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Cineweb
... O filme de Lisa Azuelos corre solto, enfocando com naturalidade as questões cruciais do cotidiano dos adolescentes na beira da vida adulta, como o relacionamento com os pais e a descoberta do sexo.
Jornal do Brasil
"Lola" é a versão americana do filme francês "Rindo à toa" (2008), também de Lisa Azuelos e, apesar de previsível do início ao fim, pode ser uma boa pedida para quem gosta de comédias românticas.
Folha de São Paulo
A única coisa diferente é que no século 21 o sexo, as drogas e o rock ficaram domesticados, tudo pode. Nesse contexto, ser rebelde é só mais uma pose, disponível em vitrines e passarelas com o nome de "atitude".
O Globo
A descoberta de afinidades entre mãe e filha que devem crescer juntas rende bons momentos, mas a trama é previsível, o ritmo, emperrado, e a turma jovem de amigos patina em situações para lá de batidas.
Variety
Esta versão americana parece uma mistura de três ou quatro episódios de algum programa familiar da ABC, apesar de uma atitude pouco moralista sobre sexo entre adolescentes e uso de maconha. Ideal para o formato de home vídeo.
CineClick
Não se trata de um filme sobre, mas para adolescentes – se for adulto, fuja. Uma mãe bem intencionada, disposta a assistir ao longa no intuito de entender melhor a chamada geração Z, sairá do cinema tão sem respostas como entrou.
Cinema com Rapadura
"Lola" é um filme desnecessário e vergonhoso tanto para o próprio cinema quanto para qualquer pessoa.
Rubens Ewald
Talvez a diretora não tenha conseguido captar as diferenças entre os respectivos adolescentes, mas tudo parece meia-boca, inconvincente, começando com a escalação do elenco ...
Cinepop
Diálogos que beiram a nulidade, [...] o ritmo acelerado completamente confuso que a trama segue, além de cenas desnecessárias deixam essa fita quase insuportável.