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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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2,5
Enviada em 19 de setembro de 2014
Criei boas expectativas para esse filme! mas perdi todas quando comecei a assistir a introdução, onde foca mais no inimigo de Godzilla do que nele como foco principal do filme, no desenrolar ficou muito lento, quase parando e finalizou sem maiores emoções!!
Os monstros sempre tomaram conta do cinema.E Godzilla,integra essa turma.Considerando que é o vovô desses gigantes.Pois bem.É bem simples de entender a lógica na história de Godzilla.Com um conteúdo bem simples mesmo de entender,o personagem invade a telona,com muito mistério e suspense.Mas o fato é que o filme chega mesmo com muitos furos.Principalmente envolvendo os personagens que poderiam dar uma espécie de continuidade mas detalhada ao filme.Mas não é isso que realmente acontece.Parece que estamos assistindo a uma série com capítulos bem editados.Os efeitos são lindos.Com um toque de escuridão em todo o filme,a trama fica bem dramática.Aaron Taylor parece meio que perdido,junto com os mau aproveitados Bryan Cranston e Elizabeth Olsen,que são muito mal aproveitados mesmo,não é nenhum segredo.
Apesar de todo o esforço e produção, as muitas imagens no escuro pode até ser pra realçar o tom de angústia e mistério, mas dá a impressão que é de economia nos efeitos gráficos. Achei o filme apenas mediano e também longo, esse não foi um daqueles em que não se vê a hora passar. Não assisti ainda o Godzilla II, mas de elenco está muito melhor servido que esse.
O filmes-desastre costumam colocar em seu "currículo" o envolvimento de seus personagens (para tornar pessoal), alguma perda familiar (para tornar doloroso) e um momento de honra (ou político) que unirá todos contra o "mal" que assola a humanidade. No mundo real, nenhum destes itens costuma ser muito frequente ou relevante porque ninguém exceto religiosos costuma personalizar os infortúnios de um terremoto, tsunami, epidemias ou até mesmo acidentes nucleares como um inimigo que deve ser combatido (ou como punição aos infiéis). Também sabermos que discursos otimistas fazem parte da rotina burocrática de chefes de estado e nunca atingem a população mais prejudicada. Dessa forma, qual o sentido do monstro nipo-clássico Godzilla ser encarado como um inimigo? Nenhum! E é exatamente isso que o segundo longa de Gareth Edwards evita fazer durante os 123 minutos dessa produção hollywoodiana que mantém suas origens e homenagens orientais bem localizadas.
É o melhor filme do ano? Não.E é pior filme até o momento?Não também. Godzilla é um filme de monstro que diverte muito, apesar de ter algumas coisinhas que não gostei. O diretor cria uma clima de mistério e ansiedade em relação ao monstro, sempre tendo cortes rápidos. Mas quando o Godzilla aparece, "nosinhora", sensacional. Não é um filme perfeito, peca em algumas coisas, mas é tanta ação, com efeitos especiais e principalmente sonoros, que vai faze você nem percebe nesses errinhos. Muito Bom!
Joe Brody (Bryan Cranston) criou o filho sozinho após a morte da esposa (Juliette Binoche) em um acidente na usina nuclear em que ambos trabalhavam, no Japão. Ele nunca aceitou a catástrofe e quinze anos depois continua remoendo o acontecido, tentando encontrar alguma explicação. Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson), agora adulto, é soldado do exército americano e precisa lutar desesperadamente para salvar a população mundial - e em especial sua família - do gigantesco, inabalável e incrivelmente assustador monstro Godzilla. Godzilla e um Bom Filme que tem Otimos Efeitos Especiais Boas Atuaçoes e uma Historia boa nota 8.0
Não vi nenhum filme da saga,mas também entendi que não estou perdendo nada demais também. O filme original japonês deve ser melhor,sem dúvida. A criatura,mistura de gorila com baleia parece um dinossauro aleijado e para piorar,ainda vem de casal e o filme "Círculo de fogo" é bem melhor com esse tipo de criatura. Temos um cara que tem que salvar seu pai no Japão e temos a família dele do outro lado nos EUA. Colocam a criatura como se fosse um furacão,terremoto,maremoto,tsunami e sei lá mas o quê, afinal, quem vai acreditar que é real? É melhor colocar a culpa logo na natureza pra ter credibilidade. Foi bom ver a Sally num papel em que ela não é ridicularizada.
Filme bom, ótimos efeitos especiais, mas ainda prefiro o de 1998, com certeza não possui melhores efeitos pela época, mas tem o enredo bem mais interessante.
A reutilização de um dos mais icônicos personagens japoneses em solo ocidental não é novidade, no caso deste Godzilla, a novidade fica por conta do bom aproveitamento da história com vários elementos dramáticos.
O gigante aqui funciona como coadjuvante de luxo, pois Godzilla não é tratado como um inimigo de fato, já que os humanos mostram sua grandiosa fraqueza após o aparecimento de um outro monstro chamado MUTO. Algo que rende ótimos momentos de tensão e ação.
Há também um bom drama no desenvolvimento do primeiro ato, já que o protagonista Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson) perde a mãe Sandra Brody (Juliette Binoche) em um acidente na usina nuclear em que o pai Joe Brody (Bryan Cranston) trabalha, isso motiva algumas investigações que resultam nas descobertas dos monstros que estampam as boas sequências de ação do filme.
Mesmo fazendo uso CG em larga escala, o diretor Gareth Edwards comandou um filme divertido e bastante funcional, pontuado por uma história que desenvolve razoavelmente seus personagens, explica bem como tudo surgiu e ainda entrega doses de ação cavalares para nenhum fã reclamar.
Um bom filme, com boas cenas de ação, o problema é que a parte dramática não convence e o Godzilla aparece muito pouco... O destaque fica por conta da trilha sonora!
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