos a falar que o filme do Godzilla só começa após pelo menos uma hora. Antes disso, temos uma introdução e um filme no ‘estilo Spielberg’ de mostrar a família que se perde no meio da guerra para se encontrar no fim. Aquele drama familiar de pai que perde o filho, que se separa da esposa, que é levada por uma multidão, abandonado na rua ou qualquer coisa do gênero. São pelos menos 4 crianças abandonadas e perdidas pelos pais com olhos cheios de medo por ver um monstro gigante.

Dr. Ichiro sempre no lugar privilegiado para a vista do monstro.
Eu contabilizei também 5 cachorros, incluindo a cena clichê do cão abandonado preso na coleira enquanto a família fugia. E ainda no mundo animal, até a cena das aves voando no sentido contrário às pessoas, mostrando de onde vem o “perigo”, tem.
Também temos o ex-cientista problemático e cheio de ideias sobre teorias da conspiração (que logicamente está certo e ninguém acredita) e que é o mesmo cara que devia estar preso e é levado exatamente para onde ele queria ir e não deveria saber…
Ainda nos clichês, são duas cenas cruciais de encontro entre humanos e monstro que se passam, sem necessidade, em pontes, o que seria o lugar mais fácil de um monstro que mede o tamanho de um prédio destruir e evitar a passagem, matando centenas de pessoas. Claro que para fugir de um monstro que vem do mar, vamos para a Golden Gate Bridge!
Nem vou falar das ótimas cenas e emoções passadas pelo Dr. Ichiro, interpretado por Ken Watanabe, que só aparece para fazer cara de drama sempre nos lugares “privilegiados”.

Sim, o novo Godzilla está gigante e sensacional! E esse é o único motivo para irmos ao cinema.
Mas finalmente vemos o Godzilla. Quer dizer, quase vemos… as cenas são escuras, em cidades sem iluminação e cercado de nuvem e poeira. Nesse momento temos quase a certeza que quem assumiu o papel de diretor foi Michael Bay.
Resumindo, é pouco Godzilla para muito drama familiar, clichês e mais clichês.
Para se redimir, o que vemos de Godzilla funciona. Realmente o monstro está mais fiel ao Gojiraque conhecemos. Está gigante, o maior já mostrado até hoje, amedrontador e fazendo o que deve ser feito. Algumas cenas dele na cidade funcionam e remetem aos episódios clássicos. Trinta minutos de filme, para mim, estaria bom!
Acredito que o filme, diferente do anterior, irá agradar aos fãs e aos não fãs, mas vá curtir um filme pipoca e deixe o cérebro em casa.
Helder M.
Helder M.

11 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de maio de 2014
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Monstros? Animais? Humanos? Homenagem!

No Japão, com Bryan Cranston (Breaking Bad), Ken Watanabe (O Ultimo Samurai), Aaron Taylor-Johnson (Kick Ass 2) e Elizabeth Olsen(Oldboy) no elenco, sessão IMAX-3D e o Godzilla. Tinha tudo para ser perfeito, mas alguns aspectos incomodaram.

Desde o início das filmagens, já se dizia que o diretor Gareth Edwards tinha a intenção de homenagear o filme de 1954, e isso foi feito com maestria. Um desses momentos é a menção aos testes com bombas atômicas (Hiroshima e Nagasaki) e outro é quando o personagem de Ken Watanabe chama o monstro de Gojira, seu nome original!

O filme começa com uma boa interação: um pesquisador vai até uma escavação onde algo surreal foi encontrado. Logo depois somos apresentados a uma família americana que mora no Japão, por conta do trabalho em uma usina nuclear, e algo inesperado acontece....

Chamar de monstros, principalmente neste caso, não define a real natureza desses seres colossais. Eles de fato, não são monstros, são apenas animais que agem de acordo com seus instintos e nós, no máximo, tentamos sobreviver.
Gostei bastante das explicações a respeito da existência desses seres, gostei também da maneira como eles são “parceladamente” introduzidos e principalmente da naturalidade de suas intenções, como disse antes, eles não são monstros do mal, são apenas animais.

Não há necessidade de falar dos efeitos, das tomadas, da qualidade e liberdade com que o diretor trabalhou/passeou neste filme. Gareth conseguiu transpassar tudo para o telespectador de maneira bem natural. Conseguir trabalhar estes pontos em um filme de escalas colossais é realmente sensacional.

O que incomodou, foi a irrelevância do casal interpretado por Aaron Taylor e Elizabeth Olsen. Já Bryan Cranston, que aparece bem menos que os outros, por não ser o personagem principal, mais uma vez nos mostrou uma de suas atuações fenomenais, trazendo bastante destaque ao seu personagem.

Outros pontos negativos são que a motivação me pareceu forçada, a química do casal não vingou e partes que poderiam ter sido mais “adultas” – isto é ou não é um filme de desastre? - não foram. Sou obrigado a repetir, que se talvez a personagem de Elizabeth não estivesse no filme, nada teria mudado. Watanabe e Cranston são os pontos fortes nas atuações humanas.

Existiu também certo exagero em tentar transformar Godzilla em algo que ele não é, um herói! O exagero é tanto, que em alguns momentos é como se ele estivesse ali para salvar o mundo, assim como um animal de estimação dá a vida pelo seu dono. Me lembrou um desenho que passava, no Cartoon Network em meados dos anos 2000!

Alguns clichês e talvez, a mesmice a respeito do desenrolar da trama são aceitáveis. Afinal, o que nós, seres humanos, faríamos em uma situação cataclísmica dessas?

Mais do que um simples Blockbuster, Godzilla nos faz refletir, como de fato não temos o controle de nada em nosso próprio planeta e como devemos tratá-lo da forma menos destrutiva. Acho essa, uma questão que sempre vale a pena ser levantada. Ou será que vamos precisar de “monstros” pra ver que a situação não anda nada boa?!

Nota 7
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