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Collider
"Cemitério Maldito" não apenas representa uma sólida adição à lista de filmes adaptados de livros de Stephen King, ele também se encontra no topo, ao lado dos melhores de todos os tempos.
Cinepop
"Cemitério Maldito" é um filme de terror brutal e assustador, que ao mesmo tempo tem o benefício de ser rápido e eficiente, com um roteiro redondinho que não traz excessos ou aquela famosa enrolação.
The Guardian
É um thriller sobrenatural sobre o nosso medo da morte - e nosso anseio pela morte como um fim para esse medo. "Cemitério Maldito" tem todos os troféus honrados e talvez até mesmo clichês da era de ouro de King, e Kölsch e Widmyer inventam alguns saltos de alta voltagem.
The Playlist
As atuaçõees e os quesitos técnicos estão muito melhores [em relação ao filme original] e existem algumas surpresas legítimas, mas a paleta de cores sombria o torna menos interessante do que a maioria das refilmagens de terror.
Cinema com Rapadura
Na essência, “Cemitério Maldito” é um filme de terror que oscila entre bons momentos carregados pelo drama e sequências de terror mal executadas.
Estado de São Paulo
O cinema industrial faz muitos filmes para celebrar a família. Esse é sobre a família maligna. Um a um seus integrantes vão sendo dominados pelo mal [....]. É um caminho sem volta. Stephen King tinha razão. É sua história mais assustadora.
New York Times
Quando os diretores se acomodam em um ritmo que se alinha com o do romance, o filme oferece grandes sobressaltos inquietantes que se aproximam do poder da visão de King.
O Globo
Abusando dos sustos, o filme traz desta vez personagens tridimensionais, além dos interessantes comentários sobre o racismo e os povos nativos, os índios americanos.
Observatório do Cinema
Ao mesmo tempo em que se garante como um produto técnica e dramaturgicamente melhor que o longa original bastante problemático, este "Cemitério Maldito" é, por outro lado, menos marcante pela falta de riscos tomados e uma pasteurização de seus aspectos mais escatológicos.
Screen International
Como em todas as histórias de Stephen King, há temas universais ressonantes que passam por "Cemitério Maldito": culpa, luto e trauma. [...] O roteirista Jeff Buhler se aproximou mais do tom do livro do que a versão de 1989 e as ideias em jogo são certamente intrigantes.
Screen Rant
"Cemitério Maldito" consegue capturar a brutalidade do material escrito por Stephen King, mas a tentativa de acrescentar reviravoltas chocantes ao original atinge resultados pouco convincentes.
The Hollywood Reporter
O filme fez um bom trabalho ao espalhar as camadas do velho trauma que farão uma nova perda especialmente dolorosa - e fazer com que a ação venha mais do que apenas um fantasma nojento. [...] É uma sólida, se não horrível, produção de horror construída em torno de desempenhos notavelmente bons.
Papo de Cinema
Se por um lado o novo "Cemitério Maldito" que chega às telas três décadas depois é totalmente casto em sua visão de mundo – é um filme de terror no qual, curiosamente, ninguém transa – em relação ao gore os excessos estão por toda a parte, principalmente em sua metade final.
Chicago Sun-Times
Um cara inteligente comete um ato idiota atrás do outro, levando à inevitável chegada detragédia e criando momentos frustrantes [...] Embora a versão de 2019 de “Cemitério Maldito” seja muito superior ao filme surdo de 1989 em quase todos os níveis, os problemas da primeira adaptação ainda estão lá.
Cineplayers
"(...) O filme acaba se prestando a um material mais ralo, o do entretenimento ligeiro e sem compromisso, abrindo mão das nuances que realçariam o sombrio mergulho dos personagens."
Critikat.com
"Cemitério Maldito" parece uma síntese tão curiosa quanto improdutiva das regras do gênero de terror comercial e dos efeitos, vazios mais bem visível, de um certo "terror de arte" ("Hereditário", "Ao Cair da Noite", "A Bruxa").
Variety
Em vez de temer as baixas, o público agora espera as mortes, sem o tipo de pequenos detalhes que fazem esses personagens ganharem vida, é fácil sentir que eles existem apenas para serem despachados de acordo com os caprichos dos diretores.
Cineweb
Há transformações bastantes drásticas que modificam o andamento da trama, caminhando para um final que pode causar risos, mas não de tensão. De deboche mesmo. Tudo é tão esquemático, pensando em fazer apenas a trama andar, que é difícil se solidarizar com Louis.