Cemitério Maldito
Média
3,0
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  • Collider
  • Cinepop
  • The Guardian
  • The Playlist
  • Cinema com Rapadura
  • Estado de São Paulo
  • New York Times
  • O Globo
  • Observatório do Cinema
  • Screen International
  • Screen Rant
  • The Hollywood Reporter
  • Papo de Cinema
  • Chicago Sun-Times
  • Cineplayers
  • Critikat.com
  • Variety
  • Cineweb

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Collider

por Perri Nemiroff

"Cemitério Maldito" não apenas representa uma sólida adição à lista de filmes adaptados de livros de Stephen King, ele também se encontra no topo, ao lado dos melhores de todos os tempos.

A crítica completa está disponível no site Collider

Cinepop

por Renato Marafon

"Cemitério Maldito" é um filme de terror brutal e assustador, que ao mesmo tempo tem o benefício de ser rápido e eficiente, com um roteiro redondinho que não traz excessos ou aquela famosa enrolação.

A crítica completa está disponível no site Cinepop

The Guardian

por Peter Bradshaw

É um thriller sobrenatural sobre o nosso medo da morte - e nosso anseio pela morte como um fim para esse medo. "Cemitério Maldito" tem todos os troféus honrados e talvez até mesmo clichês da era de ouro de King, e Kölsch e Widmyer inventam alguns saltos de alta voltagem.

A crítica completa está disponível no site The Guardian

The Playlist

por Ryan Oliver

As atuaçõees e os quesitos técnicos estão muito melhores [em relação ao filme original] e existem algumas surpresas legítimas, mas a paleta de cores sombria o torna menos interessante do que a maioria das refilmagens de terror.

A crítica completa está disponível no site The Playlist

Cinema com Rapadura

por Robinson Samulak Alves

Na essência, “Cemitério Maldito” é um filme de terror que oscila entre bons momentos carregados pelo drama e sequências de terror mal executadas.

A crítica completa está disponível no site Cinema com Rapadura

Estado de São Paulo

por Luiz Carlos Merten

O cinema industrial faz muitos filmes para celebrar a família. Esse é sobre a família maligna. Um a um seus integrantes vão sendo dominados pelo mal [....]. É um caminho sem volta. Stephen King tinha razão. É sua história mais assustadora.

A crítica completa está disponível no site Estado de São Paulo

New York Times

por Glenn Kenny

Quando os diretores se acomodam em um ritmo que se alinha com o do romance, o filme oferece grandes sobressaltos inquietantes que se aproximam do poder da visão de King.

A crítica completa está disponível no site New York Times

O Globo

por Mário Abbade

Abusando dos sustos, o filme traz desta vez personagens tridimensionais, além dos interessantes comentários sobre o racismo e os povos nativos, os índios americanos.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Observatório do Cinema

por Caio Lopes

Ao mesmo tempo em que se garante como um produto técnica e dramaturgicamente melhor que o longa original bastante problemático, este "Cemitério Maldito" é, por outro lado, menos marcante pela falta de riscos tomados e uma pasteurização de seus aspectos mais escatológicos.

A crítica completa está disponível no site Observatório do Cinema

Screen International

por Nikki Baughan

Como em todas as histórias de Stephen King, há temas universais ressonantes que passam por "Cemitério Maldito": culpa, luto e trauma. [...]  O roteirista Jeff Buhler se aproximou mais do tom do livro do que a versão de 1989 e as ideias em jogo são certamente intrigantes.

A crítica completa está disponível no site Screen International

Screen Rant

por Sandy Schaefer

"Cemitério Maldito" consegue capturar a brutalidade do material escrito por Stephen King, mas a tentativa de acrescentar reviravoltas chocantes ao original atinge resultados pouco convincentes.

A crítica completa está disponível no site Screen Rant

The Hollywood Reporter

por John DeFore

O filme fez um bom trabalho ao espalhar as camadas do velho trauma que farão uma nova perda especialmente dolorosa - e fazer com que a ação venha mais do que apenas um fantasma nojento. [...] É uma sólida, se não horrível, produção de horror construída em torno de desempenhos notavelmente bons.

A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

Papo de Cinema

por Robledo Milani

Se por um lado o novo "Cemitério Maldito" que chega às telas três décadas depois é totalmente casto em sua visão de mundo – é um filme de terror no qual, curiosamente, ninguém transa – em relação ao gore os excessos estão por toda a parte, principalmente em sua metade final.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Chicago Sun-Times

por Richard Roeper

Um cara inteligente comete um ato idiota atrás do outro, levando à inevitável chegada detragédia e criando momentos frustrantes [...] Embora a versão de 2019 de “Cemitério Maldito” seja muito superior ao filme surdo de 1989 em quase todos os níveis, os problemas da primeira adaptação ainda estão lá.

A crítica completa está disponível no site Chicago Sun-Times

Cineplayers

por Francisco Carbone

"(...) O filme acaba se prestando a um material mais ralo, o do entretenimento ligeiro e sem compromisso, abrindo mão das nuances que realçariam o sombrio mergulho dos personagens."

A crítica completa está disponível no site Cineplayers

Critikat.com

por Josué Morel

"Cemitério Maldito" parece uma síntese tão curiosa quanto improdutiva das regras do gênero de terror comercial e dos efeitos, vazios mais bem visível, de um certo "terror de arte" ("Hereditário", "Ao Cair da Noite", "A Bruxa").

A crítica completa está disponível no site Critikat.com

Variety

por Peter Debruge

Em vez de temer as baixas, o público agora espera as mortes, sem o tipo de pequenos detalhes que fazem esses personagens ganharem vida, é fácil sentir que eles existem apenas para serem despachados de acordo com os caprichos dos diretores.

A crítica completa está disponível no site Variety

Cineweb

por Alysson Oliveira

Há transformações bastantes drásticas que modificam o andamento da trama, caminhando para um final que pode causar risos, mas não de tensão. De deboche mesmo. Tudo é tão esquemático, pensando em fazer apenas a trama andar, que é difícil se solidarizar com Louis.

A crítica completa está disponível no site Cineweb
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